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A Grande ilusão

Descrição:

Para analisar a guerra Angell escolheu um ângulo que não era o dos pacifistas, embora seus argumentos contribuíssem inevitavelmente a essa causa. Também não defendeu a não resistência ou o desarmamento unilateral, como alguns dos seus contemporâneos. No prefácio da edição francesa de A Grande llusão, de 1911, afirma expressamente: "Meu objetivo não é provar que a guerra é impossível, mas que é inútil ... Meu livro não é anti-militarista ou pacifista no sentido ordinário em que esses conceitos são empregados. Não aconselho a nenhuma nação que se descuide da sua defesa, mas procuro demonstrar que nenhum Estado tem interesse em atacar outro, e que a necessidade de estar permanentemente em condições de defender-se se deve a que cada um acredita que o outro tem esse interesse." E nas primeiras páginas do livro, distanciando-se das razões esgrimidas habitualmente pela propaganda pacifista, assim como das invocações moralistas do tipo das de Leon Tolstoy, assinalava que, quando o defensor da paz invocava o altruísmo nas relações internacionais, admitia na verdade que o êxito na guerra podia concordar com o interesse, mesmo imoral, do vencedor, o que igualava com respeito às premissas da questão. (José Paradiso, 2002) 


Detalhes
Autor(a) Norman Angell
Editora FUNAG - Fundação Alexandre de Gusmão
Assunto Relações Internacionais
Ano 2002

Edição 1ª Edição

Nº páginas 312

Idioma Português
ISBN 978-85-7060-089-9