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	<title>Manual de Revisão da FUNAG - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<updated>2026-05-16T08:36:45Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=633</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
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		<updated>2020-12-14T21:01:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas ou minúsculas em cargos e títulos&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”. Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, é possível duas interpretações com relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em cargos e títulos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, o Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitiriam inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, o Acordo Ortográfico tornou opcional o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;em palavras usadas reverencialmente, aulicamente ou hierarquicamente&amp;quot; (Base XIX, alínea &amp;quot;i&amp;quot;). Com base nesta última regra do Acordo Ortográfico, o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; considera válido o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;para cargos e títulos (exemplo: o Presidente francês ou o presidente francês)&amp;quot; (p. 26). Note-se que o próprio &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; opta pela utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos ao longo do texto, como nos seguintes exemplos: &amp;quot;O Prefeito atendeu o telefone&amp;quot; (p. 74); &amp;quot;O Presidente atendeu o Ministro&amp;quot; (p. 75); &amp;quot;O Presidente incumbiu ao Chefe do Cerimonial preparar a visita do dignitário estrangeiro&amp;quot; (p. 76); &amp;quot;Como afirmou o Marquês de Maricá em suas Máximas: &#039;Todos reclamam reformas, mas ninguém se quer reformar.&#039;&amp;quot; (p. 80). A utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos também é usual na legislação brasileira, mesmo nas leis, decretos e outros instrumentos adotados e publicados posteriormente ao novo Acordo Ortográfico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do exposto, nas publicações da FUNAG, é lícito utilizar iniciais maiúsculas ou minúsculas nos nomes de cargos e títulos: o Presidente da República (ou o presidente da República); o Ministro das Relações Exteriores (ou o ministro das Relações Exteriores); o Embaixador do Brasil (ou o embaixador do Brasil); o Cônsul-Geral Fulano (ou o cônsul-geral Fulano). Caso o autor opte pelo uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos, não cabe ao revisor &amp;quot;corrigir&amp;quot; essa opção, que é válida, conforme o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;. Caberá ao revisor apenas assegurar que esse mesmo critério seja utilizado de maneira coerente ao longo de todo o texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando da transcrição de textos antigos em publicações da FUNAG, recomenda-se não alterar o critério de uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos da época do texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Casos específicos relacionados com cargos e títulos em que se recomenda o uso de iniciais maiúsculas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são sempre grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Por extensão, nas nominatas de discursos transcritos em publicações da FUNAG, recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas: Excelentíssimo Senhor Ministro Fulano; Excelentíssimo Senhor Deputado Beltrano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com iniciais maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres, cardeais ou bispos, etc., e que também é usado como forma de tratamento para indicação de respeito e cortesia, especialmente por espanhóis e hispano-americanos: Dom João VI; Dom Pedro I; Dom Paulo Evaristo Arns. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas em títulos de personalidades históricas incorporados na forma pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição: Barão do Rio Branco; Cardeal Richelieu; Duque de Caxias; Frei Caneca; Marquês de Pombal; Papa Leão I; Visconde de Ouro Preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039; recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortográfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=632</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
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		<updated>2020-12-14T20:26:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas ou minúsculas em cargos e títulos&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”. Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, é possível duas interpretações com relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em os cargos e títulos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, o Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitiriam inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, o Acordo Ortográfico tornou opcional o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;em palavras usadas reverencialmente, aulicamente ou hierarquicamente&amp;quot; (Base XIX, alínea &amp;quot;i&amp;quot;). Com base nessa regra do Acordo Ortográfico, o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; considera válido o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;para cargos e títulos (exemplo: o Presidente francês ou o presidente francês)&amp;quot; (p. 26). Note-se que o próprio &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; opta pela utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos ao longo do texto, como nos seguintes exemplos: &amp;quot;O Prefeito atendeu o telefone&amp;quot; (p. 74); &amp;quot;O Presidente atendeu o Ministro&amp;quot; (p. 75); &amp;quot;O Presidente incumbiu ao Chefe do Cerimonial preparar a visita do dignitário estrangeiro&amp;quot; (p. 76); &amp;quot;Como afirmou o Marquês de Maricá em suas Máximas: &#039;Todos reclamam reformas, mas ninguém se quer reformar.&#039;&amp;quot; (p. 80). A utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos também é usual na legislação brasileira, mesmo nas leis, decretos e outros instrumentos adotados e publicados posteriormente ao novo Acordo Ortográfico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do exposto, nas publicações da FUNAG, é lícito utilizar iniciais maiúsculas ou minúsculas nos nomes de cargos e títulos: o Presidente da República (ou o presidente da República); o Ministro das Relações Exteriores (ou o ministro das Relações Exteriores); o Embaixador do Brasil (ou o embaixador do Brasil); o Cônsul-Geral Fulano (ou o cônsul-geral Fulano). Caso o autor opte pelo uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos, não cabe ao revisor &amp;quot;corrigir&amp;quot; essa opção, que é válida, conforme o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;. Caberá ao revisor apenas assegurar que esse mesmo critério é utilizado de maneira coerente ao longo de todo o texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando da transcrição de textos antigos em publicações da FUNAG, recomenda-se não alterar o critério de uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos da época do texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Casos específicos relacionados com cargos e títulos em que se recomenda o uso de iniciais maiúsculas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são sempre grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Por extensão, nas nominatas de discursos transcritos em publicações da FUNAG, recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas: Excelentíssimo Senhor Ministro Fulano; Excelentíssimo Senhor Deputado Beltrano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com iniciais maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres, cardeais ou bispos, etc., e que também é usado como forma de tratamento para indicação de respeito e cortesia, especialmente por espanhóis e hispano-americanos: Dom João VI; Dom Pedro I; Dom Paulo Evaristo Arns. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas em títulos de personalidades históricas incorporados na forma pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição: Barão do Rio Branco; Cardeal Richelieu; Duque de Caxias; Frei Caneca; Marquês de Pombal; Papa Leão I; Visconde de Ouro Preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039; recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortográfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=631</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=631"/>
		<updated>2020-12-14T20:14:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, anticoloniais, anticonservador, antiliberal, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-”: ex-diretor; ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar, capitão de mar e guerra; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (&#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;, p. 26).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, alto-mar, anglo-saxão, anti-humanas, anti-humanitário, anti-humanistas, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, inter-religioso, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), palavra-chave (pl. palavras-chave e palavras-chaves) pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanente&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a Base XX, item 6, do Acordo Ortográfico: &lt;br /&gt;
“Na translineação de uma palavra composta ou de uma combinação de palavras em que há um hífen, ou mais, se a partição coincide com o final de um dos elementos ou membros, deve, por clareza gráfica, repetir-se o hífen no início da linha imediata: ex- -alferes, serená- -los-emos ou serená-los- -emos, vice- -almirante.”&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=630</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=630"/>
		<updated>2020-12-14T20:08:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas ou minúsculas em cargos e títulos&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”. Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, é possível duas interpretações com relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em os cargos e títulos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, o Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitiriam inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, o Acordo Ortográfico tornou opcional o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;em palavras usadas reverencialmente, aulicamente ou hierarquicamente&amp;quot; (Base XIX, alínea &amp;quot;i&amp;quot;). Com base nessa regra do Acordo Ortográfico, o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; considera válido o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;para cargos e títulos (exemplo: o Presidente francês ou o presidente francês)&amp;quot; (p. 26). Note-se que o próprio &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; opta pela utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos ao longo do texto: &amp;quot;O Prefeito atendeu o telefone&amp;quot; (p. 74); &amp;quot;O Presidente atendeu o Ministro&amp;quot; (p. 75); &amp;quot;O Presidente incumbiu ao Chefe do Cerimonial preparar a visita do dignitário estrangeiro&amp;quot; (p. 76). A utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos também é usual na legislação brasileira, mesmo nas leis, decretos e outros instrumentos promulgados posteriormente ao Acordo Ortográfico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do exposto, nas publicações da FUNAG, é lícito utilizar iniciais maiúsculas ou minúsculas nos nomes de cargos e títulos: o Presidente da República (ou o presidente da República); o Ministro das Relações Exteriores (ou o ministro das Relações Exteriores); o Embaixador do Brasil (ou o embaixador do Brasil); o Cônsul-Geral Fulano (ou o cônsul-geral Fulano). Caso o autor opte pelo uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos, não cabe ao revisor &amp;quot;corrigir&amp;quot; essa opção, que é válida, conforme o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;. Caberá ao revisor apenas assegurar que esse mesmo critério é utilizado de maneira coerente ao longo de todo o texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se, especialmente, manter o critério de uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos quando da transcrição de textos antigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Casos específicos relacionados com cargos e títulos em que se recomenda o uso de iniciais maiúsculas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são sempre grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Por extensão, nas nominatas de discursos transcritos em publicações da FUNAG, recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas: Excelentíssimo Senhor Ministro Fulano; Excelentíssimo Senhor Deputado Beltrano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com iniciais maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres, cardeais ou bispos, etc., e que também é usado como forma de tratamento para indicação de respeito e cortesia, especialmente por espanhóis e hispano-americanos: Dom João VI; Dom Pedro I; Dom Paulo Evaristo Arns. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas em títulos de personalidades históricas incorporados na forma pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição: Barão do Rio Branco; Cardeal Richelieu; Duque de Caxias; Frei Caneca; Marquês de Pombal; Papa Leão I; Visconde de Ouro Preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039; recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortográfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=629</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
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		<updated>2020-12-14T20:07:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas ou minúsculas em cargos e títulos&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”. Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, é possível duas interpretações com relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em os cargos e títulos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, o Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitiriam inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, o Acordo Ortográfico tornou opcional o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;em palavras usadas reverencialmente, aulicamente ou hierarquicamente&amp;quot; (Base XIX, alínea &amp;quot;i&amp;quot;). Com base nessa regra do Acordo Ortográfico, o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; considera válido o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;para cargos e títulos (exemplo: o Presidente francês ou o presidente francês)&amp;quot; (p. 26). Note-se que o próprio &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; opta pela utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos ao longo do texto: &amp;quot;O Prefeito atendeu o telefone&amp;quot; (p. 74); &amp;quot;O Presidente atendeu o Ministro&amp;quot; (p. 75); &amp;quot;O Presidente incumbiu ao Chefe do Cerimonial preparar a visita do dignitário estrangeiro&amp;quot; (p. 76). A utilização de iniciais maiúsculas em cargos e título também é a regra na legislação brasileira, mesmo nas leis, decretos e outros instrumentos promulgados posteriormente ao Acordo Ortográfico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do exposto, nas publicações da FUNAG, é lícito utilizar iniciais maiúsculas ou minúsculas nos nomes de cargos e títulos: o Presidente da República (ou o presidente da República); o Ministro das Relações Exteriores (ou o ministro das Relações Exteriores); o Embaixador do Brasil (ou o embaixador do Brasil); o Cônsul-Geral Fulano (ou o cônsul-geral Fulano). Caso o autor opte pelo uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos, não cabe ao revisor &amp;quot;corrigir&amp;quot; essa opção, que é válida, conforme o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;. Caberá ao revisor apenas assegurar que esse mesmo critério é utilizado de maneira coerente ao longo de todo o texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se, especialmente, manter o critério de uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos quando da transcrição de textos antigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Casos específicos relacionados com cargos e títulos em que se recomenda o uso de iniciais maiúsculas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são sempre grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Por extensão, nas nominatas de discursos transcritos em publicações da FUNAG, recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas: Excelentíssimo Senhor Ministro Fulano; Excelentíssimo Senhor Deputado Beltrano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com iniciais maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres, cardeais ou bispos, etc., e que também é usado como forma de tratamento para indicação de respeito e cortesia, especialmente por espanhóis e hispano-americanos: Dom João VI; Dom Pedro I; Dom Paulo Evaristo Arns. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas em títulos de personalidades históricas incorporados na forma pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição: Barão do Rio Branco; Cardeal Richelieu; Duque de Caxias; Frei Caneca; Marquês de Pombal; Papa Leão I; Visconde de Ouro Preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039; recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortográfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=628</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=628"/>
		<updated>2020-12-14T19:57:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas ou minúsculas em cargos e títulos&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”. Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, é possível duas interpretações com relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em os cargos e títulos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, o Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitiriam inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, o Acordo Ortográfico tornou opcional o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;em palavras usadas reverencialmente, aulicamente ou hierarquicamente&amp;quot; (Base XIX, alínea &amp;quot;i&amp;quot;). Com base nessa regra do Acordo Ortográfico, o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; considera válido o uso de iniciais maiúsculas &amp;quot;para cargos e títulos (exemplo: o Presidente francês ou o presidente francês)&amp;quot;. Note-se que o próprio &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; opta pela utilização de iniciais maiúsculas em cargos e títulos, o que também é a regra na legislação brasileira, mesmo nas leis, decretos e outros instrumentos promulgados posteriormente ao Acordo Ortográfico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do exposto, nas publicações da FUNAG, é lícito utilizar iniciais maiúsculas ou minúsculas nos nomes de cargos e títulos: o Presidente da República (ou o presidente da República); o Ministro das Relações Exteriores (ou o ministro das Relações Exteriores); o Embaixador do Brasil (ou o embaixador do Brasil); o Cônsul-Geral Fulano (ou o cônsul-geral Fulano). Caso o autor opte pelo uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos, não cabe ao revisor &amp;quot;corrigir&amp;quot; essa opção, que é válida, conforme o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039;. Caberá ao revisor apenas assegurar que esse mesmo critério é utilizado de maneira coerente ao longo de todo o texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se, especialmente, manter o critério de uso de iniciais maiúsculas em cargos e títulos quando da transcrição de textos antigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Casos específicos relacionados com cargos e títulos em que se recomenda o uso de iniciais maiúsculas:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são sempre grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Por extensão, nas nominatas de discursos transcritos em publicações da FUNAG, recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas: Excelentíssimo Senhor Ministro Fulano; Excelentíssimo Senhor Deputado Beltrano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com iniciais maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres, cardeais ou bispos, etc., e que também é usado como forma de tratamento para indicação de respeito e cortesia, especialmente por espanhóis e hispano-americanos: Dom João VI; Dom Pedro I; Dom Paulo Evaristo Arns. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Recomenda-se o uso de iniciais maiúsculas em títulos de personalidades históricas incorporados na forma pela qual a referida personalidade foi consagrada pela tradição: Barão do Rio Branco; Cardeal Richelieu; Duque de Caxias; Frei Caneca; Marquês de Pombal; Papa Leão I; Visconde de Ouro Preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039; recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortográfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%B5es,_abreviaturas_e_siglas&amp;diff=613</id>
		<title>Reduções, abreviaturas e siglas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%B5es,_abreviaturas_e_siglas&amp;diff=613"/>
		<updated>2020-09-21T13:50:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas são formadas pelas letras iniciais de outras palavras. Quando uma sigla pode ser lida como uma nova palavra, e não necessariamente letra a letra, pode ser chamada também de acrônimo. Como exemplo: UNESCO e ACNUR são acrônimos, ao passo que IBGE e CNPJ não o são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se que não se usem pontos entre as letras de uma sigla: escreva-se, assim, “ONU”, e não &amp;quot;O.N.U.&amp;quot; – à diferença das abreviaturas, em que o ponto é obrigatório: “pág.”, “etc.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas e acrônimos devem ser usados com parcimônia, apenas quando absolutamente necessário. Só faz sentido usar uma sigla que não seja de conhecimento geral quando o nome a que ela se refere tenha de ser repetido muitas vezes ao longo de um mesmo texto, e o nome a que se refere seja demasiado longo – mas não há razão, por exemplo, para se usar a sigla “UE” em vez de “União Europeia”, ou &amp;quot;UA&amp;quot; em vez de &amp;quot;União Africana&amp;quot;. Como critério prático para os revisores, recomenda-se evitar a utilização de siglas para instituições ou expressões com menos de três palavras. Seguem outros exemplos de palavras usuais em teses do Curso de Altos Estudos (CAE) do Instituto Rio Branco (IRBr) que devem ser usadas por extenso em publicações da FUNAG: telegrama (e não &amp;quot;TEL&amp;quot; ou &amp;quot;tel.&amp;quot;); despacho telegráfico (e não &amp;quot;DT&amp;quot;, &amp;quot;DET&amp;quot; ou &amp;quot;desptel.&amp;quot;); circular telegráfica (e não &amp;quot;CT&amp;quot;, &amp;quot;CIT&amp;quot; ou &amp;quot;circtel.&amp;quot;); mensagem oficial (e não &amp;quot;MO&amp;quot; ou &amp;quot;M.O.&amp;quot;). Nas publicações da FUNAG, também se recomenda evitar a utilização de siglas de postos no exterior e de escritórios de representação no Brasil do Itamaraty, muito usados nos expedientes internos e em teses de CAE. Por exemplo, utilizar &amp;quot;Embaixada em Buenos Aires&amp;quot; (e não &amp;quot;BRASEMB Buenos Aires&amp;quot;); &amp;quot;Consulado-Geral em Nova York&amp;quot; (e não &amp;quot;CONSBRAS Nova York&amp;quot;); &amp;quot;Delegação Permanente junto à ALADI e ao MERCOSUL (e não &amp;quot;BRASALADI&amp;quot;); &amp;quot;Escritório de Representação no Rio de Janeiro&amp;quot; (e não &amp;quot;ERERIO&amp;quot;). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podem ser usadas sem ressalvas (e mesmo sem estar acompanhadas de sua explicação) aquelas siglas já de conhecimento geral, mais usadas que o próprio nome completo a que se referiam originalmente: HIV/AIDS, Petrobras, Varig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte da imprensa brasileira escreve com apenas a inicial maiúscula (e as demais letras minúsculas) todo e qualquer acrônimo (isto é, as siglas que podem ser lidas como palavras) que tenha quatro letras ou mais: *Opep; *Otan; *Acnur; *Psol. Essa opção, feita por alguns jornais e revistas por questões de espaçamento, é arbitrária e não tem amparo em regra ortográfica ou gramatical. Ao contrário, a Base XIX, alínea &amp;quot;h&amp;quot; do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recomenda o uso de &amp;quot;siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas, iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas: FAO, NATO, ONU; H2O; Sr., V. Exª&amp;quot;. O exemplo &amp;quot;NATO&amp;quot; (OTAN), dado pelo Acordo Ortográfico, demonstra não haver respaldo para a mencionada prática de veículos de imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nas publicações da FUNAG, &#039;&#039;&#039;deverão ser usadas as grafias adotadas pelas próprias instituições&#039;&#039;&#039;, havendo inclusive casos em que a escrita oficial da sigla alterna, por diferentes razões, letras maiúsculas e minúsculas Sequem alguns exemplos: ACNUR; ALADI; ALCA; Apex-Brasil; ASEAN; BID; BRICS; CAF; CAN; CARICOM; CNPq; CPLP; ECOSOC; Eletrobras, EFTA; FAO; FUNAG; Incra; Inmetro; Ipea; IRBr; MAPA; MERCOSUL; MoMA; MRE; OCDE; ONU; OPEP; OTAN; Petrobras; PNUD; PNUMA; PROSUL; Sudene; UFRGS; UFRJ; UFSCar; UNASUL; UnB; UNCTAD; UNESCO; USP; VOLP (a própria Academia Brasileira de Letras dá exemplo, com &amp;quot;VOLP&amp;quot;, de acrônimo com quatro letras grafado somente com maiúsculas); etc. Sugere-se confirmar a forma de utilização da sigla ou acrônimo no portal oficial da respectiva instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas podem receber plural, marcado por um “s” minúsculo: &amp;quot;PMs visitaram cinco UPPs cariocas no sábado.&amp;quot; Nunca se usará, nesses casos, o apóstrofo. Algumas siglas rejeitam a marca do plural, por seu significado já incluir, opcionalmente, o plural: Os PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) (embora também se possa dizer “um PALOP”). Quando a sigla termina em “S”, também é praxe dispensar-se o “s” minúsculo que marcaria o plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomes de políticos deverão ser acompanhados da sigla do partido ao qual pertençam na primeira menção do nome. A sigla partidária deverá ser indicada entre parênteses, separada com barra da sigla de seu estado: O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG, as siglas dos estados brasileiros devem constar, entre parênteses, após o nome dos municípios, com exceção das capitais: Novo Hamburgo (RS); Chapecó (SC); Foz do Iguaçu (PR); Porto Alegre; Florianópolis; Curitiba, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a abreviatura encerrar um período (como no parágrafo anterior), não se deve duplicar o ponto abreviativo com outro ponto, para indicar o fim do período. No entanto, se a abreviatura for seguida de qualquer outro sinal de pontuação (vírgula, ponto e vírgula, dois pontos, etc.), esse sinal deve ser mantido após o ponto abreviativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a forma correta das abreviaturas ou reduções, sugere-se consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL) e os principais dicionários da língua portuguesa.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%B5es,_abreviaturas_e_siglas&amp;diff=612</id>
		<title>Reduções, abreviaturas e siglas</title>
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		<updated>2020-09-21T13:48:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas são formadas pelas letras iniciais de outras palavras. Quando uma sigla pode ser lida como uma nova palavra, e não necessariamente letra a letra, pode ser chamada também de acrônimo. Como exemplo: UNESCO e ACNUR são acrônimos, ao passo que IBGE e CNPJ não o são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se que não se usem pontos entre as letras de uma sigla: escreva-se, assim, “ONU”, e não &amp;quot;O.N.U.&amp;quot; – à diferença das abreviaturas, em que o ponto é obrigatório: “pág.”, “etc.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas e acrônimos devem ser usados com parcimônia, apenas quando absolutamente necessário. Só faz sentido usar uma sigla que não seja de conhecimento geral quando o nome a que ela se refere tenha de ser repetido muitas vezes ao longo de um mesmo texto, e o nome a que se refere seja demasiado longo – mas não há razão, por exemplo, para se usar a sigla “UE” em vez de “União Europeia”, ou &amp;quot;UA&amp;quot; em vez de &amp;quot;União Africana&amp;quot;. Como critério prático para os revisores, recomenda-se evitar a utilização de siglas para instituições ou expressões com menos de três palavras. Seguem outros exemplos de palavras usuais em teses do Curso de Altos Estudos (CAE) do Instituto Rio Branco (IRBr) que devem ser usadas por extenso em publicações da FUNAG: telegrama (e não &amp;quot;TEL&amp;quot; ou &amp;quot;tel.&amp;quot;); despacho telegráfico (e não &amp;quot;DT&amp;quot;, &amp;quot;DET&amp;quot; ou &amp;quot;desptel.&amp;quot;); circular telegráfica (e não &amp;quot;CT&amp;quot;, &amp;quot;CIT&amp;quot; ou &amp;quot;circtel.&amp;quot;); mensagem oficial (e não &amp;quot;MO&amp;quot; ou &amp;quot;M.O.&amp;quot;). Nas publicações da FUNAG, também se recomenda evitar a utilização de siglas de postos no exterior e de escritórios de representação no Brasil do Itamaraty, muito usados nos expedientes internos e em teses de CAE. Por exemplo, utilizar &amp;quot;Embaixada em Buenos Aires&amp;quot; (e não BRASEMB Buenos Aires); &amp;quot;Consulado-Geral em Nova York&amp;quot; (e não &amp;quot;CONSBRAS Nova York&amp;quot;); &amp;quot;Delegação Permanente junto à ALADI e ao MERCOSUL (e não &amp;quot;BRASALADI&amp;quot;); &amp;quot;Escritório de Representação no Rio de Janeiro&amp;quot; (e não &amp;quot;ERERIO&amp;quot;). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podem ser usadas sem ressalvas (e mesmo sem estar acompanhadas de sua explicação) aquelas siglas já de conhecimento geral, mais usadas que o próprio nome completo a que se referiam originalmente: HIV/AIDS, Petrobras, Varig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte da imprensa brasileira escreve com apenas a inicial maiúscula (e as demais letras minúsculas) todo e qualquer acrônimo (isto é, as siglas que podem ser lidas como palavras) que tenha quatro letras ou mais: *Opep; *Otan; *Acnur; *Psol. Essa opção, feita por alguns jornais e revistas por questões de espaçamento, é arbitrária e não tem amparo em regra ortográfica ou gramatical. Ao contrário, a Base XIX, alínea &amp;quot;h&amp;quot; do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recomenda o uso de &amp;quot;siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas, iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas: FAO, NATO, ONU; H2O; Sr., V. Exª&amp;quot;. O exemplo &amp;quot;NATO&amp;quot; (OTAN), dado pelo Acordo Ortográfico, demonstra não haver respaldo para a mencionada prática de veículos de imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nas publicações da FUNAG, &#039;&#039;&#039;deverão ser usadas as grafias adotadas pelas próprias instituições&#039;&#039;&#039;, havendo inclusive casos em que a escrita oficial da sigla alterna, por diferentes razões, letras maiúsculas e minúsculas Sequem alguns exemplos: ACNUR; ALADI; ALCA; Apex-Brasil; ASEAN; BID; BRICS; CAF; CAN; CARICOM; CNPq; CPLP; ECOSOC; Eletrobras, EFTA; FAO; FUNAG; Incra; Inmetro; Ipea; IRBr; MAPA; MERCOSUL; MoMA; MRE; OCDE; ONU; OPEP; OTAN; Petrobras; PNUD; PNUMA; PROSUL; Sudene; UFRGS; UFRJ; UFSCar; UNASUL; UnB; UNCTAD; UNESCO; USP; VOLP (a própria Academia Brasileira de Letras dá exemplo, com &amp;quot;VOLP&amp;quot;, de acrônimo com quatro letras grafado somente com maiúsculas); etc. Sugere-se confirmar a forma de utilização da sigla ou acrônimo no portal oficial da respectiva instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas podem receber plural, marcado por um “s” minúsculo: &amp;quot;PMs visitaram cinco UPPs cariocas no sábado.&amp;quot; Nunca se usará, nesses casos, o apóstrofo. Algumas siglas rejeitam a marca do plural, por seu significado já incluir, opcionalmente, o plural: Os PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) (embora também se possa dizer “um PALOP”). Quando a sigla termina em “S”, também é praxe dispensar-se o “s” minúsculo que marcaria o plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomes de políticos deverão ser acompanhados da sigla do partido ao qual pertençam na primeira menção do nome. A sigla partidária deverá ser indicada entre parênteses, separada com barra da sigla de seu estado: O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG, as siglas dos estados brasileiros devem constar, entre parênteses, após o nome dos municípios, com exceção das capitais: Novo Hamburgo (RS); Chapecó (SC); Foz do Iguaçu (PR); Porto Alegre; Florianópolis; Curitiba, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a abreviatura encerrar um período (como no parágrafo anterior), não se deve duplicar o ponto abreviativo com outro ponto, para indicar o fim do período. No entanto, se a abreviatura for seguida de qualquer outro sinal de pontuação (vírgula, ponto e vírgula, dois pontos, etc.), esse sinal deve ser mantido após o ponto abreviativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a forma correta das abreviaturas ou reduções, sugere-se consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL) e os principais dicionários da língua portuguesa.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=611</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=611"/>
		<updated>2020-09-12T23:20:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, anticoloniais, anticonservador, antiliberal, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, alto-mar, anglo-saxão, anti-humanas, anti-humanitário, anti-humanistas, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, inter-religioso, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), palavra-chave (pl. palavras-chave e palavras-chaves) pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanente&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a Base XX, item 6, do Acordo Ortográfico: &lt;br /&gt;
“Na translineação de uma palavra composta ou de uma combinação de palavras em que há um hífen, ou mais, se a partição coincide com o final de um dos elementos ou membros, deve, por clareza gráfica, repetir-se o hífen no início da linha imediata: ex- -alferes, serená- -los-emos ou serená-los- -emos, vice- -almirante.”&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=610</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=610"/>
		<updated>2020-09-12T20:48:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiônimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%B5es,_abreviaturas_e_siglas&amp;diff=609</id>
		<title>Reduções, abreviaturas e siglas</title>
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		<updated>2020-09-12T19:45:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas são formadas pelas letras iniciais de outras palavras. Quando uma sigla pode ser lida como uma nova palavra, e não necessariamente letra a letra, pode ser chamada também de acrônimo. Como exemplo: UNESCO e ACNUR são acrônimos, ao passo que IBGE e CNPJ não o são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se que não se usem pontos entre as letras de uma sigla: escreva-se, assim, “ONU”, e não &amp;quot;O.N.U.&amp;quot; – à diferença das abreviaturas, em que o ponto é obrigatório: “pág.”, “etc.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas e acrônimos devem ser usados com parcimônia, apenas quando absolutamente necessário. Só faz sentido usar uma sigla que não seja de conhecimento geral quando o nome a que ela se refere tenha de ser repetido muitas vezes ao longo de um mesmo texto, e o nome a que se refere seja demasiado longo – mas não há razão, por exemplo, para se usar a sigla “UE” em vez de “União Europeia”, ou &amp;quot;UA&amp;quot; em vez de &amp;quot;União Africana&amp;quot;. Como critério prático para os revisores, recomenda-se evitar a utilização de siglas para instituições ou expressões com menos de três palavras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podem ser usadas sem ressalvas (e mesmo sem estar acompanhadas de sua explicação) aquelas siglas já de conhecimento geral, mais usadas que o próprio nome completo a que se referiam originalmente: HIV/AIDS, Petrobras, Varig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte da imprensa brasileira escreve com apenas a inicial maiúscula (e as demais letras minúsculas) todo e qualquer acrônimo (isto é, as siglas que podem ser lidas como palavras) que tenha quatro letras ou mais: *Opep; *Otan; *Acnur; *Psol. Essa opção, feita por alguns jornais e revistas por questões de espaçamento, é arbitrária e não tem amparo em regra ortográfica ou gramatical. Ao contrário, a Base XIX, alínea &amp;quot;h&amp;quot; do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recomenda o uso de &amp;quot;siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas, iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas: FAO, NATO, ONU; H2O; Sr., V. Exª&amp;quot;. O exemplo &amp;quot;NATO&amp;quot; (OTAN), dado pelo Acordo Ortográfico, demonstra não haver respaldo para a mencionada prática de veículos de imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nas publicações da FUNAG, &#039;&#039;&#039;deverão ser usadas as grafias adotadas pelas próprias instituições&#039;&#039;&#039;, havendo inclusive casos em que a escrita oficial da sigla alterna, por diferentes razões, letras maiúsculas e minúsculas Sequem alguns exemplos: ACNUR; ALADI; ALCA; Apex-Brasil; ASEAN; BID; BRICS; CAF; CAN; CARICOM; CNPq; CPLP; ECOSOC; Eletrobras, EFTA; FAO; FUNAG; Incra; Inmetro; Ipea; IRBr; MAPA; MERCOSUL; MoMA; MRE; OCDE; ONU; OPEP; OTAN; Petrobras; PNUD; PNUMA; PROSUL; Sudene; UFRGS; UFRJ; UFSCar; UNASUL; UnB; UNCTAD; UNESCO; USP; VOLP (a própria Academia Brasileira de Letras dá exemplo, com &amp;quot;VOLP&amp;quot;, de acrônimo com quatro letras grafado somente com maiúsculas); etc. Sugere-se confirmar a forma de utilização da sigla ou acrônimo no portal oficial da respectiva instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas podem receber plural, marcado por um “s” minúsculo: &amp;quot;PMs visitaram cinco UPPs cariocas no sábado.&amp;quot; Nunca se usará, nesses casos, o apóstrofo. Algumas siglas rejeitam a marca do plural, por seu significado já incluir, opcionalmente, o plural: Os PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) (embora também se possa dizer “um PALOP”). Quando a sigla termina em “S”, também é praxe dispensar-se o “s” minúsculo que marcaria o plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomes de políticos deverão ser acompanhados da sigla do partido ao qual pertençam na primeira menção do nome. A sigla partidária deverá ser indicada entre parênteses, separada com barra da sigla de seu estado: O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG, as siglas dos estados brasileiros devem constar, entre parênteses, após o nome dos municípios, com exceção das capitais: Novo Hamburgo (RS); Chapecó (SC); Foz do Iguaçu (PR); Porto Alegre; Florianópolis; Curitiba, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a abreviatura encerrar um período (como no parágrafo anterior), não se deve duplicar o ponto abreviativo com outro ponto, para indicar o fim do período. No entanto, se a abreviatura for seguida de qualquer outro sinal de pontuação (vírgula, ponto e vírgula, dois pontos, etc.), esse sinal deve ser mantido após o ponto abreviativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a forma correta das abreviaturas ou reduções, sugere-se consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL) e os principais dicionários da língua portuguesa.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=599</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=599"/>
