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Em 1932, por iniciativa do Chanceler José Carlos Macedo Soares, foi lançada a série de publicações dos Annaes do Itamaraty. Até 1942, quando termina, foram editados sete volumes, dos quais seis compõem a edição fac-similar que a Fundação Alexandre de
A primeira obra da coleção Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022 é o “Arquivo Diplomático da Independência”, editado em seis volumes, de 1922 a 1925, durante as comemorações do Primeiro Centenário da Independência do Brasil, e reproduzidos fac-similarmente por ocasião
No âmbito da Coleção Brasil 200 anos, a Fundação Alexandre de Gusmão e a Comissão Curadora do Bicentenário da Independência da Câmara dos Deputados reeditam em parceria os nove volumes da obra "O Conselho de Estado e a política externa
A publicação, organizada pelo Embaixador Gonçalo de Mello Mourão, reúne documentos sobre a Revolução de 1817 existentes no Arquivo Histórico do Itamaraty, no Rio de Janeiro, e comentários a respeito do significado desses registros para a história do Brasil e
Clássico da historiografia brasileira, escrito pelo historiador e diplomata Manuel de Oliveira Lima. A obra trata do Período Joanino e do processo de Independência do Brasil. Do ponto de vista metodológico, apresenta sofisticado uso de fontes nacionais e estrangeiras, adiantando
A obra Dom Pedro - Estudo iconográfico conta com prefácios de Artur César Ferreira Reis e Alberto Iria, além de nota explicativa de Jorge Felner da Costa e texto introdutório do próprio organizador da obra, Stanislaw Herstal. A parte iconográfica
Varnhagen iniciou a pesquisa deste volume durante a escrita do livro “História Geral do Brasil (1854-1857)”. A metodologia envolveu levantamento de periódicos e panfletos, a realização de entrevistas, e a análise da correspondência diplomática de pelo menos cinco países. Varnhagen
A obra trata-se de manual sobre a evolução administrativa da diplomacia brasileira desde a chegada de D. João VI ao Brasil, publicado em 1951 pelo Ministério das Relações Exteriores. A despeito de ser um texto predominantemente administrativo, ocasionalmente o autor
Por ocasião das comemorações do Bicentenário da Independência, a Fundação Alexandre de Gusmão relança, em formato fac-similar, a obra História do Brasil nos velhos mapas, de Jaime Cortesão. Os dois volumes dessa publicação são resultado de um estudo historiográfico que
A obra Honório Hermeto no Rio da Prata (Missão especial de 1851/52), do historiador José Antônio Soares de Souza foi publicada originalmente em 1959. Honório Hermeto Carneiro Leão, o Marquês do Paraná, foi um dos fundadores do Partido Conservador e
Esta obra examina a gestão de José Bonifácio, entre janeiro de 1822 e julho de 1823, à frente da chancelaria brasileira. Para Bonifácio, o reconhecimento da Independência era importante, mas desde que respeitada a unidade territorial do Brasil e sua
Bellegarde (1807-1864) foi nomeado para a missão no Paraguai em novembro de 1948, chegando no posto em abril do ano seguinte e desligando-se da posição em outubro de 1852. Em 1853, tornou-se ministro da Guerra e da Marinha (Gabinete Paraná).
Pedro Freire Ribeiro narra a missão Pimenta Bueno, que desenrolou-se no contexto de aproximação do Brasil com o Paraguai diante da ascensão de Juan Manuel Rosas em Buenos Aires, quando havia ameaça à livre navegação do Rio da Prata. Pimenta
Lançado no centenário da efeméride, em 1922, a publicação trata do complexo processo de separação de Brasil e Portugal. A obra inicia com o regresso de D. João VI para Lisboa e tem como um de seus focos principais as
Organizada pelo Professor Alexandre Pilati, esta obra traz textos que representam, em sete momentos distintos da história, formulações literárias do nacionalismo brasileiro.
O livro é resultante do minicurso “200 anos de nacionalismo literário no Brasil”, realizado em 2022 por iniciativa da
O livro Pedro I e Metternich (Traços de uma guerra diplomática), do diplomata e escritor Sergio Corrêa da Costa, é o resultado de intensa pesquisa de documentação histórica sobre os primeiros anos do Brasil independente, refletidos na relação do Chanceler
Os Pilares da Independência do Brasil resulta de anos de pesquisa em torno das biografias de Dom João VI, Dom Pedro I, Dona Leopoldina, bem como sobre o Convento de Santo Antônio no Rio de Janeiro. Esses foram considerados, pelo
Os volumes – publicados originalmente em 1927, 1928 e 1933 – são referência para os estudiosos da história diplomática do Brasil, pois abordam períodos importantes na formação da política externa do país. O primeiro volume examina a formação histórica de Portugal
Neste livro, Sergio Corrêa da Costa faz minucioso estudo sobre a vida de D. Pedro I. A partir da análise de diversos documentos de época, revela-nos interessantes aspectos de sua personalidade, formação, relações pessoais e, sobretudo, a relação de grande
A partir do estudo da correspondência diplomática, privada e jornalística da época, o Embaixador Gonçalo Mourão discute quatro questões de nossa historiografia: a diplomacia dos revolucionários e sua repercussão internacional; a importância do republicanismo da Revolução de 1817 na construção
Publicada originalmente em 1945, a obra traz textos do Barão do Rio branco que, reunidos em dois volumes, permitem esclarecer certos pontos controvertidos ou mal conhecidos de sua vida privada e de sua atuação no cenário político.
No contexto das comemorações do Bicentenário da Independência, a Fundação Alexandre de Gusmão e o Instituto Camões publicam a obra As singularidades da Independência do Brasil, a qual reúne ensaios inéditos de especialistas dos dois lados do Atlântico acerca do
Publicada originalmente em 2006, esta obra reúne os textos, alguns raros, dos acordos celebrados entre Brasil e Portugal, desde o Tratado de Paz e Aliança de 1825 até o Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta de 2000, o chamado Tratado
A obra Um diplomata do Império: Barão da Ponte Ribeiro foi publicada originalmente em 1952. Seu autor, José Antônio Soares de Souza, figurou entre os principais historiadores brasileiros do século XX, tendo-se especializado no estudo das relações internacionais do Brasil.
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A obra A vida do Visconde do Uruguai: Paulino José Soares de Souza (1807-1866), considerada a principal obra do historiador José Antônio Soares de Souza foi publicada originalmente em 1944. A biografia analisa aspectos da gestão do ex-Chanceler, que garantiu