		<updated>2020-07-16T19:54:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, anticoloniais, anticonservador, antiliberal, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, alto-mar, anglo-saxão, anti-humanas, anti-humanitário, anti-humanistas, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, inter-religioso, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanente&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=598</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=598"/>
		<updated>2020-07-16T19:47:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, anticoloniais, anticonservador, antiliberal, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de Brigada, general de Divisão, general de Exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, alto-mar, anglo-saxão, anti-humanas, anti-humanitário, anti-humanistas, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, inter-religioso, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanente&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=595</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=595"/>
		<updated>2020-06-27T16:40:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Timor-Leste; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=594</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=594"/>
		<updated>2020-06-27T16:31:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty recomenda a utilização de maiúsculas não somente nos nomes de instituições, mas também nas partes de nomes de instituições usadas em&lt;br /&gt;
combinação com nomes de cargos. Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A norma 8.2 da ABNT indica que “o título e o subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento, separados por dois pontos”, enquanto a íntegra do documento (Normas Brasileiras – ABNT NBR 6023) aponta o uso de maiúscula somente na primeira letra do título seguido por todo o restante em letras minúsculas, exceto nomes próprios e siglas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o &#039;&#039;Manual de redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) recomendar para que se use iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes etc., este mesmo manual usa em sua bibliografia somente a maiúscula no primeiro elemento e minúsculas nos demais vocábulos. Nota-se, inclusive, que o exemplo usado na página 56 – &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039; – está de outra forma na bibliografia na página 173 – BECHARA, Evanildo. &#039;&#039;Moderna gramática portuguesa&#039;&#039;. 19. ed. São Paulo: Nacional, 1974.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em compostos com hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme o Manual de redação da Presidência da República (p. 26), em palavras com hífen, após se optar pelo uso da maiúscula ou da minúscula, deve-se manter a escolha para a grafia de todos os elementos hifenizados: pode-se escrever “Vice-Presidente” ou “vice-presidente”, mas não “Vice-presidente”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nomes próprios, ambos os elementos do composto com hífen devem ser escritos com iniciais maiúsculas. Por exemplo, Grã-Bretanha; Associação Latino-Americana de Integração; Organização Pan-Americana da Saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=593</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=593"/>
		<updated>2020-06-14T08:13:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, alto-mar, anglo-saxão, anti-humanitário, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanete&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=L%C3%ADnguas_estrangeiras&amp;diff=567</id>
		<title>Línguas estrangeiras</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=L%C3%ADnguas_estrangeiras&amp;diff=567"/>
		<updated>2020-06-05T13:59:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nomes do Itamaraty&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ministério das Relações Exteriores é historicamente conhecido, nacional e internacionalmente, como “Itamaraty” – nome do palácio que lhe serve de sede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras línguas é grafado como: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em inglês&#039;&#039;&#039; - Ministry of Foreign Affairs (of Brazil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em francês&#039;&#039;&#039; - Ministère des Affaires étrangères (du Brésil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em espanhol&#039;&#039;&#039; - Ministerio de Relaciones Exteriores (de Brasil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas formas devem ser empregadas em todas as publicações e expedientes institucionais nessas línguas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Títulos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Português&#039;&#039;&#039; (Manual de Redação da Presidência da República, p. 56; Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal, verbete &amp;quot;Itálico&amp;quot;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de livros, dissertações, teses, etc. em português, todas as palavras devem ser escritas com inicial maiúscula, com exceção de palavras de ligação, como artigos, conjunções e pronomes.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O Sol é para Todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias Póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Inglês&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de livros, dissertações, teses, etc. em inglês, a primeira letra de cada palavra deve ser escrita com maiúscula, à exceção de artigos e preposições.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;To Kill a Mockingbird&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;The Posthumous Memoirs of Bras Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Espanhol, francês e italiano&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas a primeira letra deve ser escrita com maiúscula, à exceção de nomes próprios que se encontrem no interior do título.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Matar un ruiseñor&#039;&#039; &lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Ne tirez pas sur l&#039;oiseau moqueur&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memorias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Mémoires posthumes de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Datas&amp;diff=566</id>
		<title>Datas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Datas&amp;diff=566"/>
		<updated>2020-06-05T13:46:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, cumpre recordar que os nomes dos meses de ano se escrevem em português com minúscula inicial: &amp;quot;O festival terá início na última semana de fevereiro e durará até a segunda semana de março.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constituem exceção, naturalmente, as ocorrências em nomes próprios, ou em expressões tratadas como nome próprio: &amp;quot;Moram na rua Quinze de Novembro.&amp;quot; &amp;quot;A embaixada organizou um excelente Sete de Setembro este ano.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, números menores que dez não devem levar um “zero à esquerda”: escreva-se, portanto, “Brasília, 9 de março” (e não &amp;quot;Brasília, 09 de março&amp;quot;). “O evento ocorrerá entre os dias 1 e 5 de setembro próximo” (no caso do dia primeiro de um mês, pode-se usar o número cardinal, 1, em vez do ordinal, 1º, para padronização).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas inteiramente por meio de números, porém, a padronização internacional atual recomenda o uso de sempre dez dígitos – dois para dia e dois para o mês (mesmo no caso de números menores que dez) e quatro algarismos para o ano: 14/09/2017, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em textos, use da seguinte forma: 7 de fevereiro de 2012.&lt;br /&gt;
: Com participação de argentinos, PARLASUL volta a se reunir em 2 de julho.&lt;br /&gt;
: De acordo com a Constituição, o Congresso Nacional se reúne de 1 de fevereiro a 17 de julho e de 1 de agosto a 22 de dezembro.&lt;br /&gt;
: Em infográficos, tabelas, créditos de imagens ou textos de legenda, pode-se usar a data de forma abreviada. Nesse caso, separe os números por barra e use zero antes dos números: 07/02/2012.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Nomes_oficiais_de_pa%C3%ADses_em_ingl%C3%AAs,_espanhol_e_franc%C3%AAs&amp;diff=565</id>
		<title>Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Nomes_oficiais_de_pa%C3%ADses_em_ingl%C3%AAs,_espanhol_e_franc%C3%AAs&amp;diff=565"/>
		<updated>2020-06-05T13:45:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width: 100%; text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;|&#039;&#039;&#039;Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!  Inglês !!  Espanhol !! Francês&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Afghanistan, Islamic Republic of Afghanistan || Afganistán, República Islámica de Afganistán || Afghanistan, République islamique d’Afghanistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Albania, Republic of Albania || Albania, Republic of Albania || Albanie, République d’Albanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Algeria, People&#039;s Democratic Republic of Algeria || Argelia, República Argelina Democrática y Popular || Algérie, République algérienne démocratique et populaire&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Andorra, Principality of Andorra || Andorra, Principado de Andorra || Andorre, Principauté d&#039;Andorre&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Angola, Republic of Angola || Angola, República de Angola || Angola, République d&#039;Angola&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Antigua and Barbuda, Antigua and Barbuda || Antigua y Barbuda, Antigua y Barbuda || Antigua-et-Barbuda, Antigua-et-Barbuda&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Argentina, Argentine Republic || Argentina, República Argentina || Argentine, République Argetine &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Armenia, Republic of Armenia || Armenia, República de Armenia || Arménie, République d&#039;Arménie &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Australia, Commonwealth of Australia || Australia, Commonwealth de Australia || Australie, Commonwealth d&#039;Australie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Austria, Republic of Austria || Austria, República de Austria || Autriche, République d&#039;Autriche&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Azerbaijan, Republic of Azerbaijan || Azerbaiyán, República de Azerbaiyán || Azerbaïdjanz République d&#039;Azerbaïdjan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Bahamas, Commonwealth of the Bahamas || Bahamas, Commonwealth de las Bahamas || Bahamas, Commonwealth des Bahamas &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Bahrain, Kingdom of Bahrain || Reino de Bahrein || Bahreïn, Royaume de Bahreïn &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Bangladesh, People&#039;s Republic of Bangladesh || Bangladés, República Popular de Bangladés || Bangladesh, République populaire du Bangladesh&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Barbados, Barbados || Barbados, Barbados || Barbade, Barbade &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Belarus, Republic of Belarus || Belarús, República de Belarús ||Bélarus, République du Bélarus  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Belgium, Kingdom of Belgium || Bélgica, Reino de Bélgica || Belgique, Royaume de Belgique   &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Belize, Belize || Belice, Belice || Belize, Belize &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Benin, Republic of Benin || Benín, República de Benín || Bénin, République du Bénin &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Bhutan, Kingdom of Bhutan || Bután, Reino de Bután || Bhoutan, Royaume du Bhoutan  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Bolivia, Plurinational State of Bolivia || Bolivia, Estado Plurinacional de Bolivia || Bolivie, État plurinational de Bolivie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Bosnia and Herzegovina, Bosnia and Herzegovina || Bosnia y Herzegovina, Bosnia y Herzegovina || Bosnie-Herzégovine, Bosnie-Herzégovine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Botswana, Republic of Botswana || Botsuana, República de Botsuana || Botswana, République du Botswana&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Brazil, Federative Republic of Brazil || Brasil, República Federativa de Brasil || Brésil, République fédérative du Brésil&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Brunei Darussalam, Negara Brunei Darussalam || Brunéi, Estado de Brunéi Darussalam || Brunei, État de Brunei Darussalam&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Bulgaria, Republic of Bulgaria || Bulgaria, República de Bulgaria || Bulgarie, République de Bulgarie &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Burkina Faso, Burkina Faso || Burkina Faso, Burkina Faso || Burkina Faso, Burkina Faso&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Burundi, Republic of Burundi || Burundi, República de Burundi || Burundi, République du Burundi&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Cabo Verde, Republic of Cabo Verde || Cabo Verde, República de Cabo Verde || Cabo Verde, République du Cabo Verde&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Cambodia, Kingdom of Cambodia || Camboya, Reino de Camboya || Cambodge, Royaume du Cambodge&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Cameroon, Republic of Cameroon || Camerún, República de Camerún || Cameroun, République du Cameroun&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Canada, Canada || Canadá, Canadá || Canada, Canada&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Central African Republic, Central African Republic || República Centroafricana, República Centroafricana || Centrafrique, République centrafricaine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Chad, Republic of Chad || Chad, República de Chad || Tchad, République du Tchad&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Chile, Republic of Chile || Chile, República de Chile || Chili, République du Chili&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|China, People&#039;s Republic of China || China, República Popular China || Chine, République populaire de Chine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Colombia, Republic of Colombia || Colombia, República de Colombia || Colombie, République de Colombie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Comoros, Union of the Comoros || Comoras, Unión de las Comoras || Comores, Union des Comores&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|(Democratic Republic of) Congo, Democratic Republic of the Congo || (República Democrática del) Congo, República Democrática del Congo || (la République démocratique du) Congo, République démocratique du Congo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Congo, Republic of the, Republic of the Congo || Congo, República del, República del Congo || Congo, République du Congo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Cook Islands, Cook Islands || Islas Cook, Islas Cook || Îles Cook, Îles Cook&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Costa Rica, Republic of Costa Rica || Costa Rica, República de Costa Rica || Costa Rica, République du Costa Rica&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Côte d&#039;Ivoire, Republic of Côte d&#039;Ivoire || Côte d’Ivoire, República de Côte d’Ivoire || Côte d’Ivoire, République de Côte d’Ivoire&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Croatia, Republic of Croatia || Croacia, República de Croacia || Croatie, République de Croatie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Cuba, Republic of Cuba || Cuba, República de Cuba || Cuba, République de Cuba&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Cyprus, Republic of Cyprus || Chipre, República de Chipre || Chypre, République de Chypre&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Czechia, Czech Republic || Chequia, República Checa || Tchéquie, République tchèque&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Denmark, Kingdom of Denmark || Dinamarca, Reino de Dinamarca || Danemark, Royaume du Danemark&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Djibouti, Republic of Djibouti || Yibuti, República de Yibuti || Djibouti, République de Djibouti&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Dominica, Commonwealth of Dominica || Dominica, Commonwealth de Dominica || Dominique, Commonwealth de Dominique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Dominican Republic, Dominican Republic || República Dominicana, República Dominicana || République dominicaine, République dominicaine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ecuador, Republic of Ecuador || Ecuador, República del Ecuador || Équateur, République de l’Équateur&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Egypt, Arab Republic of Egypt || Egipto, República Árabe de Egipto || Égypte, République arabe d’Égypte&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|El Salvador, Republic of El Salvador || El Salvador, República de El Salvador || Salvador, République du Salvador&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Equatorial Guinea, Republic of Equatorial Guinea || Guinea Ecuatorial, República de Guinea Ecuatorial || Guinée équatoriale, République de Guinée équatoriale&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Eritrea, State of Eritrea || Eritrea, Estado de Eritrea || Érythrée, État d’Érythrée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Estonia, Republic of Estonia || Estonia, República de Estonia || Estonie, République d’Estonie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ethiopia, Federal Democratic Republic of Ethiopia || Etiopía, República Democrática Federal de Etiopía || Éthiopie, République démocratique fédérale d’Éthiopie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Fiji, Republic of Fiji || Fiyi, República de Fiyi || Fidji, République des Fidji&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Finland, Republic of Finland || Finlandia, República de Finlandia || Finlande, République de Finlande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|France, French Republic || Francia, República Francesa || France, République française&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Gabon, Gabonese Republic || Gabón, República Gabonesa || Gabon, République gabonaise&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|The Gambia, Republic of The Gambia || Gambia, República de Gambia || Gambie, République de Gambie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Georgia, Georgia || Georgia, Georgia || Géorgie, Géorgie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Germany, Federal Republic of Germany || Alemania, República Federal de Alemania || Allemagne, République fédérale d’Allemagne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ghana, Republic of Ghana || Ghana, República de Ghana || Ghana, République du Ghana&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Greece, Hellenic Republic || Grecia, República Helénica || Grèce, République hellénique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Grenada, Grenada || Granada, Granada || Grenade, Grenade&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guatemala, Republic of Guatemala || Guatemala, República de Guatemala || Guatémala, République du Guatémala&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guinea, Republic of Guinea || Guinea, República de Guinea || Guinée, République de Guinée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guinea-Bissau, Republic of Guinea-Bissau || Guinea-Bissau, República de Guinea-Bissau || Guinée-Bissau, République de Guinée-Bissau&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Guyana, Cooperative Republic of Guyana || Guyana, República Cooperativa de Guyana || Guyana, République coopérative du Guyana&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Haiti, Republic of Haiti || Haití, República de Haití || Haïti, République d’Haïti&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Honduras, Republic of Honduras || Honduras, República de Honduras || Honduras, République du Honduras&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Hungary, Hungary || Hungría, Hungría || Hongrie, Hongrie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Iceland, Iceland || Islandia, Islandia || Islande, Islande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|India, Republic of India || India, República de la India || Inde, République de l’Inde&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Indonesia, Republic of Indonesia || Indonesia, República de Indonesia || Indonésie, République d’Indonésie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Iran, Islamic Republic of Iran || Irán, República Islámica de Irán || Iran, République islamique d’Iran&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Iraq, Republic of Iraq || Irak, República de Irak || Iraq, République d’Iraq&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ireland, Ireland || Irlanda, Irlanda || Irlande, Irlande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Israel, State of Israel || Israel, Estado de Israel || Israël, État d’Israël&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Italy, Italian Republic || Italia, República Italiana || Italie, République italienne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Jamaica, Jamaica || Jamaica, Jamaica || Jamaïque, Jamaïque&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Japan, Japan || Japón, Japón || Japon, Japon&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Jordan, Hashemite Kingdom of Jordan || Jordania, Reino Hachemita de Jordania || Jordanie, Royaume hachémite de Jordanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kazakhstan, Republic of Kazakhstan || Kazajistán, República de Kazajistán || Kazakhstan, République du Kazakhstan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kenya, Republic of Kenya || Kenia, República de Kenia || Kenya, République du Kenya&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kiribati, Republic of Kiribati || Kiribati, República de Kiribati || Kiribati, République des Kiribati&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|(North) Korea, Democratic People&#039;s Republic of Korea || Corea (del Norte), República Popular Democrática de Corea || Corée (du Nord), République populaire démocratique de Corée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|(South) Korea, Republic of Korea || Corea (del Sur), República de Corea || Corée (du Sud), République de Corée&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kuwait, State of Kuwait || Kuwait, Estado de Kuwait || Koweït, État du Koweït&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Kyrgyzstan, Kyrgyz Republic || Kirguistán, República Kirguisa || Kirghizstan, République kirghize&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Laos, Lao People&#039;s Democratic Republic || Laos, República Democrática Popular de Laos || Laos, République démocratique populaire lao&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Latvia, Republic of Latvia || Letonia, República de Letonia || Lettonie, République de Lettonie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Lebanon, Lebanese Republic || Líbano, República Libanesa || Liban, République libanaise&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Lesotho, Kingdom of Lesotho || Lesoto, Reino de Lesoto || Lesotho, Royaume du Lesotho&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Liberia, Republic of Liberia || Liberia, República de Liberia || Libéria, République du Libéria&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Libya, Libya || Libia, Libia || Libye, Libye&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Liechtenstein, Principality of Liechtenstein || Liechtenstein, Principado de Liechtenstein || Liechtenstein, Principauté de Liechtenstein&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Lithuania, Republic of Lithuania || Lituania, República de Lituania || Lituanie, République de Lituanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Luxembourg, Grand Duchy of Luxembourg || Luxemburgo, Gran Ducado de Luxemburgo || Luxembourg, Grand-Duché de Luxembourg&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Macedonia, Republic of Macedonia || Macedonia, República de Macedonia || Macédoine, République de Macédoine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Madagascar, Republic of Madagascar || Madagascar, República de Madagascar || Madagascar, République de Madagascar&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Malawi, Republic of Malawi || Malaui, República de Malaui || Malawi, République du Malawi&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Malaysia, Malaysia || Malasia, Malasia || Malaisie, Malaisie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Maldives, Republic of Maldives || Maldivas, República de Maldivas || Maldives, République des Maldives&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mali, Republic of Mali || Mali, República de Mali || Mali, République du Mali&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Malta, Republic of Malta || Malta, República de Malta || Malte, République de Malte&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Marshall Islands, Republic of the Marshall Islands || Islas Marshall, República de las Islas Marshall || Marshall, République des Îles Marshall&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mauritania, Islamic Republic of Mauritania || Mauritania, República Islámica de Mauritania || Mauritanie, République islamique de Mauritanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mauritius, Republic of Mauritius || Mauricio, República de Mauricio || Maurice, République de Maurice&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mexico, United Mexican States || México, Estados Unidos Mexicanos || Mexique, États-Unis mexicains&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Micronesia, Federated States of Micronesia || Micronesia, Estados Federados de Micronesia || Micronésie, États fédérés de Micronésie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Moldova, Republic of Moldova || Moldova, República de Moldova || Moldova, République de Moldova&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Monaco, Principality of Monaco || Mónaco, Principado de Mónaco || Monaco, Principauté de Monaco&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mongolia, Mongolia || Mongolia, Mongolia || Mongolie, Mongolie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Montenegro, Montenegro || Montenegro, Montenegro || Monténégro, Monténégro&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Morocco, Kingdom of Morocco || Marruecos, Reino de Marruecos || Maroc, Royaume du Maroc&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Mozambique, Republic of Mozambique || Mozambique, República de Mozambique || Mozambique, République du Mozambique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Myanmar, Republic of the Union of Myanmar || Myanmar, República de la Unión de Myanmar || Myanmar, République de l’Union du Myanmar&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Namibia, Republic of Namibia || Namibia, República de Namibia || Namibie, République de Namibie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nauru, Republic of Nauru || Nauru, República de Nauru || Nauru, République de Nauru&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nepal, Federal Democratic Republic of Nepal || Nepal, República Democrática Federal de Nepal || Népal, République démocratique fédérale du Népal&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Netherlands, Kingdom of the Netherlands || Países Bajos, Reino de los Países Bajos || Pays-Bas, Royaume des Pays-Bas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|New Zealand, New Zealand || Nueva Zelandia, Nueva Zelandia || Nouvelle-Zélande, Nouvelle-Zélande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nicaragua, Republic of Nicaragua || Nicaragua, República de Nicaragua || Nicaragua, République du Nicaragua&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Niger, Republic of Niger || Níger, República de Níger || Niger, République du Niger&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Nigeria, Federal Republic of Nigeria || Nigeria, República Federal de Nigeria || Nigéria, République fédérale du Nigéria&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Niue, Niue || Niue, Niue || Niue, Niue&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Norway, Kingdom of Norway || Noruega, Reino de Noruega || Norvège, Royaume de Norvège&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Oman, Sultanate of Oman || Omán, Sultanato de Omán || Oman, Sultanat d’Oman&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Pakistan, Islamic Republic of Pakistan || Pakistán, República Islámica de Pakistán || Pakistan, République islamique du Pakistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Palau, Republic of Palau || Palaos, República de Palaos || Palaos, République des Palaos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Palestine, State of Palestine || Palestina, Estado de Palestina || Palestine, État de Palestine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Panama, Republic of Panama || Panamá, República de Panamá || Panama, République du Panama&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Papua New Guinea, Independent State of Papua New || Papúa Nueva Guinea, Estado Independiente de Papúa Nueva || Papouasie-Nouvelle-Guinée, État indépendant de Papouasie-Nouvelle-Guinea&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Paraguay,Republic of Paraguay || Paraguay,  República del Paraguay || Paraguay, République du Paraguay&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Peru, Republic of Peru || Perú, República del Perú, || Pérou, République du Pérou&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Philippines, |Republic of the Philippines ||  Filipinas, República de Filipinas || Philippines, République des Philippines &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Poland, Republic of Poland || Polonia, República de Polonia || Pologne, République de Pologne,&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Portugal, Portuguese Republic || Portugal,  República Portuguesa ||  Portugal, République portugaise,&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Qatar, State of Qatar || Catar, Estado de Catar || Qatar, État du Qatar&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Romania, Romania || Rumania, Rumania || Roumanie, Roumanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Russia, Russian Federation,  || Rusia,  Federación de Rusia || Russie, Fédération de Russie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Rwanda, Republic of Rwanda || Ruanda, República de Ruanda || Rwanda, République du Rwanda&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saint Kitts and Nevis, Federation of Saint Kitts and Nevis ||  San Cristóbal y Nieves, Federación de San Cristóbal y Nieves || Saint-Christophe-et-Niévès, Fédération de Saint-Christophe-et-Niévès&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saint Lucia, Saint Lucia || Santa Lucía, Santa Lucía, || Sainte-Lucie, Sainte-Lucie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saint Vincent and the Grenadines, Saint Vincent and the Grenadines ||  San Vicente y las Granadinas, San Vicente y las Granadinas ||  Saint-Vincent-et-les-Grenadines, Saint-Vincent-et-les-Grenadines&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Samoa, Independent State of Samoa || Samoa, Estado Independiente de Samoa || Samoa, État indépendant du Samoa&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|San Marino, Republic of San Marino || San Marino, República de San Marino || Saint-Marin, République de Saint-Marin&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sao Tome and Principe, Democratic Republic of Sao Tome and, Principe || Santo Tomé y Príncipe, República Democrática de Santo Tomé y Príncipe || République de Saint-Marin, Sao Tomé-et-Principe&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Saudi Arabia, Kingdom of Saudi Arabia || Arabia Saudita, Reino de la Arabia Saudita || Arabie saoudite, Royaume d’Arabie saoudite&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Senegal, Republic of Senegal || Senegal, República del Senegal || Sénégal, République du Sénégal&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Serbia, Republic of Serbia || Serbia, República de Serbia || Serbie, République de Serbie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Seychelles, Republic of Seychelles || Seychelles, República de Seychelles || Seychelles, République des Seychelles&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sierra Leone, Republic of Sierra Leone || Sierra Leona, República de Sierra Leona || Sierra Leone, République de Sierra Leone&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Singapore, Republic of Singapore || Singapur, República de Singapur || Singapour, République de Singapour&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Slovakia, Slovak Republic || Eslovaquia, República Eslovaca || Slovaquie, République slovaque&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Slovenia, Republic of Slovenia || Eslovenia, República de Eslovenia || Slovénie, République de Slovénie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Solomon Islands, Solomon Islands || Islas Salomón, Islas Salomón || Salomon, Îles Salomon&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Somalia, Federal Republic of Somalia || Somalia, República Federal de Somalia || Somalie, République fédérale de Somalie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|South Africa, Republic of South Africa || Sudáfrica, República de Sudáfrica || Afrique du Sud, République d’Afrique du Sud&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|South Sudan, Republic of South Sudan || Sudán del Sur, República de Sudán del Sur || Soudan du Sud, République du Soudan du Sud&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Spain, Kingdom of Spain || España, Reino de España || Espagne, Royaume d’Espagne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sri Lanka, Democratic Socialist Republic of Sri Lanka || Sri Lanka, República Democrática Socialista de Sri Lanka || Sri Lanka, République démocratique socialiste duSri Lanka&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sudan, Republic of the Sudan || Sudán, República de Sudán || Soudan, République du Soudan &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Suriname, Republic of Suriname|| Surinam, República de Surinam || Suriname, République du Suriname&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Swaziland, Kingdom of Swaziland ||  Suazilandia, Reino de Suazilandia || Swaziland, Royaume du Swaziland&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Sweden, Kingdom of Sweden || Suecia, Reino de Suecia || Suède, Royaume de Suède&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Switzerland, Swiss Confederation || Suiza, Confederación Suiza || Suisse, Confédération suisse&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Syria, Syrian Arab Republic || Siria, República Árabe Siria || Syrie, République arabe syrienne&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tajikistan, Republic of Tajikistan || Tayikistán, República de Tayikistán || Tadjikistan, République du Tadjikistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tanzania, United Republic of Tanzania || Tanzania, República Unida de Tanzania || Tanzanie, République unie de Tanzanie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Thailand, Kingdom of Thailand || Tailandia, Reino de Tailandia || Thaïlande, Royaume de Thaïlande&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Timor-Leste, Democratic Republic of Timor-Leste || Timor-Leste,  República Democrática de Timor-Leste || Timor-Leste, République démocratique du Timor-Leste&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Togo, Togolese Republic  ||Togo, República Togolesa || Togo, République togolaise&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tonga, Kingdom of Tonga || Tonga, Reino de Tonga || Tonga, Royaume des Tonga&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Trinidad and Tobago, Republic of Trinidad and Tobago || Trinidad y Tobago, República de Trinidad y Tobago ||  Trinité-et-Tobago,  République de Trinité-et-Tobago&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tunisia, Republic of Tunisia, || Túnez, República de Túnez, || Tunisie, République tunisienne, &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Turkey, Republic of Turkey || Turquía, República de Turquía, || Turquie, République de Turquie, &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Turkmenistan, Turkmenistan || Turkmenistán, Turkmenistán || Turkménistan, Turkménistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tuvalu, Tuvalu || Tuvalu, Tuvalu || Tuvalu, Tuvalu &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Ukraine, Ukraine || Ucrania, Ucrania || Ukraine, Ukraine&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Uganda, Republic of Uganda  || Uganda República de Uganda || Ouganda,République d’Ouganda &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|United Arab Emirates, United Arab Emirates || Emiratos Árabes Unidos, Emiratos Árabes Unidos   || Émirats arabes unis,Émirats arabes unis&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|United Kingdom, United Kingdom of Great Britain and, Northern Ireland || Reino Unido, Reino Unido de Gran Bretaña e Irlanda, del Norte || Royaume-Uni, Royaume-Uni de Grande-Bretagne et, d’Irlande du Nord&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|United States, United States of America || Estados Unidos, Estados Unidos de América || États-Unis, États-Unis d’Amérique&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Uruguay, Oriental Republic of Uruguay || Uruguay, República Oriental del Uruguay || Uruguay, République orientale de l’Uruguay&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Uzbekistan, Republic of Uzbekistan || Uzbekistán, República de Uzbekistán || Ouzbékistan, République d’Ouzbékistan&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vanuatu, Republic of Vanuatu || Vanuatu, República de Vanuatu || Vanuatu, République du Vanuatu&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Vatican / The Holy See, Vatican City State / The Holy See || Vaticano / Santa Sede, Estado de la Ciudad del Vaticano / Santa Sede || Vatican / Saint-Siège, État de la Cité du Vatican / Saint-Siège&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Venezuela, Bolivarian Republic of Venezuela || Venezuela, República Bolivariana de Venezuela || Vénézuéla, République bolivarienne du Vénézuéla&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Viet Nam, Socialist Republic of Viet Nam || Vietnam, República Socialista de Vietnam || Viêt Nam, République socialiste du Viêt Nam&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Yemen, Republic do Yemen || Yemen, República del Yemen || Yémen, République du Yémen&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Zambia, Republic of Zambia || Zambia, República de Zambia || Zambie, République de Zambie&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Zimbabwe, Republic of Zimbabwe || Zimbabue, República de Zimbabue || Zimbabwe, République du Zimbabwe&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Top%C3%B4nimos_e_gent%C3%ADlicos&amp;diff=564</id>
		<title>Topônimos e gentílicos</title>
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		<updated>2020-06-05T13:45:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversos são os sufixos de que dispõe a língua portuguesa para a formação dos substantivos e adjetivos gentílicos. São exemplos: “–ano” (como em, por exemplo, “moçambicano”), “–ão” (como em “afegão”), “–enho” (“panamenho”), “–ense” (“singapurense”), “–ês” (“neozelandês”), “–ino” (“argentino”), “–ita”(“iemenita”), “–ol” (“mongol”), “–ota” (“cipriota”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, é comum que a um mesmo topônimo correspondam em português múltiplas formas gentílicas dicionarizadas. Para a República do Mali, por exemplo, dicionários registram como válidas as formas “malinês”, “malinense”, “malense”, “malês” e “maliano” – sendo esta última, porém, praticamente a única com efetivo uso corrente. A abundância de formas constantes de vocabulários e dicionários não implica a existência do mesmo número de formas em uso prático e corrente. A rigor, independentemente dos registros, uma única forma acaba por consolidar-se no uso geral da língua – o mesmo processo, aliás, pelo qual passou o gentílico “brasileiro”, antes de suplantar as até hoje registradas “brasilense”, “brasiliense”, “brasiliano”, “brasílico”, “brasilíada”, “brasílio” e “brasil”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste trabalho de consolidação, procurou-se apresentar uma lista de viés pragmático, que indica, em vez de todas as formas existentes, apenas uma forma recomendável (com algumas poucas exceções), com base no número de registros em enciclopédias, dicionários e vocabulários brasileiros e de demais países lusófonos, no uso em meios de comunicação e organismos internacionais. Em relação aos gentílicos apresentados para países africanos, foi dada preferência às formas amplamente usadas nos países lusófonos africanos, mesmo quando divergiam das formas preferidas por dicionaristas brasileiros e portugueses (é o caso, por exemplo, de “burundês”, praticamente a única forma usada nos países lusófonos africanos, onde de fato se escreve com frequência sobre o Burundi, mas ignorada por vocabulários brasileiros e portugueses, que trazem, porém, numerosas formas de limitado uso, como *burundiano, *burundinês e *burúndio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Topônimos e gentílicos do Brasil e dos demais países de língua portuguesa&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Comitê de Nomes Geográficos (CNGEO), que integra a Comissão Nacional de Cartografia (CONCAR), tem por função promover a padronização de nomes geográficos dentro do território da República Federativa do Brasil, assim como dos nomes estrangeiros que serão inseridos em produtos cartográficos nacionais.&lt;br /&gt;
Em cooperação com outras instituições federais, governos estaduais ou municipais, promove ações objetivando a revisão de nomes para posterior padronização. Cabe ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) manter um Banco de Nomes Geográficos do Brasil (BNGB) que pode ser consultado na página daquele instituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para topônimos e gentílicos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, dever-se-á seguir o uso oficialmente feito nos próprios países – sirva de exemplo Kwanza, nome de rio de Angola, de duas províncias do país (Kwanza Norte e Kwanza Sul) e da moeda do país (nesse caso, com minúscula, como os demais nomes de moedas: As transações poderão ser feitas em escudos, euros, francos, kwanzas, meticais ou reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Guiné-Bissau e Timor-Leste mantiveram os hifens em seus nomes, tendo sido exceções admitidas à regra do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa sobre&lt;br /&gt;
limitação do uso do hífen a casos especiais de topônimos compostos (“os iniciados pelo adjetivo grã, grão, ou por forma verbal, ou cujos elementos estejam ligados por artigo”) e consequente abolição nos demais casos, como Antígua e Barbuda, Papua Nova Guiné, São Vicente e Granadinas, etc. Também o emprego ou não de artigo definido com nomes de cidades, estados e países lusófonos deverá seguir o uso oficial local. Nos casos de países, portanto, usam-se, com artigo, os nomes do Brasil, da Guiné-Bissau e da Guiné Equatorial; e, sem artigo, Angola, Cabo Verde, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste (“em Timor-Leste”, “de Timor-Leste”, não “do”, “no”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos estados brasileiros, usam-se com artigo definido: o Acre, o Amapá, o Amazonas, a Bahia, o Ceará, o Espírito Santo, o Maranhão, o Pará, a Paraíba, o Paraná, o Piauí, o Rio de Janeiro, o Rio Grande do Norte, o Rio Grande do Sul, o Tocantins. Usam-se sem artigo: Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width: 100%; text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;|&#039;&#039;&#039;Lista de topônimos e gentílicos em português&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!  Forma breve !!  Nome oficial !!  Capital !!  Gentílico !!  Nota&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Afeganistão ||  a República Islâmica do Afeganistão ||  Cabul (Kabul) ||  afegão ||  1&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a África do Sul || a República da África do Sul || Pretória (Tshwane), Cidade do Cabo (Cape Town), Bloemfontein || sul-africano || 2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Albânia || a República da Albânia || Tirana || albanês || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Alemanha || a República Federal da Alemanha || Berlim (Berlin) || alemão || 3&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Andorra || o Principado de Andorra || Andorra-a-Velha || andorrano || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Angola || a República de Angola || Luanda || angolano || 4&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Antígua e Barbuda || Antígua e Barbuda || Saint John&#039;s || antiguano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Arábia Saudita || o Reino da Arábia Saudita || Riade (Riyadh) || saudita || 5&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Argélia || a República Argelina Democrática e Popular || Argel (Algiers) || argelino || 6&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Argentina || a República Argentina || Buenos Aires || argentino || 7&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Armênia || a República da Armênia || Ierevan || armênio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Austrália || a Comunidade da Austrália || Camberra || australiano || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Áustria || a República da Áustria || Viena (Wien) || austríaco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Azerbaijão || a República do Azerbaijão || Baku || azerbaijano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (as) Bahamas || a Comunidade das Bahamas || Nassau || bahamense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Bangladesh || a República Popular do Bangladesh || Daca (Dhaka) ||bangladês, bangladense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Barbados || Barbados || Bridgetown || barbadiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Bahrein || o Reino do Bahrein || Manama || bahreinita ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Bélgica || o Reino da Bélgica || Bruxelas || belga ||8&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Belize || Belize || Belmopan || belizenho ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Benim || a República do Benim || Porto Novo (Porto-Novo), Cotonou [pronúncia: Cotonú] || beninês || 9&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Belarus || a República da Belarus || Minsk || belarusso || 10&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|a Bolívia || o Estado Plurinacional da Bolívia || La Paz, Sucre || boliviano || 11&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Bósnia || a Bósnia e Herzegovina || Sarajevo || bósnio ||  12&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Botsuana || a República do Botsuana || Gaborone || botsuanês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Brasil || a República Federativa do Brasil || Brasília || brasileiro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Brunei || o Estado do Brunei Darussalam || Bandar Seri Begawan || bruneíno ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Bulgária ||  a República da Bulgária || Sófia || búlgaro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Burkina Faso || o Burkina Faso || Uagadugu (Ouagadougou) ||burkineonse, burkinabé ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Burundi || a República do Burundi [pronúncia: Burúndi] || Bujumbura || burundês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Butão || o Reino do Butão || Thimphu [pronúncia: Timpú] || butanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Cabo Verde || a República de Cabo Verde || Praia || cabo-verdiano || 13&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Cameroun (Camarões) || a República do Cameroun (Camarões) (pronúncia: Camerún) || Iaundê || camerounês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Camboja || o Reino do Camboja || Phnom Penh [pronúncia: Pnom -] || cambojano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Catar || o Estado do Catar || Doha || catariano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Canadá || o Canadá || Ottawa || canadense || 14&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Cazaquistão || a República do Cazaquistão || Nursultan (até 20/03/2019, Astana) || cazaque ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Chade || a República do Chade || N&#039;Djamena || chadiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Chile || a República do Chile || Santiago || chileno || 15&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a China || a República Popular da China || Pequim (Beijing) || chinês || 16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Chipre || a República de Chipre || Nicósia || cipriota || 17&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Colômbia || a República da Colômbia || Bogotá || colombiano || 18&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| (as) Comores || a União das Comores || Moroni || comoriano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a República do Congo, o Congo Brazzaville || a República do Congo || Brazzaville || congolês || 19&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Congo Kinshasa, a RDC || a República Democrática do Congo || Kinshasa || congolês || 19&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Coreia do Sul || a República da Coreia || Seul (Seoul) || sul-coreano || 20&lt;br /&gt;
|-  &lt;br /&gt;
| a Coreia do Norte || a República Popular Democrática da Coreia || Pyongyang || norte-coreano || 20&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Costa do Marfim, a Côte d&#039;Ivoire || a República da Côte d&#039;Ivoire (Costa do Marfim) || Yamoussoukro, Abidjã || costa-marfinense, marfinense || 21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Costa Rica || a República da Costa Rica || São José || costa-ricense || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Croácia || a República da Croácia || Zagreb || croata ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Cuba || a República de Cuba || Havana (La Habana) || cubano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Dinamarca || o Reino da Dinamarca || Copenhague (København) || dinamarquês || 22&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Djibouti || a República do Djibouti || Djibouti [pronúncia: Djibutí ] || djiboutiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Dominica || a Comunidade da Dominica || Roseau [pronúncia: Rozô ] || dominiquense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Egito || a República Árabe do Egito || Cairo || egípcio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| El Salvador || a República de El Salvador || São Salvador || salvadorenho ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Emirados Árabes || os Emirados Árabes Unidos || Abu Dhabi || emiradense, emirático ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Equador || a República do Equador || Quito || equatoriano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Eritreia || o Estado da Eritreia || Asmara || eritreu || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Eslováquia || a República Eslovaca || Bratislava || eslovaco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Eslovênia || a República da Eslovênia || Liubliana (Ljubljana) || esloveno ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Espanha || o Reino da Espanha || Madri (Madrid) || espanhol ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Estados Unidos, os EUA || os Estados Unidos da América || Washington || estadunidense, (norte-)americano || 23 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Estônia || a República da Estônia || Talin || estoniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Etiópia || a República Democrática Federal da Etiópia || Adis Abeba (Addis Ababa) || etíope || 24&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fiji || a República de Fiji || Suva || fijiano || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| as Filipinas || a República das Filipinas || Manila || filipino || 25&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Finlândia || a República da Finlândia || Helsinque || finlandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a França || a República Francesa || Paris || francês || 26 ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Gabão || a República Gabonesa || Libreville || gabonês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Gâmbia || a República da Gâmbia || Banjul || gambiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Gana || a República de Gana  || Acra (Accra) || ganês ou ganense || 27&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Geórgia || a Geórgia || Tbilisi || georgiano || 28&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Granada || Granada || Saint George&#039;s || granadino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Grécia || a República Helênica || Atenas || grego ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guatemala || a República da Guatemala || Cidade da Guatemala || guatemalteco || 29&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guiana || a República Cooperativa da Guiana || Georgetown || guianês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guiné, a Guiné Conacri ou a República da Guiné || a República da Guiné || Conacri || guineense || 30&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Guiné-Bissau || a República da Guiné-Bissau || Bissau || guineense, bissau-guineense || 30&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Guiné Equatorial || a República da Guiné Equatorial || Malabo || equato-guineense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Haiti || a República do Haiti || Porto Príncipe (Port-au-Prince) || haitiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Honduras || a República de Honduras || Tegucigalpa || hondurenho || 31 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Hungria || a Hungria || Budapeste (Budapest) || húngaro || 32&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Iêmen || a República do Iêmen || Sanaa || iemenita ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Ilhas Cook || as Ilhas Cook || Avarua || cookiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| as Ilhas Marshall || a República das Ilhas Marshall || Majuro || marshallês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Ilhas Salomão || as Ilhas Salomão || Honiara || salomonense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Índia || a República da Índia || Nova Delhi || indiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Indonésia || a República da Indonésia || Jacarta (Jakarta) || indonésio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Irã  || a República Islâmica do Irã || Teerã (Tehran) || iraniano || 33&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Iraque || a República do Iraque || Bagdá (Baghdad) || iraquiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Irlanda || a Irlanda || Dublin || irlandês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Islândia || a Islândia || Reiquiavique || islandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Israel || o Estado de Israel || israelense || 34 &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|- a Itália || a República Italiana || Roma || italiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Jamaica || a Jamaica || Kingston || jamaicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Japão || o Japão || Tóquio (Tokyo) || japonês || 35&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Jordânia || o Reino Haxemita da Jordânia || Amã (Amman) || jordaniano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Kiribati || a República do Kiribati || Tarawa || kiribatiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Kuwait || o Estado do Kuwait || Cidade do Kuwait || kuwaitiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Laos || a República Democrática Popular do Laos || Vientiane || laosiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Lesoto || o Reino do Lesoto || Maseru || lesotiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Letônia || a República da Letônia || Riga || letão ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Líbano || a República Libanesa || Beirute (Beirut) || libanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Libéria || a República da Libéria || Monróvia || liberiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Líbia  || a Líbia || Trípoli || líbio || 36&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Liechtenstein ||  o Principado de Liechtenstein || Vaduz || liechtensteiniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Lituânia || a República da Lituânia || Vilnius || lituano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| (o) Luxemburgo || o Grão-Ducado de Luxemburgo || Luxemburgo || luxemburguês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Macedônia || a República da Macedônia || Skopje [pronúncia: Skópie] || macedônio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Madagascar || a República do Madagascar || Antananarivo || madagascarense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Malásia || a Malásia || Kuala Lumpur || malásio&amp;lt;sup&amp;gt;37&amp;lt;sup&amp;gt; || 38&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Malawi || a República do Malawi [pronúncia: Maláui] || Lilongwe || malawiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Maldivas || a República das Maldivas || Malé || maldivo ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Mali || a República do Mali || Bamako || maliano || 39&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Malta || a República de Malta || Valletta || maltês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Marrocos || o Reino do Marrocos || Rabat || marroquino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Maurício || a República de Maurício || Port Louis || mauriciano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Mauritânia || a República Islâmica da Mauritânia || Nouakchott || mauritano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o México  || os Estados Unidos Mexicanos || Cidade do México || mexicano || 40&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Myanmar || a República da União de Myanmar || Nay Pyi Taw [pronúncia: Nê Pii Dó], Yangon || myanmarense || 41&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Micronésia || os Estados Federados da Micronésia || Palikir || micronésio ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Moçambique || a República de Moçambique || Maputo || moçambicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Moldova || a República da Moldova || Chisinau [pronúncia: Kishinau] || moldovo || 42&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Mônaco || o Principado de Mônaco || Mônaco || monegasco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Mongólia || a Mongólia || Ulan Bator [tônica: -bá-] || mongol ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Montenegro || Montenegro || Podgorica [pronúncia: Podgoritza] || montenegrino || 43 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Namíbia || a República da Namíbia || Windhoek [pronúncia: Vindúk] || namibiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Nauru || a República de Nauru || Yaren || nauruano || 44&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Nepal || a República Democrática Federal do Nepal || Katmandu || nepalês || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Nicarágua || a República da Nicarágua || Manágua || nicaraguense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Níger || a República do Níger || Niamey || nigerino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Nigéria || a República Federal da Nigéria || Abuja || nigeriano || 45&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Niue || Niue || Alofi || niuiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Noruega || o Reino da Noruega || Oslo || norueguês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Nova Zelândia || a Nova Zelândia || Wellington || neozelandês || 46&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Omã || o Sultanato de Omã || Mascate || omani ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Países Baixos ||  o Reino dos Países Baixos || Amsterdã, Haia (Den Haag) || neerlandês || 47&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Palau || a República de Palau || Melekeok || palauano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Palestina || o Estado da Palestina || Jerusalém Leste || palestino || 48&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Panamá || a República do Panamá || Cidade do Panamá || panamenho ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Papua Nova Guiné || o Estado Independente da Papua Nova Guiné || Port Moresby || papua, papuásio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Paquistão || a República Islâmica do Paquistão || Islamabade || paquistanês || 49&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Paraguai || a República do Paraguai || Assunção (Asunción) || paraguaio || 50&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Peru || a República do Peru || Lima || peruano || 51 || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Polônia || a República da Polônia || Varsóvia (Warszawa) || polonês, polaco || 52&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Portugal || a República Portuguesa || Lisboa || português ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Quênia ||  a República do Quênia || Nairóbi || queniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Quirguistão || a República Quirguiz || Bisqueque || quirguiz ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Reino Unido || o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte || Londres (London) || britânico || 53&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Centro-Africana || a República Centro-Africana || Bangui || centro-africano || 54&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Tcheca || a República Tcheca || Praga || tcheco ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Dominicana || a República Dominicana || São Domingos || dominicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Romênia || a Romênia || Bucareste (București) || romeno ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Ruanda || a República de Ruanda || Kigali || ruandês || 55&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Rússia || a Federação da Rússia || Moscou || russo || 56&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Samoa || o Estado Independente da Samoa || Apia || samoano || 57&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Santa Lúcia || Santa Lúcia || Castries || santa-lucense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| São Cristóvão e Névis || a Federação de São Cristóvão e Névis || Basseterre || são-cristovense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| San Marino || a República de San Marino || San Marino || samarinês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| São Tomé e Príncipe || a República Democrática de São Tomé e Príncipe || São Tomé || santomense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| São Vicente e Granadinas || São Vicente e Granadinas || Kingstown || são-vicentino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Seicheles || a República de Seicheles || Victoria || seichelense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Senegal || a República do Senegal || Dacar || senegalês||&lt;br /&gt;
|- a Serra Leoa || a República da Serra Leoa || Freetown || serra-leonês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Sérvia || a República da Sérvia || Belgrado (Beograd) || sérvio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Singapura || a República de Singapura || Singapura || singapurense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Síria || a República Árabe da Síria || Damasco || sírio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Somália ||a República Federal da Somália || Mogadíscio (Mogadishu) || somaliano, somali || 58&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sri Lanka || a República Democrática Socialista do Sri Lanka  || Colombo, Kotte || sri-lankês || 59&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Suazilândia || o Reino da Suazilândia || Mbabane || suázi || 60&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sudão || a República do Sudão || Cartum (Khartoum) || sudanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sudão do Sul || a República do Sudão do Sul || Juba || sul-sudanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Suécia || o Reino da Suécia || Estocolmo (Stockholm) || sueco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Suíça || a Confederação Suíça || Berna || suíço || 61&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Suriname || a República do Suriname || Paramaribo || surinamês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Tajiquistão || a República do Tajiquistão || Dushambe || tajique ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tailândia || o Reino da Tailândia || Bangkok || tailandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tanzânia || a República Unida da Tanzânia || Dodoma, Dar es Salaam || tanzaniano || 62&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Timor-Leste || a República Democrática de Timor-Leste || Díli || timorense|| 63&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Togo || a República Togolesa || Lomé || togolês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Tonga || o Reino de Tonga || Nuku&#039;alofa || tonganês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Trinidad e Tobago || a República de Trinidad e Tobago || Port of Spain || trinitário ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tunísia || a República da Tunísia || Túnis || tunisiano || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Turcomenistão || o Turcomenistão || Ashgabat || turcomeno || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Turquia || a República da Turquia || Ancara (Ankara) || turco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Tuvalu || Tuvalu || Funafuti || tuvaluano || 64&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Ucrânia || a Ucrânia || Kiev (Kyiv) || ucraniano || 65&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Uganda || a República do Uganda || Kampala || ugandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Uruguai || a República Oriental do Uruguai || Montevidéu (Montevideo) || uruguaio || 66&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Uzbequistão || a República do Uzbequistão || Tashkent || uzbeque ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Vanuatu || a República de Vanuatu || Port Vila || vanuatuense || 67&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Vaticano || o Estado da Cidade do Vaticano || Cidade do Vaticano || vaticano || 68&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Venezuela || a República Bolivariana da Venezuela || Caracas || venezuelano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Vietnã || a República Socialista do Vietnã || Hanói || vietnamita ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Zâmbia || a República da Zâmbia || Lusaca || zambiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Zimbábue || a República do Zimbábue || Harare || zimbabueano ||&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Notas&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. O gentílico referente ao Afeganistão é afegão (plural: afegãos; femininos: afegã, afegãs). O antigo gentílico “afegane” hoje se usa apenas para o nome da moeda do Afeganistão (portanto, apenas como substantivo). São línguas oficiais do Afeganistão o pastó e o persa dari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Pretória é a capital administrativa, sede do Poder Executivo e das embaixadas estrangeiras; a Cidade do Cabo é a capital legislativa (sede do parlamento), e&lt;br /&gt;
Bloemfontein, a capital judiciária. As províncias da África do Sul são: Cabo Ocidental; Cabo Oriental; Cabo Setentrional; Estado Livre; Gauteng; KwaZulu-Natal;&lt;br /&gt;
Limpopo; Mpumalanga; Noroeste. O país tem 11 línguas oficiais: africanse (e também africâner), inglês, ndebele, sesoto, sesoto do norte, setsuana, suázi, tsonga,venda, xhosa e zulu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Os estados da Alemanha são: Baden-Württemberg, Baixa Saxônia, Baviera, Berlim, Brandemburgo, Bremen, Hamburgo, Hessen, Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Renânia do Norte-Westfália, Renânia-Palatinado, Sarre, Saxônia, Saxônia-Anhalt, Schleswig-Holstein e Turíngia. Devem-se aportuguesar, ainda, as&lt;br /&gt;
regiões da Baviera: Alto Palatinado, Suábia, Alta Baviera, Baixa Baviera, Alta Francônia, Baixa Francônia e Média Francônia. Aportuguesar também: Berlim, Colônia,Hamburgo e Munique. Devem-se manter inalterados os demais topônimos, incluídos: Aachen, Bonn, Braunschweig, Bremen, Bielefeld, Chemnitz, Darmstadt,&lt;br /&gt;
Dortmund, Duisburg, Düsseldorf, Essen, Frankfurt, Freiburg, Giessen, Hamelin, Hannover, Karlsruhe, Kassel, Leipzig, Lübeck, Lüneburg, Mainz, Magdeburg,&lt;br /&gt;
Münster, Neubrandeburg, Nürnberg, Potsdam, Regensburg, Stuttgart, Trier, Wuppertal, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. O Acordo Ortográfico em vigor (1990) menciona especificamente o nome “Kwanza” como exemplo de palavra a ser escrita com as letras “k” e “w” em português.&lt;br /&gt;
Kwanza Norte e Kwanza Sul são duas das onze províncias de Angola; a moeda de Angola é o kwanza (com inicial minúscula).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A capital da Arábia Saudita é Riade. A cidade de Gidá é por vezes chamada de “capital comercial” por ser o centro econômico do país, abrigar o principal porto saudita e o aeroporto que serve as cidades de Meca e Medina. As embaixadas estrangeiras na Arábia Saudita situavam-se em Gidá até 1984, tendo desde então&lt;br /&gt;
sido transferidas para Riade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. As duas línguas oficiais da Argélia são o árabe e o amazigue (berbere). Com exceção da capital, Argel, usar todos os demais nomes de cidades na versão francesa:Constantine, Oran, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. De modo geral, o nome oficial a ser usado é “República Argentina”. O chefe de estado do país é oficialmente intitulado, porém, “presidente da Nação Argentina”.Os únicos nomes de cidade e província da Argentina que devem ser aportuguesados são Santa Fé e Rosário. Usar ainda em português os nomes “ilhas Malvinas” e os nomes das ilhas Geórgias do Sul e das ilhas Sandwich do Sul (por exemplo, na expressão “as ilhas Malvinas, Geórgias do Sul e Sandwich do Sul e os espaços marítimos circundantes”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. A Bélgica é formalmente composta por três regiões: Bruxelas, Flandres e Valônia. A região de Flandres é composta pelas seguintes províncias: Antuérpia,&lt;br /&gt;
Brabante Flamengo, Flandres Ocidental, Flandres Oriental e Limburgo. A Valônia é composta pelas seguintes províncias: Brabante, Valão, Hainaut, Liège,&lt;br /&gt;
Luxemburgo e Namur. Quanto a cidades, devem-se aportuguesar os nomes de Antuérpia (em neerlandês, Antwerpen; em francês, Anvers), Bruges (em neerlandês,&lt;br /&gt;
Brugge; em francês, Bruges), Bruxelas (em neerlandês, Brussel; em francês, Bruxelles). Nos demais casos, use-se o nome empregado localmente, seja em francês,&lt;br /&gt;
seja em neerlandês (Gent, Liège, Leuven, Louvain-la-Neuve, Charleroi, Verviers, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Porto-Novo é a capital oficial; Cotonou é a sede do governo e do corpo diplomático. Cotonou pronuncia-se “Cotonú”; Abomey pronuncia-se “Abomé”, e Ouidah&lt;br /&gt;
pronuncia-se “Uidá”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Após o fim da União Soviética, a antiga “República Socialista Soviética da Bielorrússia” tornou-se independente, sob o nome de República da Belarus (nome&lt;br /&gt;
oxítono: a sílaba tônica é &amp;quot;–rus&amp;quot;). O gentílico é belarusso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Sucre é a “capital constitucional”. La Paz (oficialmente: “Nuestra Señora de La Paz”; gentílico: pacenho) é a sede do governo. Nenhum topônimo deve ser&lt;br /&gt;
aportuguesado – usem-se as formas locais: Cobija, Cochabamba, Guayaramerín, Puerto Quijarro, Santa Cruz de la Sierra, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. O “j” em geral pronuncia-se como “i”: Sarajevo pronuncia-se “Saraievo”. A terminação “-ica” pronuncia-se como “-itza”: Srebrenica pronuncia-se “Srebrenitza”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. O nome da capital usa-se, em Cabo Verde, com artigo: “...reunidos na cidade da Praia, capital de Cabo Verde...”); seu gentílico é “praiense”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Em Portugal e nos demais países lusófonos, usa-se preferivelmente o gentílico “canadiano”, igualmente válido. O Canadá é composto por dez províncias e três&lt;br /&gt;
territórios. A embaixada canadense em Brasília usa os seguintes nomes em português para as dez províncias canadenses: Alberta, Colúmbia Britânica, Manitoba,&lt;br /&gt;
Novo Brunswick, Terra Nova e Labrador, Nova Escócia, Ontário, Ilha do Príncipe Eduardo, Quebec e Saskatchewan. Os três territórios são Nunavut, os Territórios&lt;br /&gt;
do Noroeste e o Yukon. Não aportuguesar os nomes de cidades: Halifax, Montreal, Ottawa, Vancouver, Winnipeg, etc. Usar &amp;quot;Cidade do Quebec&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. O Poder Legislativo chileno tem sede em Valparaíso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Gentílico de Macau: macaense. Usar, nas formas tradicionais portuguesas, Cantão, Nanquim, Pequim, Tibete e Xangai – e, na forma tradicional inglesa, Hong&lt;br /&gt;
Kong (sem hífen).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. O nome do país não admite artigo em português. Diz-se: “República de Chipre”, “em Chipre”, “missão a Chipre”, “governo de Chipre”. Para a autoproclamada&lt;br /&gt;
“República Turca do Norte de Chipre”, usar essa forma (“a autoproclamada &#039;República Turca do Norte de Chipre&#039;“).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Gentílico de Bogotá: bogotano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Pode-se excepcionalmente usar “o Congo” como forma abreviada (não oficial), desde que não haja risco de ambiguidade com o país vizinho de mesmo nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Pode-se usar, como forma abreviada (não oficial), “a Coreia”, e, como gentílico, “coreano”, desde que não haja risco de ambiguidade com o país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Em 1983, oficializou-se a mudança da capital marfinense, de Abidjã para Yamoussoukro. A maioria das instituições governamentais e das embaixadas no país&lt;br /&gt;
continua sediada em Abidjã. Em 1986, o governo do país pediu formalmente que todos os países passassem a empregar exclusivamente a forma em francês &amp;quot;Côte&lt;br /&gt;
d&#039;Ivoire&amp;quot; para se referir ao país. Em toda comunicação dirigida a autoridades do país, em notas verbais, em documentos oficiais, atos bilaterais, etc., use- se,&lt;br /&gt;
portanto, a forma &amp;quot;a República da Côte d&#039;Ivoire&amp;quot;. Em comunicações dirigidas a brasileiros – inclusive no encaminhamento de textos de acordos ou de indicações&lt;br /&gt;
de embaixadores ao Congresso Nacional, por exemplo –, em notas à imprensa, informações públicas, etc., é recomendável a forma &amp;quot;Côte d&#039;Ivoire (Costa do&lt;br /&gt;
Marfim)&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. O Reino da Dinamarca inclui a Groenlândia (gentílico: groenlandês) e as Ilhas Féroe (gentílicos: feroês ou feroico). Outros nomes a aportuguesar são: Frísia, Jutlândia, Zelândia. Manter os demais nomes no original dinamarquês: Aarhus, Aalborg, Als (ilha), Ejsberg, Kolding, Odense, Vejle, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. A rigor, “americano” é o gentílico de “América” ou “Américas”; “norte-americano”, o gentílico de “América do Norte”; e “estadunidense”, o gentílico de&lt;br /&gt;
“Estados Unidos”. Quando o contexto não permite interpretações dúbias, podem-se usar as formas “americano” ou “norte-americano” com referência aos EUA.&lt;br /&gt;
Para assegurar maior clareza, pode ser preferível ao uso de gentílicos o uso de locuções: “[o governo] dos Estados Unidos”, “dos EUA”, etc. Gentílico de Porto Rico: porto-riquenho; capital de Porto Rico: San Juan. Gentílico de Guam: guamês. Além de eventuais particularidades, como “South” para “do Sul”, “North” para “do Norte” e “New” para “Nova” (por exemplo: Dakota do Sul, Carolina do Norte, Nova York), aportuguesar apenas os nome dos seguintes estados: Alasca, Califórnia, Flórida, Havaí, Novo México, Pensilvânia, Virgínia e Virgínia Ocidental – além do Distrito de Colúmbia. Dos nomes de cidades, aportuguesar: Colúmbia, Filadélfia, Indianápolis, Santa Fé e São Francisco. Em todos os demais casos, usar as formas em inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Embora não haja língua oficial, o amárico é a “língua de trabalho” do governo etíope. Usar a grafia Tigré (região) / tigré (nome do povo e de sua língua).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. As Filipinas têm duas línguas oficiais, o inglês e o tagalo. O tagalo é também a “língua nacional”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Reforma administrativa em 2015 estabeleceu que são dezessete as regiões da França: doze regiões na Europa e cinco regiões ultramarinas. As doze regiões na&lt;br /&gt;
porção europeia da França são: 1) Alsácia, Champanhe-Ardenas e Lorena; 2) Aquitânia, Limousin e Poitou-Charentes; 3) Auvérnia e Ródano-Alpes; 4) Borgonha e&lt;br /&gt;
Franco Condado; 5) Bretanha; 6) Centro-Vale do Loire; 7) Córsega; 8) Île-de-France; 9) Languedoc-Roussillon e Midi-Pireneus; 10) Normandia; 11) Norte-Pas-de-&lt;br /&gt;
Calais e Picardia; 12) Provença-Alpes-Côte-d&#039;Azur. As cinco regiões ultramarinas são Guadalupe, a Guiana Francesa (cuja capital é Caiena), a Martinica, Mayotte e a Reunião. A França tem, ainda, cinco coletividades ultramarinas: a Polinésia Francesa; São Bartolomeu; Saint-Pierre e Miquelon; Saint- Martin (na ilha caribenha de São Martinho); e Wallis e Futuna. A Nova Caledônia tem o status de “território sui generis da França”. Aportuguesar, ainda, os seguintes topônimos: Cherburgo, Estrasburgo, Mancha. Usar todos os demais topônimos nas formas francesas (mesmo os que tenham formas tradicionais portuguesas, hoje desusadas): Avignon, Nîmes, Octeville, Rouen, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Nos demais países lusófonos, costuma-se usar com artigo: o Gana; do Gana; no Gana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. A capital da Geórgia é Tbilisi; o parlamento situa-se na cidade de Kutaisi. Para as regiões autônomas autoproclamadas independentes, usar estas formas: «a&lt;br /&gt;
autoproclamada “República da Abcásia”»; «a autoproclamada “República da Ossétia do Sul”».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Para a moeda da Guatemala, usar, em português, quetzal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Pode-se excepcionalmente usar “a Guiné” como forma abreviada (não oficial), desde que não haja risco de ambiguidade com relação às duas outras repúblicas&lt;br /&gt;
de mesmo nome curto. O gentílico “guineense” também só pode ser usado quando não houver absolutamente nenhum risco de ambiguidade. Os habitantes da&lt;br /&gt;
Guiné Equatorial são ditos “equato-guineenses”. Tradicionalmente, “guineense”, em português, é entendido como referente à Guiné-Bissau, país lusófono; quando&lt;br /&gt;
necessário especificar que se trata deste país, e não da vizinha República da Guiné (Guiné Conacri), usa-se a forma “bissau-guineense”. Para se referir aos habitantes do país vizinho, os habitantes da Guiné-Bissau usam a forma “conacri-guineense”. Em caso de possível ambiguidade, devem-se usar locuções: “da Guiné-Bissau”, “da Guiné Conacri” (ou “da República da Guiné”), etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Segundo a constituição hondurenha, as cidades de Tegucigalpa e Comayagüela, juntas, formam o “Distrito Central”, e “[a]s cidades de Tegucigalpa e&lt;br /&gt;
Comayagüela, conjuntamente, constituem a capital da República”. Os três Poderes têm sede em Tegucigalpa, razão pela qual apenas esta é comumente&lt;br /&gt;
considerada “a capital de Honduras”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. A Hungria é dividida em sete regiões: Transdanúbia Ocidental, Transdanúbia Meridional, Transdanúbia Central, Hungria Central, Hungria Setentrional,&lt;br /&gt;
Grande planície setentrional, Grande planície meridional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. A língua oficial do Irã é o persa (chamado, em persa, “farsi”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Israel declarou Jerusalém &amp;quot;unificada&amp;quot; sua capital por meio de lei israelense de julho de 1980. A declaração foi considerada ilegal e a lei nula pela Resolução 478 (1980) do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Os países representados por embaixadas em Israel as mantêm na área de Tel Aviv.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Dos topônimos japoneses, devem ser usados em versão aportuguesada apenas Tóquio, Nagoia e Quioto. Nos demais casos, usar a romanização oficial japonesa: Fuji, Fukushima, Hamamatsu, Hiroshima, Kobe, Nagasaki, Osaka, Yokohama, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. As três regiões da Líbia são a Cirenaica, a Fazânia e a Tripolitânia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37 O gentílico malaio se refere à etnia, não à nacionalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Kuala Lumpur é a capital oficial da Malásia; Putrajaya é a sede administrativa e capital judiciária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
39. A forma tradicional em português é oxítona – por essa razão, escrita sem acento. Ocorre com cada vez mais frequência a pronúncia paroxítona. Independentemente da pronúncia acolhida, recomenda-se, com vistas à padronização, o uso exclusivo, na escrita, da forma Mali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
40. Com exceção de “Cidade do México”, usar os nomes de todas as cidades e estados mexicanos na forma original, em espanhol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
41. A capital myanmarense foi oficialmente transferida de Yangon para Nay Pyi Taw em 2006. O gentílico “birmanês” refere-se à língua e à etnia majoritárias no&lt;br /&gt;
país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
42. Para a etnia e língua referentes à Gagaúzia, usar gagauz (sem acento), plural gagaúzes. Usar as grafias Transnístria e Dniestre (nome do rio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
43. Podgorica (pronúncia: Podgoritza) é a capital de Montenegro; Cetinhe (pronúncia: Cetinhe) é considerada “capital histórica”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
44. Nauru não tem uma capital oficial. O país é dividido em 14 distritos administrativos. O governo fica sediado no distrito de Yaren.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
45. Acentuar Ifé e Oyó. Manter os demais topônimos na versão original (Ibadan, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
46. Para o território administrado pela Nova Zelândia, usar a grafia Tokelau (gentílico: tokelauano). Todos os nomes de cidades neozelandesas devem ser&lt;br /&gt;
mantidos na grafia original, sem aportuguesamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
47. Amsterdã é a capital constitucional, mas os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e as embaixadas estrangeiras estão sediados em Haia. Não aportuguesar: Haarlem, Maastricht, Utrecht. Ademais de sua porção europeia ou “continental”, o Reino dos Países Baixos inclui ainda três “países autônomos” insulares, no Caribe: Aruba, Curaçao e Sint Maarten (esta última na ilha de São Martinho, dividida com a França). Embora se refira apenas a uma região da porção continental dos Países Baixos, o nome “Holanda” é usado pelo próprio país em contextos esportivos ou de promoção turística. A própria embaixada do país em Portugal chama-se “Embaixada da Holanda em Lisboa”. O nome “Holanda” pode ser usado, portanto, em contextos informais – especialmente quando de fato se estiver referindoà região do país oficialmente denominada Holanda (dividida em Holanda do Norte e Holanda do Sul): as cidades de Amsterdã, Haarlem, Haia e Roterdã, por&lt;br /&gt;
exemplo, estão todas efetivamente situadas em território holandês. Em seu site, a embaixada neerlandesa em Brasília informa que “a língua dos Países Baixos, o&lt;br /&gt;
neerlandês ou holandês, é o idioma materno de mais de 21 milhões de holandeses e flamengos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
48. Muitos países, inclusive o Brasil, reconhecem Jerusalém Leste como capital da Palestina. A sede administrativa do governo palestino está em Ramala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
49. Usar, em português, a grafia Caxemira. Manter inalterados os demais topônimos, como Karachi, Faisalabad, Hyderabad, Lahore, Nasirabad e Peshawar. A&lt;br /&gt;
terminação “-stan” pode ser aportuguesada: Balochistão, Waziristão, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
50. O único topônimo paraguaio que admite aportuguesamento é o nome da capital, Assunção. Usar todos os demais topônimos na forma em espanhol (Ciudad&lt;br /&gt;
del Este, Concepción, Encarnación, Filadelfia, Salto del Guairá, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
51. Usar todos os topônimos peruanos na forma original em espanhol. Para a cidade chamada Cusco ou Cuzco em espanhol, usar, em português, apenas a forma&lt;br /&gt;
Cusco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
52 Galícia, em português, é o nome de uma região da Europa central, entre a Polônia e a Ucrânia (gentílico: galiciano). A comunidade autônoma cujo nome&lt;br /&gt;
em espanhol é Galicia é chamada, em português, Galiza. O gentílico é galego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
53. “Britânico” é o gentílico referente ao Reino Unido. A expressão inglesa “Britain” deve ser sempre traduzida por “Reino Unido” (que inclui Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte), e não por Grã-Bretanha (que inclui apenas os primeiros três). São dependências britânicas: Guernsey; Jersey; e Ilha de Man.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
54. As duas línguas oficiais da República Centro-Africana são o francês e o bango. É preferível o uso da locução “da República Centro-Africana” em todos os&lt;br /&gt;
casos em que o gentílico “centro-africano” possa ser interpretado, ambiguamente, como referente à região da África central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
55. Nos demais países lusófonos, costuma-se usar com artigo: o Ruanda; do Ruanda; no Ruanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
56. Usar as seguintes grafias: Adigueia, Anapa, Altai (gentílico: altaico), Buriátia (gentílico: buriata), Cabardino-Balcária, Calmúquia (gentílico: calmuco), Carélia (gentílico: carélio), Chechênia (gentílico: checheno), Daguestão (gentílico: daguestanês), Dubna, Elistá, Leningrado, Mordóvia (gentílico: mordoviano), Moscou (gentílico: moscovita), Murmansk, Nenétsia, Omsk, Oremburgo, Ossétia do Norte-Alânia, Samara, São Petersburgo (gentílico: petersburguês), Tartaristão, Tula,Udmúrtia, Ufá, Urais, Vladimir, Vladivostok, Volgogrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
57. Podem-se usar denominações informais como “a Samoa Independente” ou “a antiga Samoa Ocidental”, de modo a evitar confusão com a vizinha Samoa&lt;br /&gt;
Americana, território dos EUA. O nome da capital, Apia, tem como vogal tônica o “i”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
58. A língua é o somali. É preferível o uso de “somaliano” como gentílico, especialmente quando possível a confusão entre adjetivo pátrio e o nome da etnia somali – cuja presença não se limita ao território da atual Somália. Caso necessário referir-se ao ente político constituído no noroeste do país, cuja declaração de independência não é reconhecida por nenhum país membro da ONU, usar expressões como “a autoproclamada República da Somalilândia”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
59. As duas línguas oficiais do país são o cingalês e o tâmil, que são também os nomes das duas principais etnias sri-lankesas. A sede dos Poderes Executivo e&lt;br /&gt;
Judiciário é Colombo. Oficialmente, porém, a capital sri-lankesa é a cidade de Sri Jayawardenapura Kotte, comumente chamada apenas Kotte. Vizinha e integrada&lt;br /&gt;
a Colombo, Kotte sedia o legislativo sri-lankês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
60. Mbabane é a capital administrativa; Lobamba é a “capital legislativa e cerimonial”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
61. As quatro línguas oficiais da Suíça são o alemão, o francês, o italiano e o romanche. Usar em português os seguintes topônimos: Basileia, Berna, Friburgo,&lt;br /&gt;
Genebra, Grisões, Lucerna, Ticino e Zurique, além das segundas partes de Appenzell Exterior e Appenzell Interior. Usar, nos demais casos, a forma local: Aargau;&lt;br /&gt;
Baden; Bellinzona; Graubünden; Jura; Neuchâtel; Nidwalden; Obwalden; Sankt Gallen; Schaffhausen; Schwyz; Solothurn; Thun; Thurgau; Uri; Vaud; Zug; etc. Para&lt;br /&gt;
o cantão bilíngue de Valais/Wallis, pode-se usar a forma Valais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
62. Em 1996, o governo tanzaniano transferiu a capital do país de Dar es Salaam para Dodoma. Muitas instituições governamentais, porém, continuam em Dar&lt;br /&gt;
es Salaam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
63. O nome do país não admite artigo em português: “República de Timor-Leste”, “em Timor-Leste”, “missão a Timor-Leste”, “governo de Timor-Leste”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
64. Funafuti, a capital tuvaluana, é um atol, composto por várias ilhas e ilhotas. Fongafale é a maior ilha do atol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
65. Com exceção de Odessa e Kiev (que devem ser usadas nessas grafias, consagradas em português), usar, nos demais casos, a romanização ucraniana para os&lt;br /&gt;
nomes de cidades: Chernobyl, Donetsk, Luhansk, Sumy, Lviv, etc. Gentílico de Kiev: kievense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
66. Gentílico de Montevidéu: montevideano. Os únicos topônimos uruguaios que admitem aportuguesamento são o nome da capital e Colônia do Sacramento.&lt;br /&gt;
Nos demais casos, use as formas em espanhol: Chuy; Río Branco; Rivera; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
67. As três línguas oficiais de Vanuatu são o bislamá (que é também a “língua nacional” vanuatuense), o francês e o inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
68. O Estado da Cidade do Vaticano e a Santa Sé têm personalidades próprias e distintas; o Vaticano é um país – o menor do mundo – e, mais especificamente,&lt;br /&gt;
uma cidade-estado, como o são Singapura e Mônaco. A Santa Sé, por sua vez, não é um estado, mas tem personalidade jurídica própria, inclusive anterior à da&lt;br /&gt;
fundação do Estado da Cidade do Vaticano. Na atualidade, porém, os dois entes se confundem e os nomes “Santa Sé” e “Vaticano” são frequentemente usados&lt;br /&gt;
indistintamente como sinônimos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Top%C3%B4nimos_e_gent%C3%ADlicos&amp;diff=563</id>
		<title>Topônimos e gentílicos</title>
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		<updated>2020-06-05T13:44:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversos são os sufixos de que dispõe a língua portuguesa para a formação dos substantivos e adjetivos gentílicos. São exemplos: “–ano” (como em, por exemplo, “moçambicano”), “–ão” (como em “afegão”), “–enho” (“panamenho”), “–ense” (“singapurense”), “–ês” (“neozelandês”), “–ino” (“argentino”), “–ita”(“iemenita”), “–ol” (“mongol”), “–ota” (“cipriota”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, é comum que a um mesmo topônimo correspondam em português múltiplas formas gentílicas dicionarizadas. Para a República do Mali, por exemplo, dicionários registram como válidas as formas “malinês”, “malinense”, “malense”, “malês” e “maliano” – sendo esta última, porém, praticamente a única com efetivo uso corrente. A abundância de formas constantes de vocabulários e dicionários não implica a existência do mesmo número de formas em uso prático e corrente. A rigor, independentemente dos registros, uma única forma acaba por consolidar-se no uso geral da língua – o mesmo processo, aliás, pelo qual passou o gentílico “brasileiro”, antes de suplantar as até hoje registradas “brasilense”, “brasiliense”, “brasiliano”, “brasílico”, “brasilíada”, “brasílio” e “brasil”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste trabalho de consolidação, procurou-se apresentar uma lista de viés pragmático, que indica, em vez de todas as formas existentes, apenas uma forma recomendável (com algumas poucas exceções), com base no número de registros em enciclopédias, dicionários e vocabulários brasileiros e de demais países lusófonos, no uso em meios de comunicação e organismos internacionais. Em relação aos gentílicos apresentados para países africanos, foi dada preferência às formas amplamente usadas nos países lusófonos africanos, mesmo quando divergiam das formas preferidas por dicionaristas brasileiros e portugueses (é o caso, por exemplo, de “burundês”, praticamente a única forma usada nos países lusófonos africanos, onde de fato se escreve com frequência sobre o Burundi, mas ignorada por vocabulários brasileiros e portugueses, que trazem, porém, numerosas formas de limitado uso, como *burundiano, *burundinês e *burúndio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Topônimos e gentílicos do Brasil e dos demais países de língua portuguesa&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Comitê de Nomes Geográficos (CNGEO), que integra a Comissão Nacional de Cartografia (CONCAR), tem por função promover a padronização de nomes geográficos dentro do território da República Federativa do Brasil, assim como dos nomes estrangeiros que serão inseridos em produtos cartográficos nacionais.&lt;br /&gt;
Em cooperação com outras instituições federais, governos estaduais ou municipais, promove ações objetivando a revisão de nomes para posterior padronização. Cabe ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) manter um Banco de Nomes Geográficos do Brasil (BNGB) que pode ser consultado na página daquele instituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para topônimos e gentílicos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, dever-se-á seguir o uso oficialmente feito nos próprios países – sirva de exemplo Kwanza, nome de rio de Angola, de duas províncias do país (Kwanza Norte e Kwanza Sul) e da moeda do país (nesse caso, com minúscula, como os demais nomes de moedas: As transações poderão ser feitas em escudos, euros, francos, kwanzas, meticais ou reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Guiné-Bissau e Timor-Leste mantiveram os hifens em seus nomes, tendo sido exceções admitidas à regra do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa sobre&lt;br /&gt;
limitação do uso do hífen a casos especiais de topônimos compostos (“os iniciados pelo adjetivo grã, grão, ou por forma verbal, ou cujos elementos estejam ligados por artigo”) e consequente abolição nos demais casos, como Antígua e Barbuda, Papua Nova Guiné, São Vicente e Granadinas, etc. Também o emprego ou não de artigo definido com nomes de cidades, estados e países lusófonos deverá seguir o uso oficial local. Nos casos de países, portanto, usam-se, com artigo, os nomes do Brasil, da Guiné-Bissau e da Guiné Equatorial; e, sem artigo, Angola, Cabo Verde, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste (“em Timor-Leste”, “de Timor-Leste”, não “do”, “no”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos estados brasileiros, usam-se com artigo definido: o Acre, o Amapá, o Amazonas, a Bahia, o Ceará, o Espírito Santo, o Maranhão, o Pará, a Paraíba, o Paraná, o Piauí, o Rio de Janeiro, o Rio Grande do Norte, o Rio Grande do Sul, o Tocantins. Usam-se sem artigo: Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width: 100%; text-align: center;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;|&#039;&#039;&#039;Lista de topônimos e gentílicos em português&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
!  Forma breve !!  Nome oficial !!  Capital !!  Gentílico !!  Nota&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Afeganistão ||  a República Islâmica do Afeganistão ||  Cabul (Kabul) ||  afegão ||  1&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a África do Sul || a República da África do Sul || Pretória (Tshwane), Cidade do Cabo (Cape Town), Bloemfontein || sul-africano || 2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Albânia || a República da Albânia || Tirana || albanês || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Alemanha || a República Federal da Alemanha || Berlim (Berlin) || alemão || 3&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Andorra || o Principado de Andorra || Andorra-a-Velha || andorrano || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Angola || a República de Angola || Luanda || angolano || 4&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Antígua e Barbuda || Antígua e Barbuda || Saint John&#039;s || antiguano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Arábia Saudita || o Reino da Arábia Saudita || Riade (Riyadh) || saudita || 5&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Argélia || a República Argelina Democrática e Popular || Argel (Algiers) || argelino || 6&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Argentina || a República Argentina || Buenos Aires || argentino || 7&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Armênia || a República da Armênia || Ierevan || armênio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Austrália || a Comunidade da Austrália || Camberra || australiano || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Áustria || a República da Áustria || Viena (Wien) || austríaco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Azerbaijão || a República do Azerbaijão || Baku || azerbaijano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (as) Bahamas || a Comunidade das Bahamas || Nassau || bahamense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Bangladesh || a República Popular do Bangladesh || Daca (Dhaka) ||bangladês, bangladense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Barbados || Barbados || Bridgetown || barbadiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Bahrein || o Reino do Bahrein || Manama || bahreinita ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Bélgica || o Reino da Bélgica || Bruxelas || belga ||8&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Belize || Belize || Belmopan || belizenho ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Benim || a República do Benim || Porto Novo (Porto-Novo), Cotonou [pronúncia: Cotonú] || beninês || 9&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Belarus || a República da Belarus || Minsk || belarusso || 10&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|a Bolívia || o Estado Plurinacional da Bolívia || La Paz, Sucre || boliviano || 11&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Bósnia || a Bósnia e Herzegovina || Sarajevo || bósnio ||  12&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Botsuana || a República do Botsuana || Gaborone || botsuanês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Brasil || a República Federativa do Brasil || Brasília || brasileiro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Brunei || o Estado do Brunei Darussalam || Bandar Seri Begawan || bruneíno ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Bulgária ||  a República da Bulgária || Sófia || búlgaro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Burkina Faso || o Burkina Faso || Uagadugu (Ouagadougou) ||burkineonse, burkinabé ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Burundi || a República do Burundi [pronúncia: Burúndi] || Bujumbura || burundês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Butão || o Reino do Butão || Thimphu [pronúncia: Timpú] || butanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Cabo Verde || a República de Cabo Verde || Praia || cabo-verdiano || 13&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Cameroun (Camarões) || a República do Cameroun (Camarões) (pronúncia: Camerún) || Iaundê || camerounês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Camboja || o Reino do Camboja || Phnom Penh [pronúncia: Pnom -] || cambojano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Catar || o Estado do Catar || Doha || catariano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Canadá || o Canadá || Ottawa || canadense || 14&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Cazaquistão || a República do Cazaquistão || Nursultan (até 20/03/2019, Astana) || cazaque ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Chade || a República do Chade || N&#039;Djamena || chadiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Chile || a República do Chile || Santiago || chileno || 15&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a China || a República Popular da China || Pequim (Beijing) || chinês || 16&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Chipre || a República de Chipre || Nicósia || cipriota || 17&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Colômbia || a República da Colômbia || Bogotá || colombiano || 18&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| (as) Comores || a União das Comores || Moroni || comoriano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a República do Congo, o Congo Brazzaville || a República do Congo || Brazzaville || congolês || 19&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Congo Kinshasa, a RDC || a República Democrática do Congo || Kinshasa || congolês || 19&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Coreia do Sul || a República da Coreia || Seul (Seoul) || sul-coreano || 20&lt;br /&gt;
|-  &lt;br /&gt;
| a Coreia do Norte || a República Popular Democrática da Coreia || Pyongyang || norte-coreano || 20&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Costa do Marfim, a Côte d&#039;Ivoire || a República da Côte d&#039;Ivoire (Costa do Marfim) || Yamoussoukro, Abidjã || costa-marfinense, marfinense || 21&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Costa Rica || a República da Costa Rica || São José || costa-ricense || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Croácia || a República da Croácia || Zagreb || croata ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Cuba || a República de Cuba || Havana (La Habana) || cubano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Dinamarca || o Reino da Dinamarca || Copenhague (København) || dinamarquês || 22&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Djibouti || a República do Djibouti || Djibouti [pronúncia: Djibutí ] || djiboutiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Dominica || a Comunidade da Dominica || Roseau [pronúncia: Rozô ] || dominiquense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Egito || a República Árabe do Egito || Cairo || egípcio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| El Salvador || a República de El Salvador || São Salvador || salvadorenho ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Emirados Árabes || os Emirados Árabes Unidos || Abu Dhabi || emiradense, emirático ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Equador || a República do Equador || Quito || equatoriano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Eritreia || o Estado da Eritreia || Asmara || eritreu || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Eslováquia || a República Eslovaca || Bratislava || eslovaco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Eslovênia || a República da Eslovênia || Liubliana (Ljubljana) || esloveno ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Espanha || o Reino da Espanha || Madri (Madrid) || espanhol ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Estados Unidos, os EUA || os Estados Unidos da América || Washington || estadunidense, (norte-)americano || 23 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Estônia || a República da Estônia || Talin || estoniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Etiópia || a República Democrática Federal da Etiópia || Adis Abeba (Addis Ababa) || etíope || 24&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fiji || a República de Fiji || Suva || fijiano || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| as Filipinas || a República das Filipinas || Manila || filipino || 25&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Finlândia || a República da Finlândia || Helsinque || finlandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a França || a República Francesa || Paris || francês || 26 ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Gabão || a República Gabonesa || Libreville || gabonês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Gâmbia || a República da Gâmbia || Banjul || gambiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Gana || a República de Gana  || Acra (Accra) || ganês ou ganense || 27&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Geórgia || a Geórgia || Tbilisi || georgiano || 28&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Granada || Granada || Saint George&#039;s || granadino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Grécia || a República Helênica || Atenas || grego ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guatemala || a República da Guatemala || Cidade da Guatemala || guatemalteco || 29&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guiana || a República Cooperativa da Guiana || Georgetown || guianês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Guiné, a Guiné Conacri ou a República da Guiné || a República da Guiné || Conacri || guineense || 30&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Guiné-Bissau || a República da Guiné-Bissau || Bissau || guineense, bissau-guineense || 30&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Guiné Equatorial || a República da Guiné Equatorial || Malabo || equato-guineense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Haiti || a República do Haiti || Porto Príncipe (Port-au-Prince) || haitiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Honduras || a República de Honduras || Tegucigalpa || hondurenho || 31 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Hungria || a Hungria || Budapeste (Budapest) || húngaro || 32&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Iêmen || a República do Iêmen || Sanaa || iemenita ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Ilhas Cook || as Ilhas Cook || Avarua || cookiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| as Ilhas Marshall || a República das Ilhas Marshall || Majuro || marshallês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Ilhas Salomão || as Ilhas Salomão || Honiara || salomonense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Índia || a República da Índia || Nova Delhi || indiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Indonésia || a República da Indonésia || Jacarta (Jakarta) || indonésio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Irã  || a República Islâmica do Irã || Teerã (Tehran) || iraniano || 33&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Iraque || a República do Iraque || Bagdá (Baghdad) || iraquiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Irlanda || a Irlanda || Dublin || irlandês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Islândia || a Islândia || Reiquiavique || islandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Israel || o Estado de Israel || israelense || 34 &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|- a Itália || a República Italiana || Roma || italiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Jamaica || a Jamaica || Kingston || jamaicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Japão || o Japão || Tóquio (Tokyo) || japonês || 35&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Jordânia || o Reino Haxemita da Jordânia || Amã (Amman) || jordaniano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Kiribati || a República do Kiribati || Tarawa || kiribatiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Kuwait || o Estado do Kuwait || Cidade do Kuwait || kuwaitiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Laos || a República Democrática Popular do Laos || Vientiane || laosiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Lesoto || o Reino do Lesoto || Maseru || lesotiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Letônia || a República da Letônia || Riga || letão ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Líbano || a República Libanesa || Beirute (Beirut) || libanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Libéria || a República da Libéria || Monróvia || liberiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Líbia  || a Líbia || Trípoli || líbio || 36&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Liechtenstein ||  o Principado de Liechtenstein || Vaduz || liechtensteiniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Lituânia || a República da Lituânia || Vilnius || lituano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| (o) Luxemburgo || o Grão-Ducado de Luxemburgo || Luxemburgo || luxemburguês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Macedônia || a República da Macedônia || Skopje [pronúncia: Skópie] || macedônio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Madagascar || a República do Madagascar || Antananarivo || madagascarense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Malásia || a Malásia || Kuala Lumpur || malásio&amp;lt;sup&amp;gt;37&amp;lt;sup&amp;gt; || 38&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Malawi || a República do Malawi [pronúncia: Maláui] || Lilongwe || malawiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| as Maldivas || a República das Maldivas || Malé || maldivo ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Mali || a República do Mali || Bamako || maliano || 39&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Malta || a República de Malta || Valletta || maltês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Marrocos || o Reino do Marrocos || Rabat || marroquino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Maurício || a República de Maurício || Port Louis || mauriciano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Mauritânia || a República Islâmica da Mauritânia || Nouakchott || mauritano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o México  || os Estados Unidos Mexicanos || Cidade do México || mexicano || 40&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| (o) Myanmar || a República da União de Myanmar || Nay Pyi Taw [pronúncia: Nê Pii Dó], Yangon || myanmarense || 41&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Micronésia || os Estados Federados da Micronésia || Palikir || micronésio ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Moçambique || a República de Moçambique || Maputo || moçambicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Moldova || a República da Moldova || Chisinau [pronúncia: Kishinau] || moldovo || 42&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Mônaco || o Principado de Mônaco || Mônaco || monegasco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Mongólia || a Mongólia || Ulan Bator [tônica: -bá-] || mongol ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Montenegro || Montenegro || Podgorica [pronúncia: Podgoritza] || montenegrino || 43 &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Namíbia || a República da Namíbia || Windhoek [pronúncia: Vindúk] || namibiano ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Nauru || a República de Nauru || Yaren || nauruano || 44&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Nepal || a República Democrática Federal do Nepal || Katmandu || nepalês || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Nicarágua || a República da Nicarágua || Manágua || nicaraguense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Níger || a República do Níger || Niamey || nigerino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Nigéria || a República Federal da Nigéria || Abuja || nigeriano || 45&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Niue || Niue || Alofi || niuiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Noruega || o Reino da Noruega || Oslo || norueguês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Nova Zelândia || a Nova Zelândia || Wellington || neozelandês || 46&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Omã || o Sultanato de Omã || Mascate || omani ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| os Países Baixos ||  o Reino dos Países Baixos || Amsterdã, Haia (Den Haag) || neerlandês || 47&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Palau || a República de Palau || Melekeok || palauano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Palestina || o Estado da Palestina || Jerusalém Leste || palestino || 48&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Panamá || a República do Panamá || Cidade do Panamá || panamenho ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Papua Nova Guiné || o Estado Independente da Papua Nova Guiné || Port Moresby || papua, papuásio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Paquistão || a República Islâmica do Paquistão || Islamabade || paquistanês || 49&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Paraguai || a República do Paraguai || Assunção (Asunción) || paraguaio || 50&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Peru || a República do Peru || Lima || peruano || 51 || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Polônia || a República da Polônia || Varsóvia (Warszawa) || polonês, polaco || 52&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Portugal || a República Portuguesa || Lisboa || português ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Quênia ||  a República do Quênia || Nairóbi || queniano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Quirguistão || a República Quirguiz || Bisqueque || quirguiz ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Reino Unido || o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte || Londres (London) || britânico || 53&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Centro-Africana || a República Centro-Africana || Bangui || centro-africano || 54&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Tcheca || a República Tcheca || Praga || tcheco ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a República Dominicana || a República Dominicana || São Domingos || dominicano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Romênia || a Romênia || Bucareste (București) || romeno ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Ruanda || a República de Ruanda || Kigali || ruandês || 55&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Rússia || a Federação da Rússia || Moscou || russo || 56&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Samoa || o Estado Independente da Samoa || Apia || samoano || 57&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Santa Lúcia || Santa Lúcia || Castries || santa-lucense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| São Cristóvão e Névis || a Federação de São Cristóvão e Névis || Basseterre || são-cristovense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| San Marino || a República de San Marino || San Marino || samarinês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| São Tomé e Príncipe || a República Democrática de São Tomé e Príncipe || São Tomé || santomense ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| São Vicente e Granadinas || São Vicente e Granadinas || Kingstown || são-vicentino ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Seicheles || a República de Seicheles || Victoria || seichelense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Senegal || a República do Senegal || Dacar || senegalês||&lt;br /&gt;
|- a Serra Leoa || a República da Serra Leoa || Freetown || serra-leonês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Sérvia || a República da Sérvia || Belgrado (Beograd) || sérvio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Singapura || a República de Singapura || Singapura || singapurense ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Síria || a República Árabe da Síria || Damasco || sírio ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Somália ||a República Federal da Somália || Mogadíscio (Mogadishu) || somaliano, somali || 58&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sri Lanka || a República Democrática Socialista do Sri Lanka  || Colombo, Kotte || sri-lankês || 59&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Suazilândia || o Reino da Suazilândia || Mbabane || suázi || 60&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sudão || a República do Sudão || Cartum (Khartoum) || sudanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Sudão do Sul || a República do Sudão do Sul || Juba || sul-sudanês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Suécia || o Reino da Suécia || Estocolmo (Stockholm) || sueco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Suíça || a Confederação Suíça || Berna || suíço || 61&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Suriname || a República do Suriname || Paramaribo || surinamês ||&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Tajiquistão || a República do Tajiquistão || Dushambe || tajique ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tailândia || o Reino da Tailândia || Bangkok || tailandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tanzânia || a República Unida da Tanzânia || Dodoma, Dar es Salaam || tanzaniano || 62&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Timor-Leste || a República Democrática de Timor-Leste || Díli || timorense|| 63&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Togo || a República Togolesa || Lomé || togolês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Tonga || o Reino de Tonga || Nuku&#039;alofa || tonganês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Trinidad e Tobago || a República de Trinidad e Tobago || Port of Spain || trinitário ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Tunísia || a República da Tunísia || Túnis || tunisiano || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Turcomenistão || o Turcomenistão || Ashgabat || turcomeno || &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| a Turquia || a República da Turquia || Ancara (Ankara) || turco ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Tuvalu || Tuvalu || Funafuti || tuvaluano || 64&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Ucrânia || a Ucrânia || Kiev (Kyiv) || ucraniano || 65&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Uganda || a República do Uganda || Kampala || ugandês ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Uruguai || a República Oriental do Uruguai || Montevidéu (Montevideo) || uruguaio || 66&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Uzbequistão || a República do Uzbequistão || Tashkent || uzbeque ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Vanuatu || a República de Vanuatu || Port Vila || vanuatuense || 67&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| o Vaticano || o Estado da Cidade do Vaticano || Cidade do Vaticano || vaticano || 68&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Venezuela || a República Bolivariana da Venezuela || Caracas || venezuelano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Vietnã || a República Socialista do Vietnã || Hanói || vietnamita ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| a Zâmbia || a República da Zâmbia || Lusaca || zambiano ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| o Zimbábue || a República do Zimbábue || Harare || zimbabueano ||&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Notas&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. O gentílico referente ao Afeganistão é afegão (plural: afegãos; femininos: afegã, afegãs). O antigo gentílico “afegane” hoje se usa apenas para o nome da moeda do Afeganistão (portanto, apenas como substantivo). São línguas oficiais do Afeganistão o pastó e o persa dari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Pretória é a capital administrativa, sede do Poder Executivo e das embaixadas estrangeiras; a Cidade do Cabo é a capital legislativa (sede do parlamento), e&lt;br /&gt;
Bloemfontein, a capital judiciária. As províncias da África do Sul são: Cabo Ocidental; Cabo Oriental; Cabo Setentrional; Estado Livre; Gauteng; KwaZulu-Natal;&lt;br /&gt;
Limpopo; Mpumalanga; Noroeste. O país tem 11 línguas oficiais: africanse (e também africâner), inglês, ndebele, sesoto, sesoto do norte, setsuana, suázi, tsonga,venda, xhosa e zulu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Os estados da Alemanha são: Baden-Württemberg, Baixa Saxônia, Baviera, Berlim, Brandemburgo, Bremen, Hamburgo, Hessen, Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Renânia do Norte-Westfália, Renânia-Palatinado, Sarre, Saxônia, Saxônia-Anhalt, Schleswig-Holstein e Turíngia. Devem-se aportuguesar, ainda, as&lt;br /&gt;
regiões da Baviera: Alto Palatinado, Suábia, Alta Baviera, Baixa Baviera, Alta Francônia, Baixa Francônia e Média Francônia. Aportuguesar também: Berlim, Colônia,Hamburgo e Munique. Devem-se manter inalterados os demais topônimos, incluídos: Aachen, Bonn, Braunschweig, Bremen, Bielefeld, Chemnitz, Darmstadt,&lt;br /&gt;
Dortmund, Duisburg, Düsseldorf, Essen, Frankfurt, Freiburg, Giessen, Hamelin, Hannover, Karlsruhe, Kassel, Leipzig, Lübeck, Lüneburg, Mainz, Magdeburg,&lt;br /&gt;
Münster, Neubrandeburg, Nürnberg, Potsdam, Regensburg, Stuttgart, Trier, Wuppertal, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. O Acordo Ortográfico em vigor (1990) menciona especificamente o nome “Kwanza” como exemplo de palavra a ser escrita com as letras “k” e “w” em português.&lt;br /&gt;
Kwanza Norte e Kwanza Sul são duas das onze províncias de Angola; a moeda de Angola é o kwanza (com inicial minúscula).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A capital da Arábia Saudita é Riade. A cidade de Gidá é por vezes chamada de “capital comercial” por ser o centro econômico do país, abrigar o principal porto saudita e o aeroporto que serve as cidades de Meca e Medina. As embaixadas estrangeiras na Arábia Saudita situavam-se em Gidá até 1984, tendo desde então&lt;br /&gt;
sido transferidas para Riade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. As duas línguas oficiais da Argélia são o árabe e o amazigue (berbere). Com exceção da capital, Argel, usar todos os demais nomes de cidades na versão francesa:Constantine, Oran, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. De modo geral, o nome oficial a ser usado é “República Argentina”. O chefe de estado do país é oficialmente intitulado, porém, “presidente da Nação Argentina”.Os únicos nomes de cidade e província da Argentina que devem ser aportuguesados são Santa Fé e Rosário. Usar ainda em português os nomes “ilhas Malvinas” e os nomes das ilhas Geórgias do Sul e das ilhas Sandwich do Sul (por exemplo, na expressão “as ilhas Malvinas, Geórgias do Sul e Sandwich do Sul e os espaços marítimos circundantes”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. A Bélgica é formalmente composta por três regiões: Bruxelas, Flandres e Valônia. A região de Flandres é composta pelas seguintes províncias: Antuérpia,&lt;br /&gt;
Brabante Flamengo, Flandres Ocidental, Flandres Oriental e Limburgo. A Valônia é composta pelas seguintes províncias: Brabante, Valão, Hainaut, Liège,&lt;br /&gt;
Luxemburgo e Namur. Quanto a cidades, devem-se aportuguesar os nomes de Antuérpia (em neerlandês, Antwerpen; em francês, Anvers), Bruges (em neerlandês,&lt;br /&gt;
Brugge; em francês, Bruges), Bruxelas (em neerlandês, Brussel; em francês, Bruxelles). Nos demais casos, use-se o nome empregado localmente, seja em francês,&lt;br /&gt;
seja em neerlandês (Gent, Liège, Leuven, Louvain-la-Neuve, Charleroi, Verviers, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Porto-Novo é a capital oficial; Cotonou é a sede do governo e do corpo diplomático. Cotonou pronuncia-se “Cotonú”; Abomey pronuncia-se “Abomé”, e Ouidah&lt;br /&gt;
pronuncia-se “Uidá”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Após o fim da União Soviética, a antiga “República Socialista Soviética da Bielorrússia” tornou-se independente, sob o nome de República da Belarus (nome&lt;br /&gt;
oxítono: a sílaba tônica é &amp;quot;–rus&amp;quot;). O gentílico é belarusso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Sucre é a “capital constitucional”. La Paz (oficialmente: “Nuestra Señora de La Paz”; gentílico: pacenho) é a sede do governo. Nenhum topônimo deve ser&lt;br /&gt;
aportuguesado – usem-se as formas locais: Cobija, Cochabamba, Guayaramerín, Puerto Quijarro, Santa Cruz de la Sierra, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. O “j” em geral pronuncia-se como “i”: Sarajevo pronuncia-se “Saraievo”. A terminação “-ica” pronuncia-se como “-itza”: Srebrenica pronuncia-se “Srebrenitza”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. O nome da capital usa-se, em Cabo Verde, com artigo: “...reunidos na cidade da Praia, capital de Cabo Verde...”); seu gentílico é “praiense”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Em Portugal e nos demais países lusófonos, usa-se preferivelmente o gentílico “canadiano”, igualmente válido. O Canadá é composto por dez províncias e três&lt;br /&gt;
territórios. A embaixada canadense em Brasília usa os seguintes nomes em português para as dez províncias canadenses: Alberta, Colúmbia Britânica, Manitoba,&lt;br /&gt;
Novo Brunswick, Terra Nova e Labrador, Nova Escócia, Ontário, Ilha do Príncipe Eduardo, Quebec e Saskatchewan. Os três territórios são Nunavut, os Territórios&lt;br /&gt;
do Noroeste e o Yukon. Não aportuguesar os nomes de cidades: Halifax, Montreal, Ottawa, Vancouver, Winnipeg, etc. Usar &amp;quot;Cidade do Quebec&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. O Poder Legislativo chileno tem sede em Valparaíso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Gentílico de Macau: macaense. Usar, nas formas tradicionais portuguesas, Cantão, Nanquim, Pequim, Tibete e Xangai – e, na forma tradicional inglesa, Hong&lt;br /&gt;
Kong (sem hífen).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. O nome do país não admite artigo em português. Diz-se: “República de Chipre”, “em Chipre”, “missão a Chipre”, “governo de Chipre”. Para a autoproclamada&lt;br /&gt;
“República Turca do Norte de Chipre”, usar essa forma (“a autoproclamada &#039;República Turca do Norte de Chipre&#039;“).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Gentílico de Bogotá: bogotano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Pode-se excepcionalmente usar “o Congo” como forma abreviada (não oficial), desde que não haja risco de ambiguidade com o país vizinho de mesmo nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Pode-se usar, como forma abreviada (não oficial), “a Coreia”, e, como gentílico, “coreano”, desde que não haja risco de ambiguidade com o país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Em 1983, oficializou-se a mudança da capital marfinense, de Abidjã para Yamoussoukro. A maioria das instituições governamentais e das embaixadas no país&lt;br /&gt;
continua sediada em Abidjã. Em 1986, o governo do país pediu formalmente que todos os países passassem a empregar exclusivamente a forma em francês &amp;quot;Côte&lt;br /&gt;
d&#039;Ivoire&amp;quot; para se referir ao país. Em toda comunicação dirigida a autoridades do país, em notas verbais, em documentos oficiais, atos bilaterais, etc., use- se,&lt;br /&gt;
portanto, a forma &amp;quot;a República da Côte d&#039;Ivoire&amp;quot;. Em comunicações dirigidas a brasileiros – inclusive no encaminhamento de textos de acordos ou de indicações&lt;br /&gt;
de embaixadores ao Congresso Nacional, por exemplo –, em notas à imprensa, informações públicas, etc., é recomendável a forma &amp;quot;Côte d&#039;Ivoire (Costa do&lt;br /&gt;
Marfim)&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. O Reino da Dinamarca inclui a Groenlândia (gentílico: groenlandês) e as Ilhas Féroe (gentílicos: feroês ou feroico). Outros nomes a aportuguesar são: Frísia, Jutlândia, Zelândia. Manter os demais nomes no original dinamarquês: Aarhus, Aalborg, Als (ilha), Ejsberg, Kolding, Odense, Vejle, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. A rigor, “americano” é o gentílico de “América” ou “Américas”; “norte-americano”, o gentílico de “América do Norte”; e “estadunidense”, o gentílico de&lt;br /&gt;
“Estados Unidos”. Quando o contexto não permite interpretações dúbias, podem-se usar as formas “americano” ou “norte-americano” com referência aos EUA.&lt;br /&gt;
Para assegurar maior clareza, pode ser preferível ao uso de gentílicos o uso de locuções: “[o governo] dos Estados Unidos”, “dos EUA”, etc. Gentílico de Porto Rico: porto-riquenho; capital de Porto Rico: San Juan. Gentílico de Guam: guamês. Além de eventuais particularidades, como “South” para “do Sul”, “North” para “do Norte” e “New” para “Nova” (por exemplo: Dakota do Sul, Carolina do Norte, Nova York), aportuguesar apenas os nome dos seguintes estados: Alasca, Califórnia, Flórida, Havaí, Novo México, Pensilvânia, Virgínia e Virgínia Ocidental – além do Distrito de Colúmbia. Dos nomes de cidades, aportuguesar: Colúmbia, Filadélfia, Indianápolis, Santa Fé e São Francisco. Em todos os demais casos, usar as formas em inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Embora não haja língua oficial, o amárico é a “língua de trabalho” do governo etíope. Usar a grafia Tigré (região) / tigré (nome do povo e de sua língua).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. As Filipinas têm duas línguas oficiais, o inglês e o tagalo. O tagalo é também a “língua nacional”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Reforma administrativa em 2015 estabeleceu que são dezessete as regiões da França: doze regiões na Europa e cinco regiões ultramarinas. As doze regiões na&lt;br /&gt;
porção europeia da França são: 1) Alsácia, Champanhe-Ardenas e Lorena; 2) Aquitânia, Limousin e Poitou-Charentes; 3) Auvérnia e Ródano-Alpes; 4) Borgonha e&lt;br /&gt;
Franco Condado; 5) Bretanha; 6) Centro-Vale do Loire; 7) Córsega; 8) Île-de-France; 9) Languedoc-Roussillon e Midi-Pireneus; 10) Normandia; 11) Norte-Pas-de-&lt;br /&gt;
Calais e Picardia; 12) Provença-Alpes-Côte-d&#039;Azur. As cinco regiões ultramarinas são Guadalupe, a Guiana Francesa (cuja capital é Caiena), a Martinica, Mayotte e a Reunião. A França tem, ainda, cinco coletividades ultramarinas: a Polinésia Francesa; São Bartolomeu; Saint-Pierre e Miquelon; Saint- Martin (na ilha caribenha de São Martinho); e Wallis e Futuna. A Nova Caledônia tem o status de “território sui generis da França”. Aportuguesar, ainda, os seguintes topônimos: Cherburgo, Estrasburgo, Mancha. Usar todos os demais topônimos nas formas francesas (mesmo os que tenham formas tradicionais portuguesas, hoje desusadas): Avignon, Nîmes, Octeville, Rouen, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Nos demais países lusófonos, costuma-se usar com artigo: o Gana; do Gana; no Gana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. A capital da Geórgia é Tbilisi; o parlamento situa-se na cidade de Kutaisi. Para as regiões autônomas autoproclamadas independentes, usar estas formas: «a&lt;br /&gt;
autoproclamada “República da Abcásia”»; «a autoproclamada “República da Ossétia do Sul”».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Para a moeda da Guatemala, usar, em português, quetzal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Pode-se excepcionalmente usar “a Guiné” como forma abreviada (não oficial), desde que não haja risco de ambiguidade com relação às duas outras repúblicas&lt;br /&gt;
de mesmo nome curto. O gentílico “guineense” também só pode ser usado quando não houver absolutamente nenhum risco de ambiguidade. Os habitantes da&lt;br /&gt;
Guiné Equatorial são ditos “equato-guineenses”. Tradicionalmente, “guineense”, em português, é entendido como referente à Guiné-Bissau, país lusófono; quando&lt;br /&gt;
necessário especificar que se trata deste país, e não da vizinha República da Guiné (Guiné Conacri), usa-se a forma “bissau-guineense”. Para se referir aos habitantes do país vizinho, os habitantes da Guiné-Bissau usam a forma “conacri-guineense”. Em caso de possível ambiguidade, devem-se usar locuções: “da Guiné-Bissau”, “da Guiné Conacri” (ou “da República da Guiné”), etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Segundo a constituição hondurenha, as cidades de Tegucigalpa e Comayagüela, juntas, formam o “Distrito Central”, e “[a]s cidades de Tegucigalpa e&lt;br /&gt;
Comayagüela, conjuntamente, constituem a capital da República”. Os três Poderes têm sede em Tegucigalpa, razão pela qual apenas esta é comumente&lt;br /&gt;
considerada “a capital de Honduras”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. A Hungria é dividida em sete regiões: Transdanúbia Ocidental, Transdanúbia Meridional, Transdanúbia Central, Hungria Central, Hungria Setentrional,&lt;br /&gt;
Grande planície setentrional, Grande planície meridional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. A língua oficial do Irã é o persa (chamado, em persa, “farsi”).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Israel declarou Jerusalém &amp;quot;unificada&amp;quot; sua capital por meio de lei israelense de julho de 1980. A declaração foi considerada ilegal e a lei nula pela Resolução 478 (1980) do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Os países representados por embaixadas em Israel as mantêm na área de Tel Aviv.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Dos topônimos japoneses, devem ser usados em versão aportuguesada apenas Tóquio, Nagoia e Quioto. Nos demais casos, usar a romanização oficial japonesa: Fuji, Fukushima, Hamamatsu, Hiroshima, Kobe, Nagasaki, Osaka, Yokohama, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. As três regiões da Líbia são a Cirenaica, a Fazânia e a Tripolitânia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37 O gentílico malaio se refere à etnia, não à nacionalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Kuala Lumpur é a capital oficial da Malásia; Putrajaya é a sede administrativa e capital judiciária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
39. A forma tradicional em português é oxítona – por essa razão, escrita sem acento. Ocorre com cada vez mais frequência a pronúncia paroxítona. Independentemente da pronúncia acolhida, recomenda-se, com vistas à padronização, o uso exclusivo, na escrita, da forma Mali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
40. Com exceção de “Cidade do México”, usar os nomes de todas as cidades e estados mexicanos na forma original, em espanhol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
41. A capital myanmarense foi oficialmente transferida de Yangon para Nay Pyi Taw em 2006. O gentílico “birmanês” refere-se à língua e à etnia majoritárias no&lt;br /&gt;
país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
42. Para a etnia e língua referentes à Gagaúzia, usar gagauz (sem acento), plural gagaúzes. Usar as grafias Transnístria e Dniestre (nome do rio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
43. Podgorica (pronúncia: Podgoritza) é a capital de Montenegro; Cetinhe (pronúncia: Cetinhe) é considerada “capital histórica”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
44. Nauru não tem uma capital oficial. O país é dividido em 14 distritos administrativos. O governo fica sediado no distrito de Yaren.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
45. Acentuar Ifé e Oyó. Manter os demais topônimos na versão original (Ibadan, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
46. Para o território administrado pela Nova Zelândia, usar a grafia Tokelau (gentílico: tokelauano). Todos os nomes de cidades neozelandesas devem ser&lt;br /&gt;
mantidos na grafia original, sem aportuguesamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
47. Amsterdã é a capital constitucional, mas os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e as embaixadas estrangeiras estão sediados em Haia. Não aportuguesar: Haarlem, Maastricht, Utrecht. Ademais de sua porção europeia ou “continental”, o Reino dos Países Baixos inclui ainda três “países autônomos” insulares, no Caribe: Aruba, Curaçao e Sint Maarten (esta última na ilha de São Martinho, dividida com a França). Embora se refira apenas a uma região da porção continental dos Países Baixos, o nome “Holanda” é usado pelo próprio país em contextos esportivos ou de promoção turística. A própria embaixada do país em Portugal chama-se “Embaixada da Holanda em Lisboa”. O nome “Holanda” pode ser usado, portanto, em contextos informais – especialmente quando de fato se estiver referindoà região do país oficialmente denominada Holanda (dividida em Holanda do Norte e Holanda do Sul): as cidades de Amsterdã, Haarlem, Haia e Roterdã, por&lt;br /&gt;
exemplo, estão todas efetivamente situadas em território holandês. Em seu site, a embaixada neerlandesa em Brasília informa que “a língua dos Países Baixos, o&lt;br /&gt;
neerlandês ou holandês, é o idioma materno de mais de 21 milhões de holandeses e flamengos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
48. Muitos países, inclusive o Brasil, reconhecem Jerusalém Leste como capital da Palestina. A sede administrativa do governo palestino está em Ramala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
49. Usar, em português, a grafia Caxemira. Manter inalterados os demais topônimos, como Karachi, Faisalabad, Hyderabad, Lahore, Nasirabad e Peshawar. A&lt;br /&gt;
terminação “-stan” pode ser aportuguesada: Balochistão, Waziristão, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
50. O único topônimo paraguaio que admite aportuguesamento é o nome da capital, Assunção. Usar todos os demais topônimos na forma em espanhol (Ciudad&lt;br /&gt;
del Este, Concepción, Encarnación, Filadelfia, Salto del Guairá, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
51. Usar todos os topônimos peruanos na forma original em espanhol. Para a cidade chamada Cusco ou Cuzco em espanhol, usar, em português, apenas a forma&lt;br /&gt;
Cusco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
52 Galícia, em português, é o nome de uma região da Europa central, entre a Polônia e a Ucrânia (gentílico: galiciano). A comunidade autônoma cujo nome&lt;br /&gt;
em espanhol é Galicia é chamada, em português, Galiza. O gentílico é galego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
53. “Britânico” é o gentílico referente ao Reino Unido. A expressão inglesa “Britain” deve ser sempre traduzida por “Reino Unido” (que inclui Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte), e não por Grã-Bretanha (que inclui apenas os primeiros três). São dependências britânicas: Guernsey; Jersey; e Ilha de Man.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
54. As duas línguas oficiais da República Centro-Africana são o francês e o bango. É preferível o uso da locução “da República Centro-Africana” em todos os&lt;br /&gt;
casos em que o gentílico “centro-africano” possa ser interpretado, ambiguamente, como referente à região da África central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
55. Nos demais países lusófonos, costuma-se usar com artigo: o Ruanda; do Ruanda; no Ruanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
56. Usar as seguintes grafias: Adigueia, Anapa, Altai (gentílico: altaico), Buriátia (gentílico: buriata), Cabardino-Balcária, Calmúquia (gentílico: calmuco), Carélia (gentílico: carélio), Chechênia (gentílico: checheno), Daguestão (gentílico: daguestanês), Dubna, Elistá, Leningrado, Mordóvia (gentílico: mordoviano), Moscou (gentílico: moscovita), Murmansk, Nenétsia, Omsk, Oremburgo, Ossétia do Norte-Alânia, Samara, São Petersburgo (gentílico: petersburguês), Tartaristão, Tula,Udmúrtia, Ufá, Urais, Vladimir, Vladivostok, Volgogrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
57. Podem-se usar denominações informais como “a Samoa Independente” ou “a antiga Samoa Ocidental”, de modo a evitar confusão com a vizinha Samoa&lt;br /&gt;
Americana, território dos EUA. O nome da capital, Apia, tem como vogal tônica o “i”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
58. A língua é o somali. É preferível o uso de “somaliano” como gentílico, especialmente quando possível a confusão entre adjetivo pátrio e o nome da etnia somali – cuja presença não se limita ao território da atual Somália. Caso necessário referir-se ao ente político constituído no noroeste do país, cuja declaração de independência não é reconhecida por nenhum país membro da ONU, usar expressões como “a autoproclamada República da Somalilândia”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
59. As duas línguas oficiais do país são o cingalês e o tâmil, que são também os nomes das duas principais etnias sri-lankesas. A sede dos Poderes Executivo e&lt;br /&gt;
Judiciário é Colombo. Oficialmente, porém, a capital sri-lankesa é a cidade de Sri Jayawardenapura Kotte, comumente chamada apenas Kotte. Vizinha e integrada&lt;br /&gt;
a Colombo, Kotte sedia o legislativo sri-lankês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
60. Mbabane é a capital administrativa; Lobamba é a “capital legislativa e cerimonial”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
61. As quatro línguas oficiais da Suíça são o alemão, o francês, o italiano e o romanche. Usar em português os seguintes topônimos: Basileia, Berna, Friburgo,&lt;br /&gt;
Genebra, Grisões, Lucerna, Ticino e Zurique, além das segundas partes de Appenzell Exterior e Appenzell Interior. Usar, nos demais casos, a forma local: Aargau;&lt;br /&gt;
Baden; Bellinzona; Graubünden; Jura; Neuchâtel; Nidwalden; Obwalden; Sankt Gallen; Schaffhausen; Schwyz; Solothurn; Thun; Thurgau; Uri; Vaud; Zug; etc. Para&lt;br /&gt;
o cantão bilíngue de Valais/Wallis, pode-se usar a forma Valais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
62. Em 1996, o governo tanzaniano transferiu a capital do país de Dar es Salaam para Dodoma. Muitas instituições governamentais, porém, continuam em Dar&lt;br /&gt;
es Salaam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
63. O nome do país não admite artigo em português: “República de Timor-Leste”, “em Timor-Leste”, “missão a Timor-Leste”, “governo de Timor-Leste”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
64. Funafuti, a capital tuvaluana, é um atol, composto por várias ilhas e ilhotas. Fongafale é a maior ilha do atol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
65. Com exceção de Odessa e Kiev (que devem ser usadas nessas grafias, consagradas em português), usar, nos demais casos, a romanização ucraniana para os&lt;br /&gt;
nomes de cidades: Chernobyl, Donetsk, Luhansk, Sumy, Lviv, etc. Gentílico de Kiev: kievense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
66. Gentílico de Montevidéu: montevideano. Os únicos topônimos uruguaios que admitem aportuguesamento são o nome da capital e Colônia do Sacramento.&lt;br /&gt;
Nos demais casos, use as formas em espanhol: Chuy; Río Branco; Rivera; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
67. As três línguas oficiais de Vanuatu são o bislamá (que é também a “língua nacional” vanuatuense), o francês e o inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
68. O Estado da Cidade do Vaticano e a Santa Sé têm personalidades próprias e distintas; o Vaticano é um país – o menor do mundo – e, mais especificamente,&lt;br /&gt;
uma cidade-estado, como o são Singapura e Mônaco. A Santa Sé, por sua vez, não é um estado, mas tem personalidade jurídica própria, inclusive anterior à da&lt;br /&gt;
fundação do Estado da Cidade do Vaticano. Na atualidade, porém, os dois entes se confundem e os nomes “Santa Sé” e “Vaticano” são frequentemente usados&lt;br /&gt;
indistintamente como sinônimos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=562</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=562"/>
		<updated>2020-06-05T13:41:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039;, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, atualizado em 13 de maio de 2020, disponível em https://diplopedia.itamaraty.gov.br/uploads/19-Manual_de_Reda%C3%A7%C3%A3o_Oficial_e_Diplom%C3%A1tica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de Redação da Presidência da República&#039;&#039;, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de Comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal&#039;&#039;, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual de Redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos&#039;&#039;, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;Manual Editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada&#039;&#039; (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Par%C3%AAnteses&amp;diff=561</id>
		<title>Parênteses</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Par%C3%AAnteses&amp;diff=561"/>
		<updated>2020-06-05T13:39:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(&#039;&#039;Manual de Redação da Presidência da República&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São empregados para intercalar, em um texto, explicações, indicações, comentários, observações, como por exemplo, indicar uma data, uma referência bibliográfica, uma sigla.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: Na última reunião (10 de novembro de 2018), tomou-se a decisão.&lt;br /&gt;
: O Estado de Direito (Constituição, art. 1º) define-se pela submissão de todas as relações ao Direito.&lt;br /&gt;
: A sede da Organização das Nações Unidas (ONU) está localizada em Nova York.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=560</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=560"/>
		<updated>2020-06-05T13:38:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Língua Portuguesa; VOLP; &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039;; &#039;&#039;Manual Editorial do Ipea&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantêm o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, anglo-saxão, anti-humanitário, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o &#039;&#039;Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty&#039;&#039; também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanete&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aspas&amp;diff=559</id>
		<title>Aspas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aspas&amp;diff=559"/>
		<updated>2020-06-05T13:35:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de Redação da Presidência da República)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====&#039;&#039;&#039;Emprego das aspas&#039;&#039;&#039;====&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) antes e depois de uma citação textual direta, quando esta tem até três linhas, sem utilizar itálico&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
: A Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, no parágrafo único de seu art. 1º afirma: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o texto original já contiver aspas, estas serão substituídas por aspas simples:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: “As citações são os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentação e que se revelaram ‘úteis’ para corroborar as ideias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio.”&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O servidor informou: “O cidadão deverá assinalar ‘concordo’ ou ‘discordo’.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Atenção:&#039;&#039;&#039; Quando a citação ocupar quatro ou mais linhas, deve-se optar pelo parágrafo recuado, sem aspas e sem itálico (com o a nota de rodapé após o ponto).&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
: Já é tempo de zelarmos com mais assiduidade não só pelo polimento da frase,&lt;br /&gt;
: mas também, e principalmente, pela sua carga semântica, procurando dar aos jovens&lt;br /&gt;
: uma orientação capaz de levá-los a pensar com clareza e objetividade para terem o&lt;br /&gt;
: que dizer e poderem expressar-se com eficácia.&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) quando necessário, para diferenciar títulos, termos técnicos, expressões fixas, definições, exemplificações e assemelhados&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
: O maior inteiro que divide simultaneamente cada membro de um conjunto é o “máximo divisor comum”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Não confundir o prefixo “ante”, que significa “anterior”, com “anti”, “contra”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Para efeitos deste estudo, entenda-se por “pessoa com altas habilidades” aquela que...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Nem sempre se pode aplicar uma “normal ideal” no lugar de uma “norma real”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====&#039;&#039;&#039;Posição das aspas em frase contendo citação&#039;&#039;&#039;====&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto à correta posição das aspas em frase contendo citação, valem as seguintes regras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) quando o fim da citação, assinalado por ponto-final, ponto-de-interrogação ou ponto-de-exclamação, coincidir com o término da frase, as aspas se colocam após esses pontos e não se usa mais nenhum sinal de pontuação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: O presidente anunciou: “Está encerrada a sessão.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O deputado perguntou: “Haverá sessão extraordinária amanhã?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O ministro declarou, indignado: “Isto não pode acontecer!”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) quando não fizerem parte da citação, o ponto-final, ponto-de-interrogação e ponto-de-exclamação deverão vir depois das aspas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: De quem é a famosa frase “Conhece-te a ti mesmo”?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: É dos dominicanos ou dos beneditinos o lema “&#039;&#039;Ora et labora&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;c) quando a frase continuar após a citação, deve-se utilizar o ponto-de-interrogação ou de-exclamação desta, mas não o ponto-final&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: A máxima “Todo poder emana do povo” nunca deve ser esquecida pelos governantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A indagação histórica “Até tu?” ainda hoje é usada para indicar grande surpresa e indignação com alguém.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%B5es,_abreviaturas_e_siglas&amp;diff=558</id>
		<title>Reduções, abreviaturas e siglas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%B5es,_abreviaturas_e_siglas&amp;diff=558"/>
		<updated>2020-06-05T13:33:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas são formadas pelas letras iniciais de outras palavras. Quando uma sigla pode ser lida como uma nova palavra, e não necessariamente letra a letra, pode ser chamada também de acrônimo. Como exemplo: UNESCO e ACNUR são acrônimos, ao passo que IBGE e CNPJ não o são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se que não se usem pontos entre as letras de uma sigla: escreva-se, assim, “ONU”, e não &amp;quot;O.N.U.&amp;quot; – à diferença das abreviaturas, em que o ponto é obrigatório: “pág.”, “etc.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas e acrônimos devem ser usados com parcimônia, apenas quando absolutamente necessário. Só faz sentido usar uma sigla que não seja de conhecimento geral quando o nome a que ela se refere tenha de ser repetido muitas vezes ao longo de um mesmo texto, e o nome a que se refere seja demasiado longo – mas não há razão, por exemplo, para se usar a sigla “UE” em vez de “União Europeia”, ou &amp;quot;UA&amp;quot; em vez de &amp;quot;União Africana&amp;quot;. Como critério prático para os revisores, recomenda-se evitar a utilização de siglas para instituições ou expressões com menos de três palavras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podem ser usadas sem ressalvas (e mesmo sem estar acompanhadas de sua explicação) aquelas siglas já de conhecimento geral, mais usadas que o próprio nome completo a que se referiam originalmente: HIV/AIDS, Petrobras, Varig.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte da imprensa brasileira escreve com apenas a inicial maiúscula (e as demais letras minúsculas) todo e qualquer acrônimo (isto é, as siglas que podem ser lidas como palavras) que tenha quatro letras ou mais: *Opep; *Otan; *Acnur; *Psol. Essa opção, feita por alguns jornais e revistas por questões de espaçamento, é arbitrária e não tem amparo em regra ortográfica ou gramatical. Ao contrário, a Base XIX, alínea &amp;quot;h&amp;quot; do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recomenda o uso de &amp;quot;siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas, iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas: FAO, NATO, ONU; H2O; Sr., V. Exª&amp;quot;. O exemplo &amp;quot;NATO&amp;quot; (OTAN), dado pelo Acordo Ortográfico, demonstra não haver respaldo para a mencionada prática de veículos de imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nas publicações da FUNAG, &#039;&#039;&#039;deverão ser usadas as grafias adotadas pelas próprias instituições&#039;&#039;&#039;, havendo inclusive casos em que a escrita oficial da sigla alterna, por diferentes razões, letras maiúsculas e minúsculas Sequem alguns exemplos: ACNUR; ALADI; ALCA; Apex-Brasil; ASEAN; BID; BRICS; CAF; CAN; CARICOM; CNPq; CPLP; ECOSOC; Eletrobras, EFTA; FAO; FUNAG; Incra; Inmetro; Ipea; IRBr; MAPA; MERCOSUL; MoMA; MRE; OCDE; ONU; OPEP; OTAN; Petrobras; PNUD; PNUMA; PROSUL; Sudene; UFRGS; UFRJ; UFSCar; UNASUL; UnB; UNCTAD; UNESCO; USP; VOLP (a própria Academia Brasileira de Letras dá exemplo, com &amp;quot;VOLP&amp;quot;, de acrônimo com quatro letras grafado somente com maiúsculas); etc. Sugere-se confirmar a forma de utilização da sigla ou acrônimo no portal oficial da respectiva instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siglas podem receber plural, marcado por um “s” minúsculo: &amp;quot;PMs visitaram cinco UPPs cariocas no sábado.&amp;quot; Nunca se usará, nesses casos, o apóstrofo. Algumas siglas rejeitam a marca do plural, por seu significado já incluir, opcionalmente, o plural: Os PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) (embora também se possa dizer “um PALOP”). Quando a sigla termina em “S”, também é praxe dispensar-se o “s” minúsculo que marcaria o plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomes de políticos deverão ser acompanhados da sigla do partido ao qual pertençam na primeira menção do nome. A sigla partidária deverá ser indicada entre parênteses, separada com barra da sigla de seu estado: O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG, as siglas dos estados brasileiros devem constar, entre parênteses, após o nome dos municípios, com exceção das capitais: Novo Hamburgo (RS); Chapecó (SC); Foz do Iguaçu (PR); Porto Alegre; Florianópolis; Curitiba, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a forma correta das abreviaturas ou reduções, sugere-se consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL) e os principais dicionários da língua portuguesa.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Datas&amp;diff=557</id>
		<title>Datas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Datas&amp;diff=557"/>
		<updated>2020-06-05T13:30:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, cumpre recordar que os nomes dos meses de ano se escrevem em português com minúscula inicial: &amp;quot;O festival terá início na última semana de fevereiro e durará até a segunda semana de março.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constituem exceção, naturalmente, as ocorrências em nomes próprios, ou em expressões tratadas como nome próprio: &amp;quot;Moram na rua Quinze de Novembro.&amp;quot; &amp;quot;A embaixada organizou um excelente Sete de Setembro este ano.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas por extenso, números menores que dez não devem levar um “zero à esquerda”: escreva-se, portanto, “Brasília, 9 de março” (e não &amp;quot;Brasília, 09 de março&amp;quot;). “O evento ocorrerá entre os dias 1 e 5 de setembro próximo” (no caso do dia primeiro de um mês, pode-se usar o número cardinal, 1, em vez do ordinal, 1º, para padronização).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao escrever datas inteiramente por meio de números, porém, a padronização internacional atual recomenda o uso de sempre dez dígitos – dois para dia e dois para o mês (mesmo no caso de números menores que dez) e quatro algarismos para o ano: 14/09/2017, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em textos, use da seguinte forma: 7 de fevereiro de 2012.&lt;br /&gt;
: Com participação de argentinos, PARLASUL volta a se reunir em 2 de julho.&lt;br /&gt;
: De acordo com a Constituição, o Congresso Nacional se reúne de 1 de fevereiro a 17 de julho e de 1 de agosto a 22 de dezembro.&lt;br /&gt;
: Em infográficos, tabelas, créditos de imagens ou textos de legenda, pode-se usar a data de forma abreviada. Nesse caso, separe os números por barra e use zero antes dos números: 07/02/2012.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Sujeito_preposicionado&amp;diff=556</id>
		<title>Sujeito preposicionado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Sujeito_preposicionado&amp;diff=556"/>
		<updated>2020-06-05T13:28:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de Redação da Presidência da República)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sujeito é o ser de quem se fala ou que executa a ação enunciada na oração. De acordo com a gramática normativa, o sujeito da oração não pode ser preposicionado. Ele pode ter complemento, mas não ser complemento. Devem ser evitadas, portanto, construções com sujeito preposicionado, como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; É tempo do Congresso votar a emenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; É tempo de o Congresso votar a emenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Apesar das relações entre os países estarem cortadas, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Apesar de as relações entre os países estarem cortadas, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Não vejo mal no Governo proceder assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Não vejo mal em o Governo proceder assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Antes destes requisitos serem cumpridos, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Antes de estes requisitos serem cumpridos, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Errado:&#039;&#039;&#039; Apesar da Assessoria ter informado em tempo, (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Certo:&#039;&#039;&#039; Apesar de a Assessoria ter informado em tempo, (...).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Pronomes_demonstrativos&amp;diff=555</id>
		<title>Pronomes demonstrativos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Pronomes_demonstrativos&amp;diff=555"/>
		<updated>2020-06-05T13:28:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Fonte: CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. &#039;&#039;Nova Gramática do Português Contemporâneo&#039;&#039;. 3ª edição, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pronomes demonstrativos situam a pessoa ou a coisa designada relativamente às pessoas gramaticais. Podem situá-la no espaço ou no tempo. Os demonstrativos empregam-se também para lembrar ao ouvinte ou ao leitor o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Características gerais para o uso dos pronomes demonstrativos&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1. ESTE, ESTA, ISTO indicam:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Proximidade com a pessoa que fala&lt;br /&gt;
   As mãos que trago, as mãos são &#039;&#039;estas&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Tempo presente &lt;br /&gt;
   &#039;&#039;Esta tarde&#039;&#039; para mim tem uma doçura nova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. ESSE, ESSA, ISSO indicam:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Proximidade com a pessoa a quem se fala&lt;br /&gt;
   Que susto você me pregou, entrando aqui com &#039;&#039;essa cara&#039;&#039; de alma do outro do mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Tempo passado ou futuro&lt;br /&gt;
   Bons tempos, Manuel, &#039;&#039;esses que já lá vão&#039;&#039;!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. AQUELE, AQUELA, AQUILO indicam:&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) O que está afastado tanto da pessoa que fala como da pessoa a quem se fala&lt;br /&gt;
   Olhem &#039;&#039;aquele monte&#039;&#039; ali em frente. É longe, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Um afastamento de tempo de modo vago, ou uma época remota &lt;br /&gt;
   &#039;&#039;Naquele tempo&#039;&#039; a fogueira crepitava até horas mortas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Empregos particulares&#039;&#039;&#039;=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Este (esta/isto) é a forma de que nos servimos para chamar atenção sobre aquilo que dissemos ou que vamos dizer:   &lt;br /&gt;
   Minha tristeza é &#039;&#039;esta&#039;&#039;: a das coisas reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Para aludirmos ao que por nós foi antes mencionado, costumamos usar o demonstrativo esse (essa, isso):&lt;br /&gt;
  Não havia que pedir de fiado nas lojas; a lareira teria sempre lume. &#039;&#039;Nisso&#039;&#039;, ao menos, o Agostinho Serra abria bem as mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Usa-se “esse” para determinar o aposto, geralmente quando este salienta uma característica marcante. &lt;br /&gt;
  Arlequim é o D. Quixote, &#039;&#039;esse&#039;&#039; livro admirável onde se experimentam ao ar livre, de dia e de noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. “Esse” (e mais raramente este) emprega-se também para pôr em relevo um substantivo que lhe venha anteposto:&lt;br /&gt;
   O padre, &#039;&#039;esse&#039;&#039; andava de coração em aleluia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;Alusão a termos precedentes&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando queremos aludir, discriminadamente, a termos já mencionados, usamos o demonstrativo AQUELE para o referido em primeiro lugar e o demonstrativo ESTE para o que foi nomeado por último:&lt;br /&gt;
   A ternura não embarga a discrição nem &#039;&#039;esta&#039;&#039; diminui &#039;&#039;aquela&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A ocorrência de dois demonstrativos em construções nas quais o predicativo introduzido por aquele melhor esclarece o sujeito, expresso por um substantivo determinado por ESTE ou ESSE: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &#039;&#039;Este&#039;&#039; homem foi &#039;&#039;aquele&#039;&#039; que me dizia “que não me afligisse que eu ainda estava muito novo para curar-me”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resumo do emprego dos pronomes demonstrativos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) aquele&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que indica algo ou alguém afastado espacial e/ou temporalmente do falante e do ouvinte: &amp;quot;Aquele livro no topo da estante é uma reunião de escritos do barão do Rio Branco&amp;quot;; &amp;quot;Aquele dia foi trágico para o país&amp;quot;. Pode também referir-se a pessoa ou coisa genericamente mencionada: &amp;quot;Chefe bom nem sempre é aquele que menos exige.&amp;quot; Nos casos em que há dois antecedentes no discurso, aquele refere-se ao primeiro deles, por oposição a este (v.), que designa o mais próximo: &amp;quot;Pai e filho conhecem o seu ofício, aquele mais que este.&amp;quot; Para designar indivíduo cujo nome se ignora ou que não se possa ou deva nomear: &amp;quot;Aquele é um caso sério de mau negociador.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) esse&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que designa pessoa ou coisa que esteja afastada do emissor da mensagem e próximo a seu receptor: &amp;quot;Essa cadeira está quebrada, sente-se nesta aqui.&amp;quot; Aplica-se também a alguém ou algo não diretamente ligado ou próximo ao emissor ou ao receptor, mas que o emissor pressupõe ser do conhecimento do receptor (equivale ao artigo definido o): &amp;quot;Esses são mesmo refugiados?&amp;quot;; &amp;quot;Essa juventude de hoje não sabe o que quer&amp;quot;. Pode designar, com função anafórica, o que já foi antes mencionado: &amp;quot;Repouso e boa alimentação, esse é sempre um bom conselho.&amp;quot; Emprega-se junto a aposto de um termo já referido recentemente: &amp;quot;Oliveira Lima, esse grande intelectual e diplomata de que falávamos, era amigo de Machado de Assis.&amp;quot; Usa-se com referência a um tempo relativamente distante no passado ou no futuro, mas que foi referido anteriormente: &amp;quot;Passada essa hora de maior movimento, o consulado costuma ficar mais tranquilo.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;c) este&#039;&#039;&#039; – pronome que indica o que está próximo do falante, no espaço, no tempo ou no discurso: &amp;quot;Este copo aqui é meu&amp;quot;; &amp;quot;esta piada que você contou é ótima&amp;quot;. Com substantivos que denotam tempo, indica o tempo presente ou o mais recente, se a frase é passada, ou o primeiro que virá, se a frase é futura: &amp;quot;Esta noite dormi muito mal&amp;quot;; &amp;quot;esta noite meus amigos irão à minha casa&amp;quot;. Combinado com aquele ou esse, serve para fazer referência a duas pessoas ou coisas já mencionadas, indicando a última, ao passo que, aquele ou esse representa a primeira: &amp;quot;Pedro e Paulo foram despedidos: este, por incompetência, aquele porque faltava muito ao trabalho.&amp;quot; Para chamar atenção sobre algo que se quer enfatizar: &amp;quot;Que grande notícia esta!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;d) isso&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que substitui o nome de algo que está afastado do falante e mais perto do ouvinte, ou de algo passado, mas relativamente recente, ou que foi mencionado antes; essa(s) coisa(s): &amp;quot;Deixe-me ver isso que você tem nas mãos&amp;quot;; &amp;quot;você tem razão quando afirma isso&amp;quot;; &amp;quot;isso foi ontem, hoje as coisas mudaram&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;e) isto&#039;&#039;&#039; – pronome demonstrativo que indica algo que se acha mais perto de quem fala, ou, temporalmente, que é recente; esta(s) coisa(s): &amp;quot;Tirem isto da minha frente!&amp;quot;; &amp;quot;isto não tem nada a ver com o que discutíamos ontem&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Concord%C3%A2ncia_verbal&amp;diff=554</id>
		<title>Concordância verbal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Concord%C3%A2ncia_verbal&amp;diff=554"/>
		<updated>2020-06-05T13:27:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Fonte: Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A regra geral é: o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito da oração.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sujeito único — casos particulares&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando o sujeito é representado por expressões partitivas (&#039;&#039;&#039;a maioria de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;parte de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;uma porção de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;metade de&#039;&#039;&#039;) acompanhadas por nome, o verbo pode concordar com o partitivo ou com o nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: A maior parte dos &#039;&#039;pacientes&#039;&#039; não &#039;&#039;desenvolvem&#039;&#039; os sintomas no início da doença.&lt;br /&gt;
: A &#039;&#039;maior parte&#039;&#039; dos pacientes não &#039;&#039;desenvolve&#039;&#039; os sintomas no início da doença.&lt;br /&gt;
: Pesquisa mostra que &#039;&#039;metade&#039;&#039; dos brasileiros se &#039;&#039;protege&#039;&#039; da radiação solar.&lt;br /&gt;
: Pesquisa mostra que metade dos &#039;&#039;brasileiros&#039;&#039; se &#039;&#039;protegem&#039;&#039; da radiação solar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Quando o sujeito é precedido por expressões como &#039;&#039;&#039;cerca de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;mais de&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;menos de&#039;&#039;&#039; e outras que indicam quantidade aproximada, o verbo concorda com o numeral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Com a medida, &#039;&#039;cerca de 50&#039;&#039; milhões de pessoas &#039;&#039;serão&#039;&#039; beneficiados.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Mais de um&#039;&#039; senador &#039;&#039;votou&#039;&#039; contra a orientação do partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Nos casos em que o sujeito é um nome próprio no plural:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Se o nome for precedido de artigo, o verbo fica no plural.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Os Estados Unidos consomem&#039;&#039; cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Se o nome não estiver acompanhado de artigo, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
: Diante do atual impasse, &#039;&#039;Minas Gerais defende&#039;&#039; regra de transição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Em nome de obras, prefira o verbo no singular:&lt;br /&gt;
: Segundo Sarney, &#039;&#039;Os sertões&#039;&#039; define a nacionalidade do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
4. Quando o sujeito é formado pela expressão &#039;&#039;&#039;um dos que&#039;&#039;&#039;, o verbo fica no plural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O estado foi &#039;&#039;um dos que haviam&#039;&#039; ingressado na Justiça contra os atuais critérios do FPE.&lt;br /&gt;
: Herman Benjamin assinalou que o CDC é &#039;&#039;uma das poucas leis brasileiras nascidas&#039;&#039; por determinação constitucional.&lt;br /&gt;
: Essa é &#039;&#039;uma das leis que&#039;&#039;, mais do que aplicadas, &#039;&#039;são&#039;&#039; muito admiradas elos brasileiros  — enfatizou o ministro.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Quando o sujeito é o pronome relativo &#039;&#039;&#039;que&#039;&#039;&#039;, o verbo concorda em número e pessoa com o antecedente do pronome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Foram &#039;&#039;os integrantes&#039;&#039; da comissão &#039;&#039;que rejeitaram&#039;&#039; a proposta.&lt;br /&gt;
: O senador foi &#039;&#039;um dos poucos que concordaram&#039;&#039; com as emendas ao projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
6. Quando o sujeito é o pronome relativo &#039;&#039;&#039;quem&#039;&#039;&#039;, o verbo fica na terceira pessoa do singular ou concorda com o antecedente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Meu primeiro projeto sobre o assunto foi apresentado há 20 anos e ninguém quis aprová-lo. Não sou &#039;&#039;eu quem está&#039;&#039; atrasando isso — respondeu o senador.&lt;br /&gt;
: Foi &#039;&#039;ele quem propôs&#039;&#039;, no ano passado, a criação de uma subcomissão no Senado que buscasse caminhos para o Brasil vencer o atraso na : exploração desses elementos químicos.&lt;br /&gt;
: São &#039;&#039;eles quem marcam&#039;&#039; a data, os convocados, quando podem comparecer, acordados com a comissão.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Quando o sujeito é um pronome de tratamento, o verbo fica na terceira pessoa do singular e concorda com o gênero da pessoa a que se refere.&lt;br /&gt;
: Senhor governador, Vossa Excelência está equivocado — disse o parlamentar.&lt;br /&gt;
: Senhora governadora, Vossa Excelência está equivocada — disse o parlamentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
8. Nas orações com verbo impessoal, como não há sujeito, o verbo fica sempre na terceira pessoa do singular. São os casos de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) verbo haver no sentido de existir ou de transcurso de tempo:&lt;br /&gt;
: Há 15 anos, apenas 2% dos negros tinham ensino superior concluído. Hoje, o índice está em 6%. — disse o senador.&lt;br /&gt;
: Paulo Bernardo afirmou que há no país 263 milhões de celulares aproximadamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) verbo fazer no sentido de tempo decorrido ou para indicar fenômenos da natureza (chover, ventar, amanhecer, anoitecer, gear)&lt;br /&gt;
: Faz dois anos que o projeto está na Câmara. E é medida provisória em cima de medida provisória travando pauta e dificultando as votações — reclamou o parlamentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
9. Quando o sujeito é indeterminado, o verbo vai para a 3ª pessoa do plural. Porém, quando a indeterminação é indicada pela partícula se, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: “Pediram mais tempo para a decisão, mas ninguém entrou em acordo”, reclamou o senador.&lt;br /&gt;
: Durante a reunião, decidiu-se pelo adiamento da votação.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sujeito composto — casos particulares&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Quando o verbo está antes dos sujeitos, ele pode concordar com o núcleo mais próximo ou ir para o plural.&lt;br /&gt;
: Estreia/estreiam o filme e a peça com base na vida de Ruy Barbosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Quando o verbo está depois dos sujeitos, ele vai para o plural.&lt;br /&gt;
: O senador e o deputado acreditam que a terceirização pode ser uma das explicações para os acidentes que veem ocorrendo nas instalações da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Quando os núcleos forem ligados pela conjunção nem, o verbo vai, de preferência, para o plural.&lt;br /&gt;
: Nem eu nem ninguém vamos passar a mão na cabeça dele — afirmou o ministro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Quando os núcleos forem ligados pela conjunção ou... ou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) se indicar exclusão ou se os núcleos forem similares, o verbo fica no singular:&lt;br /&gt;
: Alienação parental é a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor.&lt;br /&gt;
: Há ainda a ação de oferecimento de alimentos, em que o pai ou mãe ajuíza a ação, oferecendo a quantia que se propõe a pagar.&lt;br /&gt;
: A LAI, ou Lei 12.527/2011, estabelece que qualquer cidadão tem o direito de requerer informações de interesse público, não protegidas por sigilo, a órgãos governamentais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) se indicar inclusão (os dois núcleos do sujeito puderem desenvolver ou sofrer a ação), o verbo fica no plural:&lt;br /&gt;
: Ou o país ou as instituições não serão prejudicados com a decisão — afirmou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Em caso de sujeito formado pela expressão um ou outro, o verbo fica no singular:&lt;br /&gt;
: Apesar das tentativas vãs que um ou outro membro de outros Poderes faz no sentido de enfraquecer a atividade legislativa, querendo tomar o lugar do legislador, nós somos insubstituíveis — afirmou.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Em sujeito representado pela expressão nem um nem outro, o verbo fica no singular.&lt;br /&gt;
: Nem um nem outra forma de votação foi defendida — disse o senador.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. No caso de núcleos ligados pela partícula com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) se tiver valor de adição (e), o verbo fica no plural:&lt;br /&gt;
: O sindicato dos rodoviários com (e) os representantes dos trabalhadores rurais fizeram manifestações na frente do Congresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) se a ideia for de companhia, o verbo concorda com o núcleo do sujeito:&lt;br /&gt;
: O líder, com os demais deputados do partido, discordou da proposta.&lt;br /&gt;
: O líder, em companhia dos demais deputados do partido, discordou da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Coloca%C3%A7%C3%A3o_pronominal&amp;diff=553</id>
		<title>Colocação pronominal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Coloca%C3%A7%C3%A3o_pronominal&amp;diff=553"/>
		<updated>2020-06-05T13:26:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Fonte: CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. &#039;&#039;Nova Gramática do Português Contemporâneo&#039;&#039;. 3ª edição, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001; ALMEIDA, Nílson Teixeira de. &#039;&#039;Gramática Completa para Concursos e Vestibulares&#039;&#039;. 2ª edição, São Paulo: Saraiva, 2009; https://www.normaculta.com.br/locucao-adverbial/) &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tipos de colocação pronominal===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao verbo, o pronome átono pode estar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
a) ENCLÍTICO (isto é, depois dele; essa é a regra em língua portuguesa):&lt;br /&gt;
“Calei-me”&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Sendo o pronome átono objeto direto ou indireto do verbo, a sua &#039;&#039;&#039;posição lógica, normal, é a ênclise&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
b) PROCLÍTICO (isto é, antes dele):&lt;br /&gt;
“Eu me calei&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) MESOCLÍTICO (ou seja, no meio dele, colocação que só é possível com formas do futuro do presente ou do futuro do pretérito):&lt;br /&gt;
“Calar-me-ei”&lt;br /&gt;
“Calar-me-ia” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fatores que flexibilizam a regra de ênclise===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Com um só verbo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando o verbo está no FUTURO DO PRESENTE ou no FUTURO DO PRETÉRITO: somente PRÓCLISE ou MESÓCLISE do pronome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nestes dois casos, o pronome pessoal reto obriga a próclise]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Eu me calarei.&lt;br /&gt;
: Eu me calaria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Calar-me-ei.&lt;br /&gt;
: Calar-me-ia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Fator que obriga a PRÓCLISE, a saber: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Orações que contêm palavra negativa (não, nunca, jamais, ninguém, nada, etc.) sem pausa entre a referida palavra e o verbo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Não lhes dizia eu?&lt;br /&gt;
: Nunca o vi tão sereno e obstinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Orações iniciadas com pronomes ou advérbios interrogativos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Quem me busca a esta hora tardia?&lt;br /&gt;
: Por que te assustas de cada vez?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Orações exclamativas ou que exprimem desejo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Que o vento te leve os meus recados de saudade.&lt;br /&gt;
: Que Deus o abençoe!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações subordinadas desenvolvidas, ainda que a conjunção esteja oculta: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Quando me deitei, à meia-noite, os preços estavam à altura do pescoço.&lt;br /&gt;
: Que é que desejas te mande do Rio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Gerúndio regido da preposição “em”:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Em lhe cheirando a homem chulo é com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Não há ênclise ou próclise com PARTICÍPIOS. Quando o PARTICÍPIO vem desacompanhado de auxiliar, usa-se sempre a forma oblíqua regida de preposição.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Dada a mim a explicação, saiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Com os infinitivos, PRÓCLISE e ÊNCLISE são válidas, embora haja tendência para esta colocação pronominal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Canta-me cantigas para me embalar!&lt;br /&gt;
: Para não fitá-lo, deixei cair os olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ênclise é ainda mais empregada quando o pronome tem a forma “o” (principalmente no feminino “a”) e o infinitivo vem regido pela preposição “a” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Se soubesse, não continuaria a lê-lo.&lt;br /&gt;
: Logo os outros, Camponeses e Operários, começam a imitá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A PRÓCLISE pronominal pode ser também utilizada nos seguintes casos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez) ou expressões ou locuções adverbiais sem pausa que os separe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Até a voz, dentro em pouco, já me parecia a mesma.&lt;br /&gt;
: Só depois se senta no chão a chorar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Orações em ordem inversa iniciada por objeto direto ou predicativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Tiram mais que na ceifa; isso te digo eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Sujeito anteposto ao verbo com o numeral “ambos” ou pronomes indefinidos (todo, tudo, alguém, outro, qualquer, etc.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Alguém lhe bate nas costas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações alternativas (ou / ora) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Das duas uma: ou as faz ela ou as faço eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ADVÉRBIOS E LOCUÇÕES ADVERBIAIS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com relação aos advérbios e locuções adverbiais (item 5, alínea &amp;quot;a&amp;quot;, acima), cumpre ressaltar que só se requer a próclise quendo não há pausa (vírgula, por exemplo) que os separe do verbo pronominal. Em geral, utiliza-se uma pausa após o advérbio ou a locução adverbial, caso em que se requer a ênclise. Por exemplo: : &amp;quot;Desde cedo, notabilizou-se por sua grande inteligência&amp;quot;, mas “Desde cedo se notabilizou por sua grande inteligência”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo distintas gramáticas, os advérbios e locuções adverbiais podem ser classificados como de afirmação, de dúvida, de intensidade, de lugar, de modo, de negação e de tempo. Seguem alguns exemplos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de afirmação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: com certeza; com efeito; certamente; de fato; efetivamente; na verdade; por certo; realmente; sem dúvida, sim; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de dúvida: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: acaso; com certeza; porventura; possivelmente; provavelmente; quem sabe; quiçá; talvez, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de intensidade: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: apenas; assaz; bastante; bem; demais; demasiadamente; de muito; de pouco; de todo; em demasia; em excesso; mais; meio; menos; muito; pouco; quanto; quase; só; somente; tão; tão somente; todo; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de lugar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: abaixo; acima; acolá; adiante; à direita; à esquerda; à frente; aí; além; ali; ao lado; aqui; aquém; atrás; através; de fora; de longe; dentro; de perto; em cima; em volta; fora; longe; para onde; perto; por ali; por aqui; por dentro; por fora; por perto; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de modo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: ao acaso; ao contrário; ao leo; às claras; às ocultas; a sós; às pressas; assim; à toa; à vontade; bem; debalde; depressa; devagar; em silêncio; em vão; frente a frente; lado a lado; mal; melhor; pior; etc., e quase todos os terminados no sufixo -mente (calmamente, alegremente, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de negação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: de forma alguma; de jeito nenhum; de maneira nenhuma; de modo algum; não; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de tempo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: agora; ainda; amanhã; à noite; anteontem; antes; à tarde; às vezes; breve; cedo; de dia; de manhã; de noite; depois; de quando em quando; de repente; de súbito; de vez em quando; em breve; então; já; jamais; hoje; logo; nunca; ontem; outrora; pela manhã; raramente; sempre; tarde; etc.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Com uma locução verbal====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Locuções verbais com verbo principal no INFINITIVO ou no GERÚNDIO permitem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. SEMPRE a ÊNCLISE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O roupeiro veio interromper-me.&lt;br /&gt;
: Ia desenrolando-se a paisagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A PRÓCLISE ao verbo auxiliar ocorre quando há elemento que a justifique, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Palavra negativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Ninguém o havia de dizer.&lt;br /&gt;
: Rita é minha irmã, não me ficaria querendo mal e acabaria rindo também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Pronomes ou advérbios interrogativos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Que é que me podia acontecer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Orações iniciadas por palavras exclamativas ou orações que exprimem desejo (optativas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Deus nos há de proteger!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações subordinadas desenvolvidas, inclusive com conjunção oculta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O sufrágio que me vai dar será para mim uma consagração.&lt;br /&gt;
: Ega subiu ao seu quarto, onde outro criado lhe estava preparando o banho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. A ÊNCLISE ao verbo auxiliar é possível quando não há elemento atrativo de PRÓCLISE: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Ia-me esquecendo dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o verbo principal está no PARTICÍPIO, o pronome átono não pode ser enclítico a ele, portanto, o pronome deverá ser PROCLÍTICO ou ENCLÍTICO ao verbo auxiliar.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Tenho-o trazido sempre, só hoje é que o viste?&lt;br /&gt;
: Arrependa-se do que me disse, e tudo lhe será perdoado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, existem três posições possíveis para o pronome em locuções verbais: próclise ao auxiliar, ênclise ao auxiliar (com hífen) e ênclise ao principal (com hífen). Embora a próclise ao verbo principal seja o mais corrente na língua falada no Brasil, a referida construção não é corroborada pela norma culta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exemplos de locuções verbais:&lt;br /&gt;
: “O aluno se deve aplicar” (hipótese de próclise correta), &lt;br /&gt;
: “O aluno deve-se aplicar” (hipótese de ênclise no verbo auxiliar correta), &lt;br /&gt;
: “O aluno deve aplicar-se” (hipótese de ênclise no verbo principal correta), &lt;br /&gt;
: Hipótese errada: “o aluno deve se aplicar” (hipótese de próclise no verbo principal errada)&lt;br /&gt;
: Exemplos adaptados do livro &#039;&#039;Português instrumental&#039;&#039;, de Dileta Silveira Martins e Lúbia Scliar Zilberknop.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Regra: no registro formal, não se deve jamais iniciar uma oração com um pronome oblíquo átono (me, te, se, o, a, lhe, os, as, lhes, nos e vos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exemplos: “Falei-lhe sobre o tema”, “Mostrou-me o livro”, “Desculpe-me o atrevimento”, “Fi-lo porque o quis”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=L%C3%ADnguas_estrangeiras&amp;diff=552</id>
		<title>Línguas estrangeiras</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=L%C3%ADnguas_estrangeiras&amp;diff=552"/>
		<updated>2020-06-05T13:24:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Nomes do Itamaraty&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ministério das Relações Exteriores é historicamente conhecido, nacional e internacionalmente, como “Itamaraty” – nome do palácio que lhe serve de sede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras línguas é grafado como: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em inglês&#039;&#039;&#039; - Ministry of Foreign Affairs (of Brazil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em francês&#039;&#039;&#039; - Ministère des Affaires étrangères (du Brésil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;em espanhol&#039;&#039;&#039; - Ministerio de Relaciones Exteriores (de Brasil)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas formas devem ser empregadas em todas as publicações e expedientes institucionais nessas línguas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Títulos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Português&#039;&#039;&#039; (Manual de Redação da Presidência da República, p. 56; Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal, verbete &amp;quot;Itálico&amp;quot;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de livros, dissertações, teses, etc. em português, todas as palavras devem ser escritas com inicial maiúscula, com exceção de palavras de ligação, como artigos, conjunções e pronomes.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O Sol é para Todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias Póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Nova Gramática Moderna&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Inglês&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de livros, dissertações, teses, etc. em inglês, a primeira letra de cada palavra deve ser escrita com maiúscula, à exceção de artigos e preposições.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;To Kill a Mockingbird&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;The Posthumous Memoirs of Bras Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Espanhol, francês e italiano&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas a primeira letra deve ser escrita com maiúscula, à exceção de nomes próprios que se encontrem no interior do título.&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Matar un ruiseñor&#039;&#039; &lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Ne tirez pas sur l&#039;oiseau moqueur&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memorias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Mémoires posthumes de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=551</id>
		<title>Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=551"/>
		<updated>2020-06-05T13:18:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras em outras línguas que não o português, quando usadas num texto em português, devem ser visualmente destacadas. A melhor forma de o fazer é por meio do uso de letras em itálico: &lt;br /&gt;
: O governo da Eslováquia anunciou hoje que concedeu &#039;&#039;agrément&#039;&#039; à embaixadora brasileira designada para o país.&lt;br /&gt;
: É bastante óbvio qual dos dois lados se beneficia do &#039;&#039;statu quo&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
: Após a chegada da polícia, o &#039;&#039;shopping&#039;&#039; permaneceu fechado até o fim do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Latinismos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Termos e expressões em latim são tratados como todo outro estrangeirismo – isto é, devem ser destacados sempre que usados em textos em português – por meio de itálico.&lt;br /&gt;
Como regra geral, são mantidas na forma original (destacadas em itálico) as expressões e locuções latinas de uso internacional, das quais são exemplos: &#039;&#039;a contrario sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;ad aeternum&#039;&#039;, &#039;&#039;ad hoc&#039;&#039;, &#039;&#039;ad interim&#039;&#039;, &#039;&#039;ad judicia&#039;&#039;, &#039;&#039;ad referendum&#039;&#039;, &#039;&#039;alma mater&#039;&#039;, &#039;&#039;amicus curiae&#039;&#039;, &#039;&#039;animus contrahendi&#039;&#039;, &#039;&#039;a priori&#039;&#039;, &#039;&#039;a posteriori&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;bona fide&#039;&#039;, &#039;&#039;campus&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;campi&#039;&#039;), &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;causa mortis&#039;&#039;, &#039;&#039;contra legem&#039;&#039;, &#039;&#039;cum grano salis&#039;&#039;, &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;curricula vitae&#039;&#039;), &#039;&#039;data venia&#039;&#039;, &#039;&#039;de facto&#039;&#039;, &#039;&#039;de jure&#039;&#039;, &#039;&#039;erga omnes&#039;&#039; (para todos), &#039;&#039;et alii&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;et al.&#039;&#039;), &#039;&#039;exempli gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;e.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;ex nunc&#039;&#039; (que não retroage), &#039;&#039;ex officio&#039;&#039;, &#039;&#039;ex tunc&#039;&#039; (que retroage), &#039;&#039;grosso modo&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas data&#039;&#039;, &#039;&#039;honoris causa&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;idem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;id.&#039;&#039;), &#039;&#039;id est&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;i.e.&#039;&#039;), &#039;&#039;in fine&#039;&#039;, &#039;&#039;in loco&#039;&#039;, &#039;&#039;in memoriam&#039;&#039;, &#039;&#039;in natura&#039;&#039;, &#039;&#039;in situ&#039;&#039;, &#039;&#039;inter partes&#039;&#039;, &#039;&#039;in totum&#039;&#039;, &#039;&#039;(in) verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;in vitro&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis litteris&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso facto&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso jure&#039;&#039;, &#039;&#039;jus cogens&#039;&#039;, &#039;&#039;lapsus linguae&#039;&#039;, &#039;&#039;lato sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;locus&#039;&#039; (plural &#039;&#039;loci&#039;&#039;), &#039;&#039;manu militari&#039;&#039;, &#039;&#039;modus operandi&#039;&#039;, &#039;&#039;modus vivendi&#039;&#039;, &#039;&#039;motu proprio&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;opere citato&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;), &#039;&#039;pacta sunt servanda&#039;&#039;, &#039;&#039;pari passu&#039;&#039;, &#039;&#039;per capita&#039;&#039;, &#039;&#039;per se&#039;&#039;, &#039;&#039;persona (non) grata&#039;&#039;, &#039;&#039;post mortem&#039;&#039;, &#039;&#039;post scriptum&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;p.s.&#039;&#039;), &#039;&#039;pro bono&#039;&#039;, &#039;&#039;pro forma&#039;&#039;, &#039;&#039;pro labore&#039;&#039;, &#039;&#039;pro rata&#039;&#039;, &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039;, &#039;&#039;quorum&#039;&#039;, &#039;&#039;ratione personae&#039;&#039;, &#039;&#039;sic&#039;&#039; (usado entre colchetes para indicar que a palavra foi reproduzida fielmente, por mais errada ou estranha que seja), &#039;&#039;sine die&#039;&#039;, &#039;&#039;sine loco&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.l.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando o local de edição não pode ser identificado), &#039;&#039;sine nomine&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.n.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando a editora não pode ser identificada), &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039;, &#039;&#039;statu quo&#039;&#039; (evitar &#039;&#039;status quo&#039;&#039;, deformação inglesa), &#039;&#039;statu quo ante&#039;&#039;, &#039;&#039;stricto sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;sub judice&#039;&#039;, &#039;&#039;sui generis&#039;&#039;, (&#039;&#039;ut&#039;&#039;) &#039;&#039;supra&#039;&#039;, &#039;&#039;tabula rasa&#039;&#039;, &#039;&#039;ultima ratio&#039;&#039;, &#039;&#039;urbi et orbi&#039;&#039;, &#039;&#039;uti possidetis&#039;&#039;, &#039;&#039;verbi gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;v.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;versus&#039;&#039;, &#039;&#039;vide&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também vale para expressões substantivadas, também consagradas na forma original: “um &#039;&#039;mea culpa&#039;&#039;”, “estão analisando o pedido de &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas palavras e expressões em outros idiomas, porém, tendem a ser aportuguesados ou incorporados ao vernáculo (caso em que não devem ser destacados em itálico): currículo (embora também possa ser utilizada a forma latina &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039;, como visto acima), déficit, exequátur, etcécera (e a abreviatura etc.), fac-símile, fórum (plural: fóruns), Internet (usar com inicial maiúscula), memorando (plural: memorandos), O.K. (ou Ok), parêntese, quórum (plural: quóruns), superávit, etc. Note-se que o VOLP não reconhece os aportuguesamentos &amp;quot;déficit&amp;quot; e &amp;quot;superávit&amp;quot;, mas ambas as expressões são consagradas, com acentos (portanto, aportuguesadas) em vários dicionários da língua portuguesa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Outros idiomas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos de expressões de outros idiomas (especialmente inglês e francês) usados em português que devem ser destacados em itálico: &#039;&#039;accountability&#039;&#039;, &#039;&#039;aggiornamento&#039;&#039;, &#039;&#039;agrément&#039;&#039;, &#039;&#039;apartheid&#039;&#039;, &#039;&#039;à vol d&#039;oiseau&#039;&#039;, &#039;&#039;babysitter&#039;&#039;, &#039;&#039;background&#039;&#039;, &#039;&#039;backup&#039;&#039;, &#039;&#039;banner&#039;&#039;, &#039;&#039;benchmarking&#039;&#039;, &#039;&#039;best-seller&#039;&#039;, &#039;&#039;boutade&#039;&#039;, &#039;&#039;browser&#039;&#039;, &#039;&#039;bug&#039;&#039;, &#039;&#039;bullying&#039;&#039;, &#039;&#039;bypass&#039;&#039;, &#039;&#039;caucus&#039;&#039;, &#039;&#039;chassis&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;check-out&#039;&#039;, &#039;&#039;check-up&#039;&#039;, &#039;&#039;commodity&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;commodities&#039;&#039;), &#039;&#039;common law&#039;&#039;, &#039;&#039;copy and paste&#039;&#039; (ou &#039;&#039;cut and paste&#039;&#039;), &#039;&#039;copyright&#039;&#039;, &#039;&#039;crack&#039;&#039;, &#039;&#039;database&#039;&#039;, &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039;, &#039;&#039;détente&#039;&#039;, &#039;&#039;download&#039;&#039;, &#039;&#039;drive-through&#039;&#039; (ou &#039;&#039;drive-thru&#039;&#039;), &#039;&#039;e-book&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;en passant&#039;&#039;, &#039;&#039;esprit de corps&#039;&#039;, &#039;&#039;establishment&#039;&#039;, &#039;&#039;expert&#039;&#039;, &#039;&#039;franchising&#039;&#039;, &#039;&#039;freelancer&#039;&#039;, &#039;&#039;free-shop&#039;&#039;, &#039;&#039;freeway&#039;&#039;, &#039;&#039;gentleman&#039;&#039;, &#039;&#039;glamour&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmand&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmet&#039;&#039;, &#039;&#039;hardware&#039;&#039;, &#039;&#039;holding&#039;&#039;, &#039;&#039;home page&#039;&#039;, &#039;&#039;imbroglio&#039;&#039; (o VOLP reconhece o aportuguesamento imbróglio), &#039;&#039;impeachment&#039;&#039;, &#039;&#039;input&#039;&#039;, &#039;&#039;insight&#039;&#039;, &#039;&#039;kibutz&#039;&#039;, &#039;&#039;know-how&#039;&#039;, &#039;&#039;last but not least&#039;&#039;, &#039;&#039;layout&#039;&#039;, &#039;&#039;leasing&#039;&#039;, &#039;&#039;Leitmotiv&#039;&#039;, &#039;&#039;lobby&#039;&#039;, &#039;&#039;log in&#039;&#039;, &#039;&#039;mainstream&#039;&#039;, &#039;&#039;marketing&#039;&#039;, &#039;&#039;merchandising&#039;&#039;, &#039;&#039;métier&#039;&#039;, &#039;&#039;mise en scène&#039;&#039;, &#039;&#039;mouse&#039;&#039; (de computador), &#039;&#039;nobreak&#039;&#039;, &#039;&#039;non-paper&#039;&#039;, &#039;&#039;nonsense&#039;&#039;, &#039;&#039;office-boy&#039;&#039;, &#039;&#039;ombudsman&#039;&#039;, &#039;&#039;online&#039;&#039; (ou &#039;&#039;on-line&#039;&#039;), &#039;&#039;outdoor&#039;&#039;, &#039;&#039;output&#039;&#039;, &#039;&#039;overbooking&#039;&#039;, &#039;&#039;overnight&#039;&#039;, &#039;&#039;parti pris&#039;&#039;, &#039;&#039;performance&#039;&#039;, &#039;&#039;personal trainer&#039;&#039;, &#039;&#039;podcast&#039;&#039;, &#039;&#039;rationale&#039;&#039;, &#039;&#039;reboot&#039;&#039;, &#039;&#039;recall&#039;&#039;, &#039;&#039;relax&#039;&#039;, &#039;&#039;replay&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;royalty&#039;&#039; (plural &#039;&#039;royalties&#039;&#039;), &#039;&#039;rule of law&#039;&#039;, &#039;&#039;savoir-faire&#039;&#039;, &#039;&#039;scanner&#039;&#039;, &#039;&#039;script&#039;&#039;, &#039;&#039;search&#039;&#039;, &#039;&#039;self-made man&#039;&#039;, &#039;&#039;self-service&#039;&#039;, &#039;&#039;serial killer&#039;&#039;, &#039;&#039;settings&#039;&#039;, &#039;&#039;set-up&#039;&#039;, &#039;&#039;sherpa&#039;&#039;, &#039;&#039;shopping center&#039;&#039;, &#039;&#039;showman&#039;&#039;, &#039;&#039;sign in/out&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;slogan&#039;&#039;, &#039;&#039;soft power&#039;&#039;, &#039;&#039;software&#039;&#039;, &#039;&#039;souvenir&#039;&#039;, &#039;&#039;spray&#039;&#039;, &#039;&#039;spread&#039;&#039; (bancário), &#039;&#039;staff&#039;&#039;, &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;; &#039;&#039;tête-à-tête&#039;&#039;, &#039;&#039;time-sharing&#039;&#039;, &#039;&#039;tout court&#039;&#039;, &#039;&#039;trade-off&#039;&#039;, &#039;&#039;trailer&#039;&#039;, &#039;&#039;underground&#039;&#039;, &#039;&#039;update&#039;&#039;, &#039;&#039;upgrade&#039;&#039;, &#039;&#039;vis-à-vis&#039;&#039;, &#039;&#039;web&#039;&#039;, &#039;&#039;website&#039;&#039;, &#039;&#039;Zeitgeist&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom in&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom out&#039;&#039;, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG no idioma português, quando são feitas citações em outros idiomas, mesmo quando constem de parágrafo separado, com recuo e letra menor, deve-se aplicar a mesma regra de destacar o texto por meio de itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regra somente deixa de ser aplicável nas referências bibliográficas, caso em que os destaques em itálico devem seguir as normas da ABNT. No entanto, mesmo nas referências bibliográficas, deve ser mantido o itálico nas expressões latinas, como &#039;&#039;in&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;idem&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (ou &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;, etc. Ver, a propósito, os verbetes &#039;&#039;&#039;[[Citações]]&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;[[Referências]]&#039;&#039;&#039;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=550</id>
		<title>Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=550"/>
		<updated>2020-06-05T13:18:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação Oficial e Diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras em outras línguas que não o português, quando usadas num texto em português, devem ser visualmente destacadas. A melhor forma de o fazer é por meio do uso de letras em itálico: &lt;br /&gt;
: O governo da Eslováquia anunciou hoje que concedeu &#039;&#039;agrément&#039;&#039; à embaixadora brasileira designada para o país.&lt;br /&gt;
: É bastante óbvio qual dos dois lados se beneficia do &#039;&#039;statu quo&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
: Após a chegada da polícia, o &#039;&#039;shopping&#039;&#039; permaneceu fechado até o fim do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Latinismos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Termos e expressões em latim são tratados como todo outro estrangeirismo – isto é, devem ser destacados sempre que usados em textos em português – por meio de itálico.&lt;br /&gt;
Como regra geral, são mantidas na forma original (destacadas em itálico) as expressões e locuções latinas de uso internacional, das quais são exemplos: &#039;&#039;a contrario sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;ad aeternum&#039;&#039;, &#039;&#039;ad hoc&#039;&#039;, &#039;&#039;ad interim&#039;&#039;, &#039;&#039;ad judicia&#039;&#039;, &#039;&#039;ad referendum&#039;&#039;, &#039;&#039;alma mater&#039;&#039;, &#039;&#039;amicus curiae&#039;&#039;, &#039;&#039;animus contrahendi&#039;&#039;, &#039;&#039;a priori&#039;&#039;, &#039;&#039;a posteriori&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;bona fide&#039;&#039;, &#039;&#039;campus&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;campi&#039;&#039;), &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;causa mortis&#039;&#039;, &#039;&#039;contra legem&#039;&#039;, &#039;&#039;cum grano salis&#039;&#039;, &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;curricula vitae&#039;&#039;), &#039;&#039;data venia&#039;&#039;, &#039;&#039;de facto&#039;&#039;, &#039;&#039;de jure&#039;&#039;, &#039;&#039;erga omnes&#039;&#039; (para todos), &#039;&#039;et alii&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;et al.&#039;&#039;), &#039;&#039;exempli gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;e.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;ex nunc&#039;&#039; (que não retroage), &#039;&#039;ex officio&#039;&#039;, &#039;&#039;ex tunc&#039;&#039; (que retroage), &#039;&#039;grosso modo&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas data&#039;&#039;, &#039;&#039;honoris causa&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;idem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;id.&#039;&#039;), &#039;&#039;id est&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;i.e.&#039;&#039;), &#039;&#039;in fine&#039;&#039;, &#039;&#039;in loco&#039;&#039;, &#039;&#039;in memoriam&#039;&#039;, &#039;&#039;in natura&#039;&#039;, &#039;&#039;in situ&#039;&#039;, &#039;&#039;inter partes&#039;&#039;, &#039;&#039;in totum&#039;&#039;, &#039;&#039;(in) verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;in vitro&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis litteris&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso facto&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso jure&#039;&#039;, &#039;&#039;jus cogens&#039;&#039;, &#039;&#039;lapsus linguae&#039;&#039;, &#039;&#039;lato sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;locus&#039;&#039; (plural &#039;&#039;loci&#039;&#039;), &#039;&#039;manu militari&#039;&#039;, &#039;&#039;modus operandi&#039;&#039;, &#039;&#039;modus vivendi&#039;&#039;, &#039;&#039;motu proprio&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;opere citato&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;), &#039;&#039;pacta sunt servanda&#039;&#039;, &#039;&#039;pari passu&#039;&#039;, &#039;&#039;per capita&#039;&#039;, &#039;&#039;per se&#039;&#039;, &#039;&#039;persona (non) grata&#039;&#039;, &#039;&#039;post mortem&#039;&#039;, &#039;&#039;post scriptum&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;p.s.&#039;&#039;), &#039;&#039;pro bono&#039;&#039;, &#039;&#039;pro forma&#039;&#039;, &#039;&#039;pro labore&#039;&#039;, &#039;&#039;pro rata&#039;&#039;, &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039;, &#039;&#039;quorum&#039;&#039;, &#039;&#039;ratione personae&#039;&#039;, &#039;&#039;sic&#039;&#039; (usado entre colchetes para indicar que a palavra foi reproduzida fielmente, por mais errada ou estranha que seja), &#039;&#039;sine die&#039;&#039;, &#039;&#039;sine loco&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.l.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando o local de edição não pode ser identificado), &#039;&#039;sine nomine&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.n.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando a editora não pode ser identificada), &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039;, &#039;&#039;statu quo&#039;&#039; (evitar &#039;&#039;status quo&#039;&#039;, deformação inglesa), &#039;&#039;statu quo ante&#039;&#039;, &#039;&#039;stricto sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;sub judice&#039;&#039;, &#039;&#039;sui generis&#039;&#039;, (&#039;&#039;ut&#039;&#039;) &#039;&#039;supra&#039;&#039;, &#039;&#039;tabula rasa&#039;&#039;, &#039;&#039;ultima ratio&#039;&#039;, &#039;&#039;urbi et orbi&#039;&#039;, &#039;&#039;uti possidetis&#039;&#039;, &#039;&#039;verbi gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;v.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;versus&#039;&#039;, &#039;&#039;vide&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também vale para expressões substantivadas, também consagradas na forma original: “um &#039;&#039;mea culpa&#039;&#039;”, “estão analisando o pedido de &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas palavras e expressões em outros idiomas, porém, tendem a ser aportuguesados ou incorporados ao vernáculo (caso em que não devem ser destacados em itálico): currículo (embora também possa ser utilizada a forma latina &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039;, como visto acima), déficit, exequátur, etcécera (e a abreviatura etc.), fac-símile, fórum (plural: fóruns), Internet (usar com inicial maiúscula), memorando (plural: memorandos), O.K. (ou Ok), parêntese, quórum (plural: quóruns), superávit, etc. Note-se que o VOLP não reconhece os aportuguesamentos &amp;quot;déficit&amp;quot; e &amp;quot;superávit&amp;quot;, mas ambas as expressões são consagradas, com acentos (portanto, aportuguesadas) em vários dicionários da língua portuguesa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Outros idiomas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos de expressões de outros idiomas (especialmente inglês e francês) usados em português que devem ser destacados em itálico: &#039;&#039;accountability&#039;&#039;, &#039;&#039;aggiornamento&#039;&#039;, &#039;&#039;agrément&#039;&#039;, &#039;&#039;apartheid&#039;&#039;, &#039;&#039;à vol d&#039;oiseau&#039;&#039;, &#039;&#039;babysitter&#039;&#039;, &#039;&#039;background&#039;&#039;, &#039;&#039;backup&#039;&#039;, &#039;&#039;banner&#039;&#039;, &#039;&#039;benchmarking&#039;&#039;, &#039;&#039;best-seller&#039;&#039;, &#039;&#039;boutade&#039;&#039;, &#039;&#039;browser&#039;&#039;, &#039;&#039;bug&#039;&#039;, &#039;&#039;bullying&#039;&#039;, &#039;&#039;bypass&#039;&#039;, &#039;&#039;caucus&#039;&#039;, &#039;&#039;chassis&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;check-out&#039;&#039;, &#039;&#039;check-up&#039;&#039;, &#039;&#039;commodity&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;commodities&#039;&#039;), &#039;&#039;common law&#039;&#039;, &#039;&#039;copy and paste&#039;&#039; (ou &#039;&#039;cut and paste&#039;&#039;), &#039;&#039;copyright&#039;&#039;, &#039;&#039;crack&#039;&#039;, &#039;&#039;database&#039;&#039;, &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039;, &#039;&#039;détente&#039;&#039;, &#039;&#039;download&#039;&#039;, &#039;&#039;drive-through&#039;&#039; (ou &#039;&#039;drive-thru&#039;&#039;), &#039;&#039;e-book&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;en passant&#039;&#039;, &#039;&#039;esprit de corps&#039;&#039;, &#039;&#039;establishment&#039;&#039;, &#039;&#039;expert&#039;&#039;, &#039;&#039;franchising&#039;&#039;, &#039;&#039;freelancer&#039;&#039;, &#039;&#039;free-shop&#039;&#039;, &#039;&#039;freeway&#039;&#039;, &#039;&#039;gentleman&#039;&#039;, &#039;&#039;glamour&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmand&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmet&#039;&#039;, &#039;&#039;hardware&#039;&#039;, &#039;&#039;holding&#039;&#039;, &#039;&#039;home page&#039;&#039;, &#039;&#039;imbroglio&#039;&#039; (o VOLP reconhece o aportuguesamento imbróglio), &#039;&#039;impeachment&#039;&#039;, &#039;&#039;input&#039;&#039;, &#039;&#039;insight&#039;&#039;, &#039;&#039;kibutz&#039;&#039;, &#039;&#039;know-how&#039;&#039;, &#039;&#039;last but not least&#039;&#039;, &#039;&#039;layout&#039;&#039;, &#039;&#039;leasing&#039;&#039;, &#039;&#039;Leitmotiv&#039;&#039;, &#039;&#039;lobby&#039;&#039;, &#039;&#039;log in&#039;&#039;, &#039;&#039;mainstream&#039;&#039;, &#039;&#039;marketing&#039;&#039;, &#039;&#039;merchandising&#039;&#039;, &#039;&#039;métier&#039;&#039;, &#039;&#039;mise en scène&#039;&#039;, &#039;&#039;mouse&#039;&#039; (de computador), &#039;&#039;nobreak&#039;&#039;, &#039;&#039;non-paper&#039;&#039;, &#039;&#039;nonsense&#039;&#039;, &#039;&#039;office-boy&#039;&#039;, &#039;&#039;ombudsman&#039;&#039;, &#039;&#039;online&#039;&#039; (ou &#039;&#039;on-line&#039;&#039;), &#039;&#039;outdoor&#039;&#039;, &#039;&#039;output&#039;&#039;, &#039;&#039;overbooking&#039;&#039;, &#039;&#039;overnight&#039;&#039;, &#039;&#039;parti pris&#039;&#039;, &#039;&#039;performance&#039;&#039;, &#039;&#039;personal trainer&#039;&#039;, &#039;&#039;podcast&#039;&#039;, &#039;&#039;rationale&#039;&#039;, &#039;&#039;reboot&#039;&#039;, &#039;&#039;recall&#039;&#039;, &#039;&#039;relax&#039;&#039;, &#039;&#039;replay&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;royalty&#039;&#039; (plural &#039;&#039;royalties&#039;&#039;), &#039;&#039;rule of law&#039;&#039;, &#039;&#039;savoir-faire&#039;&#039;, &#039;&#039;scanner&#039;&#039;, &#039;&#039;script&#039;&#039;, &#039;&#039;search&#039;&#039;, &#039;&#039;self-made man&#039;&#039;, &#039;&#039;self-service&#039;&#039;, &#039;&#039;serial killer&#039;&#039;, &#039;&#039;settings&#039;&#039;, &#039;&#039;set-up&#039;&#039;, &#039;&#039;sherpa&#039;&#039;, &#039;&#039;shopping center&#039;&#039;, &#039;&#039;showman&#039;&#039;, &#039;&#039;sign in/out&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;slogan&#039;&#039;, &#039;&#039;soft power&#039;&#039;, &#039;&#039;software&#039;&#039;, &#039;&#039;souvenir&#039;&#039;, &#039;&#039;spray&#039;&#039;, &#039;&#039;spread&#039;&#039; (bancário), &#039;&#039;staff&#039;&#039;, &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;; &#039;&#039;tête-à-tête&#039;&#039;, &#039;&#039;time-sharing&#039;&#039;, &#039;&#039;tout court&#039;&#039;, &#039;&#039;trade-off&#039;&#039;, &#039;&#039;trailer&#039;&#039;, &#039;&#039;underground&#039;&#039;, &#039;&#039;update&#039;&#039;, &#039;&#039;upgrade&#039;&#039;, &#039;&#039;vis-à-vis&#039;&#039;, &#039;&#039;web&#039;&#039;, &#039;&#039;website&#039;&#039;, &#039;&#039;Zeitgeist&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom in&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom out&#039;&#039;, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG no idioma português, quando são feitas citações em outros idiomas, mesmo quando constem de parágrafo separado, com recuo e letra menor, deve-se aplicar a mesma regra de destacar o texto por meio de itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regra somente deixa de ser aplicável nas referências bibliográficas, caso em que os destaques em itálico devem seguir as normas da ABNT. No entanto, mesmo nas referências bibliográficas, deve ser mantido o itálico nas expressões latinas, como &#039;&#039;in&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;idem&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (ou &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;, etc. Ver, a propósito, os verbetes &#039;&#039;&#039;[[Citações]]&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;[[Referências]]&#039;&#039;&#039;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=549</id>
		<title>Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=549"/>
		<updated>2020-06-05T12:41:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras em outras línguas que não o português, quando usadas num texto em português, devem ser visualmente destacadas. A melhor forma de o fazer é por meio do uso de letras em itálico: &lt;br /&gt;
: O governo da Eslováquia anunciou hoje que concedeu &#039;&#039;agrément&#039;&#039; à embaixadora brasileira designada para o país.&lt;br /&gt;
: É bastante óbvio qual dos dois lados se beneficia do &#039;&#039;statu quo&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
: Após a chegada da polícia, o &#039;&#039;shopping&#039;&#039; permaneceu fechado até o fim do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Latinismos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Termos e expressões em latim são tratados como todo outro estrangeirismo – isto é, devem ser destacados sempre que usados em textos em português – por meio de itálico.&lt;br /&gt;
Como regra geral, são mantidas na forma original (destacadas em itálico) as expressões e locuções latinas de uso internacional, das quais são exemplos: &#039;&#039;a contrario sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;ad aeternum&#039;&#039;, &#039;&#039;ad hoc&#039;&#039;, &#039;&#039;ad interim&#039;&#039;, &#039;&#039;ad judicia&#039;&#039;, &#039;&#039;ad referendum&#039;&#039;, &#039;&#039;alma mater&#039;&#039;, &#039;&#039;amicus curiae&#039;&#039;, &#039;&#039;animus contrahendi&#039;&#039;, &#039;&#039;a priori&#039;&#039;, &#039;&#039;a posteriori&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;bona fide&#039;&#039;, &#039;&#039;campus&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;campi&#039;&#039;), &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;causa mortis&#039;&#039;, &#039;&#039;contra legem&#039;&#039;, &#039;&#039;cum grano salis&#039;&#039;, &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;curricula vitae&#039;&#039;), &#039;&#039;data venia&#039;&#039;, &#039;&#039;de facto&#039;&#039;, &#039;&#039;de jure&#039;&#039;, &#039;&#039;erga omnes&#039;&#039; (para todos), &#039;&#039;et alii&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;et al.&#039;&#039;), &#039;&#039;exempli gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;e.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;ex nunc&#039;&#039; (que não retroage), &#039;&#039;ex officio&#039;&#039;, &#039;&#039;ex tunc&#039;&#039; (que retroage), &#039;&#039;grosso modo&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas data&#039;&#039;, &#039;&#039;honoris causa&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;idem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;id.&#039;&#039;), &#039;&#039;id est&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;i.e.&#039;&#039;), &#039;&#039;in fine&#039;&#039;, &#039;&#039;in loco&#039;&#039;, &#039;&#039;in memoriam&#039;&#039;, &#039;&#039;in natura&#039;&#039;, &#039;&#039;in situ&#039;&#039;, &#039;&#039;inter partes&#039;&#039;, &#039;&#039;in totum&#039;&#039;, &#039;&#039;(in) verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;in vitro&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis litteris&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso facto&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso jure&#039;&#039;, &#039;&#039;jus cogens&#039;&#039;, &#039;&#039;lapsus linguae&#039;&#039;, &#039;&#039;lato sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;locus&#039;&#039; (plural &#039;&#039;loci&#039;&#039;), &#039;&#039;manu militari&#039;&#039;, &#039;&#039;modus operandi&#039;&#039;, &#039;&#039;modus vivendi&#039;&#039;, &#039;&#039;motu proprio&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;opere citato&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;), &#039;&#039;pacta sunt servanda&#039;&#039;, &#039;&#039;pari passu&#039;&#039;, &#039;&#039;per capita&#039;&#039;, &#039;&#039;per se&#039;&#039;, &#039;&#039;persona (non) grata&#039;&#039;, &#039;&#039;post mortem&#039;&#039;, &#039;&#039;post scriptum&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;p.s.&#039;&#039;), &#039;&#039;pro bono&#039;&#039;, &#039;&#039;pro forma&#039;&#039;, &#039;&#039;pro labore&#039;&#039;, &#039;&#039;pro rata&#039;&#039;, &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039;, &#039;&#039;quorum&#039;&#039;, &#039;&#039;ratione personae&#039;&#039;, &#039;&#039;sic&#039;&#039; (usado entre colchetes para indicar que a palavra foi reproduzida fielmente, por mais errada ou estranha que seja), &#039;&#039;sine die&#039;&#039;, &#039;&#039;sine loco&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.l.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando o local de edição não pode ser identificado), &#039;&#039;sine nomine&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.n.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando a editora não pode ser identificada), &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039;, &#039;&#039;statu quo&#039;&#039; (evitar &#039;&#039;status quo&#039;&#039;, deformação inglesa), &#039;&#039;statu quo ante&#039;&#039;, &#039;&#039;stricto sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;sub judice&#039;&#039;, &#039;&#039;sui generis&#039;&#039;, (&#039;&#039;ut&#039;&#039;) &#039;&#039;supra&#039;&#039;, &#039;&#039;tabula rasa&#039;&#039;, &#039;&#039;ultima ratio&#039;&#039;, &#039;&#039;urbi et orbi&#039;&#039;, &#039;&#039;uti possidetis&#039;&#039;, &#039;&#039;verbi gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;v.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;versus&#039;&#039;, &#039;&#039;vide&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também vale para expressões substantivadas, também consagradas na forma original: “um &#039;&#039;mea culpa&#039;&#039;”, “estão analisando o pedido de &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas palavras e expressões em outros idiomas, porém, tendem a ser aportuguesados ou incorporados ao vernáculo (caso em que não devem ser destacados em itálico): currículo (embora também possa ser utilizada a forma latina &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039;, como visto acima), déficit, exequátur, etcécera (e a abreviatura etc.), fac-símile, fórum (plural: fóruns), Internet (usar com inicial maiúscula), memorando (plural: memorandos), O.K. (ou Ok), parêntese, quórum (plural: quóruns), superávit, etc. Note-se que o VOLP não reconhece os aportuguesamentos &amp;quot;déficit&amp;quot; e &amp;quot;superávit&amp;quot;, mas ambas as expressões são consagradas, com acentos (portanto, aportuguesadas) em vários dicionários da língua portuguesa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Outros idiomas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos de expressões de outros idiomas (especialmente inglês e francês) usados em português que devem ser destacados em itálico: &#039;&#039;accountability&#039;&#039;, &#039;&#039;aggiornamento&#039;&#039;, &#039;&#039;agrément&#039;&#039;, &#039;&#039;apartheid&#039;&#039;, &#039;&#039;à vol d&#039;oiseau&#039;&#039;, &#039;&#039;babysitter&#039;&#039;, &#039;&#039;background&#039;&#039;, &#039;&#039;backup&#039;&#039;, &#039;&#039;banner&#039;&#039;, &#039;&#039;benchmarking&#039;&#039;, &#039;&#039;best-seller&#039;&#039;, &#039;&#039;boutade&#039;&#039;, &#039;&#039;browser&#039;&#039;, &#039;&#039;bug&#039;&#039;, &#039;&#039;bullying&#039;&#039;, &#039;&#039;bypass&#039;&#039;, &#039;&#039;caucus&#039;&#039;, &#039;&#039;chassis&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;check-out&#039;&#039;, &#039;&#039;check-up&#039;&#039;, &#039;&#039;commodity&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;commodities&#039;&#039;), &#039;&#039;common law&#039;&#039;, &#039;&#039;copy and paste&#039;&#039; (ou &#039;&#039;cut and paste&#039;&#039;), &#039;&#039;copyright&#039;&#039;, &#039;&#039;crack&#039;&#039;, &#039;&#039;database&#039;&#039;, &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039;, &#039;&#039;détente&#039;&#039;, &#039;&#039;download&#039;&#039;, &#039;&#039;drive-through&#039;&#039; (ou &#039;&#039;drive-thru&#039;&#039;), &#039;&#039;e-book&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;en passant&#039;&#039;, &#039;&#039;esprit de corps&#039;&#039;, &#039;&#039;establishment&#039;&#039;, &#039;&#039;expert&#039;&#039;, &#039;&#039;franchising&#039;&#039;, &#039;&#039;freelancer&#039;&#039;, &#039;&#039;free-shop&#039;&#039;, &#039;&#039;freeway&#039;&#039;, &#039;&#039;gentleman&#039;&#039;, &#039;&#039;glamour&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmand&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmet&#039;&#039;, &#039;&#039;hardware&#039;&#039;, &#039;&#039;holding&#039;&#039;, &#039;&#039;home page&#039;&#039;, &#039;&#039;imbroglio&#039;&#039; (o VOLP reconhece o aportuguesamento imbróglio), &#039;&#039;impeachment&#039;&#039;, &#039;&#039;input&#039;&#039;, &#039;&#039;insight&#039;&#039;, &#039;&#039;kibutz&#039;&#039;, &#039;&#039;know-how&#039;&#039;, &#039;&#039;last but not least&#039;&#039;, &#039;&#039;layout&#039;&#039;, &#039;&#039;leasing&#039;&#039;, &#039;&#039;Leitmotiv&#039;&#039;, &#039;&#039;lobby&#039;&#039;, &#039;&#039;log in&#039;&#039;, &#039;&#039;mainstream&#039;&#039;, &#039;&#039;marketing&#039;&#039;, &#039;&#039;merchandising&#039;&#039;, &#039;&#039;métier&#039;&#039;, &#039;&#039;mise en scène&#039;&#039;, &#039;&#039;mouse&#039;&#039; (de computador), &#039;&#039;nobreak&#039;&#039;, &#039;&#039;non-paper&#039;&#039;, &#039;&#039;nonsense&#039;&#039;, &#039;&#039;office-boy&#039;&#039;, &#039;&#039;ombudsman&#039;&#039;, &#039;&#039;online&#039;&#039; (ou &#039;&#039;on-line&#039;&#039;), &#039;&#039;outdoor&#039;&#039;, &#039;&#039;output&#039;&#039;, &#039;&#039;overbooking&#039;&#039;, &#039;&#039;overnight&#039;&#039;, &#039;&#039;parti pris&#039;&#039;, &#039;&#039;performance&#039;&#039;, &#039;&#039;personal trainer&#039;&#039;, &#039;&#039;podcast&#039;&#039;, &#039;&#039;rationale&#039;&#039;, &#039;&#039;reboot&#039;&#039;, &#039;&#039;recall&#039;&#039;, &#039;&#039;relax&#039;&#039;, &#039;&#039;replay&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;royalty&#039;&#039; (plural &#039;&#039;royalties&#039;&#039;), &#039;&#039;rule of law&#039;&#039;, &#039;&#039;savoir-faire&#039;&#039;, &#039;&#039;scanner&#039;&#039;, &#039;&#039;script&#039;&#039;, &#039;&#039;search&#039;&#039;, &#039;&#039;self-made man&#039;&#039;, &#039;&#039;self-service&#039;&#039;, &#039;&#039;serial killer&#039;&#039;, &#039;&#039;settings&#039;&#039;, &#039;&#039;set-up&#039;&#039;, &#039;&#039;sherpa&#039;&#039;, &#039;&#039;shopping center&#039;&#039;, &#039;&#039;showman&#039;&#039;, &#039;&#039;sign in/out&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;slogan&#039;&#039;, &#039;&#039;soft power&#039;&#039;, &#039;&#039;software&#039;&#039;, &#039;&#039;souvenir&#039;&#039;, &#039;&#039;spray&#039;&#039;, &#039;&#039;spread&#039;&#039; (bancário), &#039;&#039;staff&#039;&#039;, &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;; &#039;&#039;tête-à-tête&#039;&#039;, &#039;&#039;time-sharing&#039;&#039;, &#039;&#039;tout court&#039;&#039;, &#039;&#039;trade-off&#039;&#039;, &#039;&#039;trailer&#039;&#039;, &#039;&#039;underground&#039;&#039;, &#039;&#039;update&#039;&#039;, &#039;&#039;upgrade&#039;&#039;, &#039;&#039;vis-à-vis&#039;&#039;, &#039;&#039;web&#039;&#039;, &#039;&#039;website&#039;&#039;, &#039;&#039;Zeitgeist&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom in&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom out&#039;&#039;, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG no idioma português, quando são feitas citações em outros idiomas, mesmo quando constem de parágrafo separado, com recuo e letra menor, deve-se aplicar a mesma regra de destacar o texto por meio de itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regra somente deixa de ser aplicável nas referências bibliográficas, caso em que os destaques em itálico devem seguir as normas da ABNT. No entanto, mesmo nas referências bibliográficas, deve ser mantido o itálico nas expressões latinas, como &#039;&#039;in&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;idem&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (ou &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;, etc. Ver, a propósito, os verbetes &#039;&#039;&#039;[[Citações]]&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;[[Referências]]&#039;&#039;&#039;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Uso_de_it%C3%A1lico&amp;diff=548</id>
		<title>Uso de itálico</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Uso_de_it%C3%A1lico&amp;diff=548"/>
		<updated>2020-06-04T20:38:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de Redação da Presidência da República; Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emprega-se itálico em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;a) títulos de publicações (livros, revistas, jornais, periódicos, etc.) ou títulos de congressos, conferências, &#039;&#039;slogans&#039;&#039;, lemas sem o uso de aspas (com inicial maiúscula em todas as palavras, exceto nas de ligação)&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: Foi publicada a nova edição da &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039;, de Evanildo Bechara.&lt;br /&gt;
: O documento foi aprovado na &#039;&#039;II Conferência Mundial para Pessoas com Deficiência&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por extensão, deve-se usar itálico em títulos de produções artísticas, literárias, técnicas e científicas: livro, filme, peça de teatro, tese, estudo, relatório, pesquisa, disco, música, show, exposição, obra de arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, capítulos de livros, artigos, reportagens e retrancas de jornais e revistas devem ser escritos em redondo, com apenas a primeira inicial maiúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;b) palavras e as expressões em latim ou em outras línguas estrangeiras não incorporadas ao uso comum na língua portuguesa ou não aportuguesadas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos:&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Détente&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;show&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;status&#039;&#039;, &#039;&#039;print&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Atenção:&#039;&#039;&#039; Em palavras estrangeiras ou de formação híbrida de uso comum ou aportuguesadas, não há necessidade de destaque, como, por exemplo: currículo, déficit, Internet, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais detalhes, ver o verbete &amp;quot;Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=547</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=547"/>
		<updated>2020-06-04T20:33:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses, etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com iniciais maiúsculas em todas as palavras, exceto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes, etc., de acordo com a recomendação do &#039;&#039;Manual de Redação da Presidência da República&#039;&#039; (p. 56) e do &#039;&#039;Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal&#039;&#039; (verbete &amp;quot;Itálico&amp;quot;).&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O Sol é para Todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias Póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação difere da regra seguida pelas demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), nas quais se utiliza a inicial maiúscula apenas na primeira palavra dos títulos de obras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações, etc., recomenda-se a utilização de inicial maiúscula apenas na primeira palavra do título.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de Redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=546</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=546"/>
		<updated>2020-06-04T20:17:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, atualizado em 13 de maio de 2020, disponível em https://diplopedia.itamaraty.gov.br/uploads/19-Manual_de_Reda%C3%A7%C3%A3o_Oficial_e_Diplom%C3%A1tica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de Redação da Presidência da República, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de Comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de Redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual Editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=545</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=545"/>
		<updated>2020-06-04T20:13:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; Manual de Redação Oficial e Diplomática do Itamaraty; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses, etc. em português, que constem de obras da FUNAG, sejam escritos com maiúscula em todas as palavras, excelto aquelas de ligação, como artigos, conjunções, pronomes, etc., de acordo com a recomendação do Manual de Redação da Presidência da República (p. 56) e do Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal (verbete &amp;quot;Itálico&amp;quot;).&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O Sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias Póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Moderna Gramática Portuguesa&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação difere da regra seguida pelas demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), nas quais se utiliza a inicial maiúscula apenas na primeira palavra dos títulos de obras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações, etc., recomenda-se a utilização de inicial maiúscula apenas na primeira palavra do título.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de Redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=544</id>
		<title>Maiúsculas e minúsculas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Mai%C3%BAsculas_e_min%C3%BAsculas&amp;diff=544"/>
		<updated>2020-05-31T13:46:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty; dicionários da língua portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a produzir efeitos, no Brasil, em 1º de janeiro de 2009 (embora, até 31 de dezembro de 2015, as novas normas tenham coexistido com as anteriores), determina o uso de inicial minúscula “ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes”, excetuados apenas os nomes próprios, inclusive de instituições, as siglas e os símbolos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Iniciais minúsculas: regra geral&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, portanto, com inicial minúscula todas as palavras da língua que não são nomes próprios – o que inclui, entre outros: os nomes dos meses (23 de julho), dos dias da semana (sexta-feira) e das estações (primavera); os nomes de línguas (russo e espanhol); de povos e etnias (os franceses, os ianomâmis); de religiões (professa o islamismo; o ministro é católico); de doenças (o ebola); de moedas (O euro valorizou-se em relação ao iene); e de profissões (Ela é diplomata; O primeiro-ministro recebeu o embaixador; O secretário-geral do Itamaraty atua como ministro interino das Relações Exteriores na ausência do titular da pasta; O presidente da República é a máxima autoridade do país). Como se nota nos exemplos, usa-se a minúscula nos cargos, mas a maiúscula mantém-se nos nomes de instituições (e nas partes de nomes de instituições usadas em combinação com nomes de cargos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por serem também substantivos comuns, devem escrever-se com minúscula inicial, entre outras, as seguintes palavras: alfândega, artigo (“...com base no artigo 84 da Constituição Federal...”), consulado, chancelaria, chefia, chefe, chefe de governo, delegação, diretor, exterior (“Os postos no exterior”), governo (“O governo brasileiro saúda o governo e povo da...”), governos, município, nação, oficial, país (mesmo quando em referência ao Brasil), países-membros, posto, presidente, repartição consular, representação diplomática, representação consular, subchefe, subchefia, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros exemplos de palavras comuns, que devem ser escritas com iniciais minúsculas: academia, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, bacharel, licenciado, professor, doutor, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas, o Acordo Ortográfico recomenda o uso de iniciais minúsculas, mas permite, opcionalmente, as maiúsculas, tal como nas regras ortográficas anteriores, dando os seguintes exemplos: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas). Nas publicações da FUNAG, portanto, podemos manter a preferência dos autores em relação ao uso de iniciais maiúsculas ou minúsculas em palavras que expressem domínios do saber, cursos e disciplinas. Essa opção de iniciais maiúsculas não se aplica, porém, ao uso corrente de expressões que também possam, em determinados contextos, ter a acepção de domínios do saber. Por exemplo, &amp;quot;a nossa história&amp;quot;, &amp;quot;as relações internacionais do Brasil&amp;quot;, &amp;quot;o domínio do idioma português&amp;quot;, etc. Dica aos revisores: se houver dúvida sobre se a palavra está sendo utilizada em sentido corrente ou como domínio do saber, recomenda-se optar pela inicial minúscula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceçôes:&#039;&#039;&#039; a) Estado - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Estado&amp;quot; na acepção de nação com estrutura própria e organização política, ou conjunto das estruturas institucionais que asseguram a ordem e o controle de uma nação. Portanto, &amp;quot;Estado brasileiro&amp;quot;, &amp;quot;Estados membros&amp;quot;, &amp;quot;chefe de Estado&amp;quot;, &amp;quot;ministro de Estado&amp;quot;, &amp;quot;Estado de Direito&amp;quot;, etc. No entanto, os &amp;quot;estados&amp;quot; da Federação são escritos com iniciais minúsculas (&amp;quot;o estado do Rio Grande do Sul&amp;quot;), de acordo com a maioria dos dicionários da língua portuguesa (embora a Constituição Federal utilize iciais maiúsculas nesses casos). Na mesma linha, mantém-se a inicial minúscula nas expressões &amp;quot;estado de sítio&amp;quot;, &amp;quot;estado de defesa&amp;quot; (ver, a propósito, o Título V, Capítulo I da Constituição Federal) e similares, como &amp;quot;estado de guerra&amp;quot;, &amp;quot;estado de exceção&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Federação - A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda escrever com inicial maiúscula a palavra &amp;quot;Federação&amp;quot; na acepção de união dos estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Poder - O Manual de redação da Presidência da República, o Manual de comunicação da Secom do Senado Federal e vários dicionários da língua portuguesa recomendam grafar Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário com iniciais maiúsculas. No entanto, com exceção dos três Poderes da República, as demais acepções da palavra são grafadas com inicial minúscula (por exemplo, o poder público).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Minúsculas em títulos, cargos, postos, funções, profissões e axiônimos em geral&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ortografia anteriormente em vigor no Brasil recomendava o uso da maiúscula nos nomes dos “altos cargos, dignidades ou postos”; pelo novo Acordo Ortográfico, os cargos, postos e axiônimos em geral devem grafar-se com minúscula inicial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).&amp;quot; Pela interpretação literal do Acordo, portanto, apenas os hagiônimos admitem inicial maiúscula (como no exemplo &amp;quot;Santa Filomena&amp;quot;). Caso a regra da maiúscula opcional pretendesse abranger os axiônimos, a expressão &amp;quot;neste caso&amp;quot; (que se refere, claramente, ao elemento mais próximo, dos hagiònimos) deveria ter sido substituída por &amp;quot;em ambos os casos&amp;quot; ou &amp;quot;nos dois casos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, recomenda-se que, nas publicações da FUNAG, siga-se a regra oficial, já seguida pelos órgãos de comunicações da Presidência da República e do Congresso Nacional e pela imprensa brasileira e portuguesa em geral, de grafar com inicial minúscula os nomes de títulos, cargos, funções, profissões e axiônimos em geral, reservando o uso de maiúsculas para as instituições: o Senado (mas: o senador; os senadores; a senadora Fulana de Tal); o ministro da Educação (mas: o Ministério da Educação); o doutor; a oficial de chancelaria; o professor; o primeiro-ministro; a chanceler; o arcebispo de Buenos Aires; o embaixador do Brasil na Itália; o vice-presidente Fulano de Tal; o papa Francisco; o patriarca de Moscou; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguem outros exemplos de títulos, cargos, profissões e axiônimos em geral que devem ser escritos com iniciais minúsculas: advogado, barão, bispo, capitão, cardeal, conde, conselheiro, coronel, deputado, desembargador, diretor-executivo, doutor, duque, general, imperador, juiz, major, marquês, padre, príncipe, rei, secretário, senhor, vereador, visconde, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa recomendação aplica-se mesmo quando o título seja seguido do nome: o barão do Rio Branco, o duque de Caxias, o marquês de Pombal, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Exceções:&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
a) Pronomes pessoais de tratamento são grafados com maiúsculas em correspondências assinadas: Vossa Excelência, Vossa Majestade, Vossa Alteza, Vossa Santidade, A Sua Excelência o Senhor (endereçamento), Excelentíssimo Senhor Presidente (vocativo), Senhor Ministro, Senhor Senador, Senhor Embaixador (vocativos), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A maioria dos dicionários da língua portuguesa recomenda a utilização de inicial maiúscula no título honorífico &amp;quot;Dom&amp;quot;, que precede o nome de batismo de monarcas, altos nobres ou dignitários que se revestem de caráter episcopal: Dom João VI, Dom Pedro I, Dom Paulo Evaristo Arns, etc. A abreviatura &amp;quot;D.&amp;quot; também se escreve com maiúscula (o próprio Acordo Ortográfico cita o exemplo &amp;quot;D. Quixote&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As abreviaturas de axiônimos devem ser escritas com maiúsculas: Sr. (o próprio Acordo Ortográfico dá esse exemplo), Sra., Dr., Dra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas com determinantes geográficos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também os nomes de determinantes geográficos seguem a regra geral, ou seja, escrevem-se com inicial minúscula: o rio Amazonas; a bacia do Prata; o oceano Atlântico; o estreito de Malaca; o golfo de Bengala; o mar Amarelo; o canal de Suez; a baía de Guanabara; o monte Roraima; o pico da Neblina; o deserto do Saara; a ilha de Santa Helena; o arquipélago de Tristão da Cunha.&lt;br /&gt;
Devem ser escritos, porém, com maiúsculas os nomes de acidentes geográficos que são parte de nomes próprios: “Ilhas Cook”, “Ilhas Marshall” e “Ilhas Salomão” – por serem os nomes oficiais desses três países; mas, por outro lado: “as ilhas Fiji”; “nas ilhas Comores”, pois, nesses dois casos, o substantivo “ilhas” não faz parte dos nomes oficiais dos países (respectivamente: “República de Fiji” e “União das Comores”). Para os nomes oficiais dos países, consultar o item 7.3 (Lista de topônimos e gentílicos em português) do Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em nomes de instituições&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inicial maiúscula poderá ser usada nos títulos de instituições tratadas como nomes próprios: “a Embaixada do Brasil em Quito”, “o Consulado-Geral do Brasil em Xangai”, “o Ministério das Relações Exteriores”, “a Organização”, “a Divisão de Pagamentos”, “a Delegação Permanente do Brasil”, “a Universidade de Brasília”, “a Igreja [Anglicana, Católica, etc.]”, etc. Pode-se também usar a maiúscula inicial mesmo quando o substantivo for usado desprovido de seu complemento, desde que este esteja subentendido: “a Embaixada”, “o Consulado-Geral”, “o Ministério”, “a Divisão”, “a Delegação”, “a Constituição” (por “a Constituição Federal de 1988”, etc.), “o presidente da República” (por “da República Federativa do Brasil”), o Plenário (em referência ao Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal), etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras ortográficas anteriormente vigentes recomendavam o uso de maiúsculas “nos nomes que designam altos conceitos políticos ou nacionalistas”. Com a revogação dessa regra pela entrada em vigor do novo acordo ortográfico, o uso da maiúscula se restringe aos nomes próprios, e devem escrever-se com inicial minúscula os substantivos comuns: “o governo”, “o país”, &amp;quot;o povo&amp;quot;, &amp;quot;a nação&amp;quot;, “a língua portuguesa”, etc. Ver, porém, as exceções &amp;quot;Estado&amp;quot; e &amp;quot;Federação&amp;quot; mencionadas acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em títulos de obras (bibliônimos)&#039;&#039;&#039; (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico estabelece o seguinte: &amp;quot;A letra minúscula inicial é usada: [...] c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maiúscula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): &#039;&#039;O Senhor do Paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;O senhor do paço de Ninães&#039;&#039;, &#039;&#039;Menino de Engenho&#039;&#039; ou &#039;&#039;Menino de engenho&#039;&#039;, &#039;&#039;Árvore e Tambor&#039;&#039; ou &#039;&#039;Árvore e tambor&#039;&#039;.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a regra do Acordo Ortográfico não seja categórica, recomenda-se que os títulos de livros, dissertações, teses, etc. em português, que constem de obras da FUNAG sejam escritos com maiúscula apenas na primeira letra e nos nomes próprios. &lt;br /&gt;
: &#039;&#039;O sol é para todos&#039;&#039;&lt;br /&gt;
: &#039;&#039;Memórias póstumas de Brás Cubas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa regra, que é a mesma das demais línguas latinas (francês, espanhol, italiano, etc.), deve ser usada também nos títulos de capítulos e subcapítulos, tabelas, gráficos, ilustrações, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o Acordo Ortográfico estabelece que devem ser usadas iniciais maiúsculas nos títulos de periódicos, que retêm o itálico, dando os seguintes exemplos: &#039;&#039;O Primeiro de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039; (ou &#039;&#039;S. Paulo&#039;&#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em “lei”, “acordo”, “tratado”&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com a ortografia oficial, “lei”, “acordo”, “tratado”, como todos os demais substantivos comuns, se escrevem com inicial minúscula: “A lei que disciplinava a matéria foi revogada em 1999”; “O Brasil já havia então firmado tratados de navegação e acordos de comércio com a maior parte de seus vizinhos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, as leis, acordos, tratados e demais normas específicas são escritas com inicial maiúscula quando identificadas por um nome próprio (“a Lei Maria da Penha”; “a Lei de Acesso à Informação”) ou por um número. Seguem alguns exemplos do Manual de Redação da Presidência da República: Acordo Ortogràfico, Lei nº 7.115, Lei nº 9.784, Lei Complementar nº 123, Emenda Constitucional nº 32, Decreto nº 9.061, Portaria SG nº 2, Portaria nº 1, de 1937, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note-se a diferença no uso de maiúsculas entre construções como “Foram assinados oito acordos bilaterais, incluído um acordo de livre comércio” e “o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Colômbia foi firmado em 13 de dezembro de 1972”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demais palavras, como “artigo”, “inciso” e “parágrafo”, mantêm a inicial minúscula, independentemente de estarem numerados: “De acordo com o artigo 84, inciso XXV, da Constituição Federal, e com o disposto no artigo 39, combinado com o artigo 41, da Lei nº 11.440, de 29 de dezembro de 2006, submeto à apreciação de Vossa Excelência...”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em pontos cardeais&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se com minúsculas os nomes dos pontos cardeais – exceto quando empregados absolutamente ou designem uma região: “Joinville situa-se no nordeste de Santa Catarina”, mas “O Maranhão é o segundo maior estado do Nordeste” (subentendida: a Região Nordeste do Brasil). Exemplos do Acordo Ortográfico: Nordeste (por nordeste do Brasil), Norte (por norte de Portugal), Meio-Dia (pelo sul da França ou de outros países), Ocidente (por ocidente europeu), Oriente (por oriente asiático).&lt;br /&gt;
Outros exemplos: Sudeste Asiático, Leste Europeu, Oriente Médio, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas em períodos históricos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usar maiúsculas em períodos históricos como Idade Média, Renascimento, Brasil Colônia, Brasil Império, Independência (quando se refira ao período histórico), Regência, Primeiro Reinado, Primeira República, etc. De forma similar, escreve-se com maiúsculas datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, assim como datas religiosas ou festivas, como Natal, Páscoa, Carnaval, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Maiúsculas e minúsculas em siglas&#039;&#039;&#039; - ver o verbete &amp;quot;Reduções, abreviaturas e siglas&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Para_servi%C3%A7os_de_revis%C3%A3o&amp;diff=543</id>
		<title>Para serviços de revisão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Para_servi%C3%A7os_de_revis%C3%A3o&amp;diff=543"/>
		<updated>2020-05-31T13:39:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Regra de ouro&#039;&#039;&#039;: Evitar mudar estilo do autor, dando preferência sempre às suas escolhas e preferências estilísticas quando não for prejudicial à coesão, coerência e clareza do texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinônimos&#039;&#039;&#039;: Evitar substituição de palavras por sinônimos, a não ser que seja realmente necessário, para clareza do leitor. Sempre justificar a pertinência de mudanças de palavras que não estão incorretas por sinônimos (Exs.: “diferendo” por “desacordo”; “há” por “existe”; “criar” por “estabelecer”; “criação” por “estabelecimento”; “cujo” por “do qual”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Inicial minúscula&#039;&#039;&#039;: escrevem-se com iniciais minúsculas:&lt;br /&gt;
cargos: ministro, presidente, chanceler, embaixador, professor, general, primeiro-ministro, chefe, diretor, secretário.&lt;br /&gt;
títulos honoríficos: barão do Rio Branco, marquês de Pombal, rei Eduardo V, bispo Sardinha, papa Francisco. No entanto, o pronome de tratamento &amp;quot;Dom&amp;quot; é escrito com inicial maiúscula, tal como exemplifica o próprio Acordo Ortográfico: Dom Quixote. Portanto, Dom João VI, Dom Pedro I.&lt;br /&gt;
“governo”: governo federal, governo brasileiro, governo Vargas.&lt;br /&gt;
“país”: país estrangeiro, chegou ao país, deixou o país consternado. &lt;br /&gt;
No entanto, de acordo com os principais dicionários da língua portuguesa, deve-se empregar a inicial maiúscula na palava &amp;quot;Estado&amp;quot; no sentido de nação politicamente organizada por leis próprias: Estado nacional; chefe de Estado; golpe de Estado; Estado de Direito.&lt;br /&gt;
Para mais informações sobre o uso de maiúsculas, ver o verbete &amp;quot;Maiúsculas e minúsculas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomes de obras, seminários, cursos, palestras e eventos: certificar-se se estão escritos conforme versão oficial/original. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Referências bibliográficas&#039;&#039;&#039;: usar padrão da ABNT nas referências. Nunca usar negrito. Exemplos:&lt;br /&gt;
Livro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SOBRENOME, Nome. Obra referenciada. Cidade: Editora, ano, p. x-xx.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo dentro de obra:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SEITENFUS, Ricardo. De Suez ao Haiti: a participação brasileira nas operações de paz. In: FONSECA JR., Gelson. O Brasil e a ONU. Brasília: FUNAG, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo de periódico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BOURNEUF, Pierre-Etienne. The League of Nations and the Leticia Dispute (1932-1934). The International History Review, v. 39, v. 4, p. 593-678, 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BOURNEUF, Pierre-Etienne, op. cit., p. 597. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estrangeirismos&#039;&#039;&#039;: usar sempre em itálico, sem aspas, conforme o VOLP. Exs.: &#039;&#039;commodities&#039;&#039; (ing.), &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039; (fr.), &#039;&#039;intelligentsia&#039;&#039; (rus.), &#039;&#039;Weltanschauung&#039;&#039; (al.), &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039; (lat.), &#039;&#039;status&#039;&#039; (lat.). Ver mais exemplos no verbete &amp;quot;Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hífen: quando necessário, trocar hífen (-) por travessão (–). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notas de rodapé, vêm sempre:&lt;br /&gt;
antes do ponto final. Ex.: da paz1.&lt;br /&gt;
antes da vírgula. Ex.: da paz1,&lt;br /&gt;
depois dos parênteses. Ex.: (da paz)1.&lt;br /&gt;
entre aspas e o ponto final. Ex.: “da paz”1.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Para_servi%C3%A7os_de_revis%C3%A3o&amp;diff=542</id>
		<title>Para serviços de revisão</title>
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		<updated>2020-05-31T13:36:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Regra de ouro&#039;&#039;&#039;: Evitar mudar estilo do autor, dando preferência sempre às suas escolhas e preferências estilísticas quando não for prejudicial à coesão, coerência e clareza do texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinônimos&#039;&#039;&#039;: Evitar substituição de palavras por sinônimos, a não ser que seja realmente necessário, para clareza do leitor. Sempre justificar a pertinência de mudanças de palavras que não estão incorretas por sinônimos (Exs.: “diferendo” por “desacordo”; “há” por “existe”; “criar” por “estabelecer”; “criação” por “estabelecimento”; “cujo” por “do qual”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Inicial minúscula&#039;&#039;&#039;: escrevem-se com iniciais minúsculas:&lt;br /&gt;
cargos: ministro, presidente, chanceler, embaixador, professor, general, primeiro-ministro, chefe, diretor, secretário.&lt;br /&gt;
títulos honoríficos: barão do Rio Branco, marquês de Pombal, rei Eduardo V, bispo Sardinha, papa Francisco. No entanto, o pronome de tratamento &amp;quot;Dom&amp;quot; é escrito com inicial maiúscula, tal como exemplifica o próprio Acordo Ortográfico: Dom Quixote. Portanto, Dom João VI, Dom Pedro I.&lt;br /&gt;
“governo”: governo federal, governo brasileiro, governo Vargas.&lt;br /&gt;
“país”: país estrangeiro, chegou ao país, deixou o país consternado. &lt;br /&gt;
No entanto, de acordo com os principais dicionários da língua portuguesa, deve-se empregar a inicial maiúscula na palava &amp;quot;Estado&amp;quot; no sentido de nação politicamente organizada por leis próprias: Estado nacional; chefe de Estado; golpe de Estado; Estado de Direito.&lt;br /&gt;
Para mais informações sobre o uso de maiúsculas, ver o verbete &amp;quot;Maiúsculas e minúsculas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nomes de obras, seminários, cursos, palestras e eventos: certificar-se se estão escritos conforme versão oficial/original. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Referências bibliográficas&#039;&#039;&#039;: usar padrão da ABNT nas referências. Nunca usar negrito. Exemplos:&lt;br /&gt;
Livro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SOBRENOME, Nome. Obra referenciada. Cidade: Editora, ano, p. x-xx.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo dentro de obra:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SEITENFUS, Ricardo. De Suez ao Haiti: a participação brasileira nas operações de paz. In: FONSECA JR., Gelson. O Brasil e a ONU. Brasília: FUNAG, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo de periódico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BOURNEUF, Pierre-Etienne. The League of Nations and the Leticia Dispute (1932-1934). The International History Review, v. 39, v. 4, p. 593-678, 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BOURNEUF, Pierre-Etienne, op. cit., p. 597. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estrangeirismos&#039;&#039;&#039;: usar sempre em itálico, sem aspas, conforme o VOLP. Exs.: &#039;&#039;commodities&#039;&#039; (ing.), &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039; (fr.), &#039;&#039;intelligentsia&#039;&#039; (rus.), &#039;&#039;Weltanschauung&#039;&#039; (al.), &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039; (lat.), &#039;&#039;status&#039;&#039; (lat.). Ver mais exemplos no verbete sobre estrangeirismos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hífen: quando necessário, trocar hífen (-) por travessão (–). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notas de rodapé, vêm sempre:&lt;br /&gt;
antes do ponto final. Ex.: da paz1.&lt;br /&gt;
antes da vírgula. Ex.: da paz1,&lt;br /&gt;
depois dos parênteses. Ex.: (da paz)1.&lt;br /&gt;
entre aspas e o ponto final. Ex.: “da paz”1.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Coloca%C3%A7%C3%A3o_pronominal&amp;diff=541</id>
		<title>Colocação pronominal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Coloca%C3%A7%C3%A3o_pronominal&amp;diff=541"/>
		<updated>2020-05-30T13:39:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Fonte: CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. &#039;&#039;Nova gramática do português contemporâneo&#039;&#039;. 3ª edição, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001; ALMEIDA, Nílson Teixeira de. &#039;&#039;Gramática completa para concursos e vestibulares&#039;&#039;. 2ª edição, São Paulo: Saraiva, 2009; https://www.normaculta.com.br/locucao-adverbial/) &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tipos de colocação pronominal===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao verbo, o pronome átono pode estar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
a) ENCLÍTICO (isto é, depois dele; essa é a regra em língua portuguesa):&lt;br /&gt;
“Calei-me”&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Sendo o pronome átono objeto direto ou indireto do verbo, a sua &#039;&#039;&#039;posição lógica, normal, é a ênclise&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
b) PROCLÍTICO (isto é, antes dele):&lt;br /&gt;
“Eu me calei&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) MESOCLÍTICO (ou seja, no meio dele, colocação que só é possível com formas do futuro do presente ou do futuro do pretérito):&lt;br /&gt;
“Calar-me-ei”&lt;br /&gt;
“Calar-me-ia” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fatores que flexibilizam a regra de ênclise===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Com um só verbo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando o verbo está no FUTURO DO PRESENTE ou no FUTURO DO PRETÉRITO: somente PRÓCLISE ou MESÓCLISE do pronome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nestes dois casos, o pronome pessoal reto obriga a próclise]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Eu me calarei.&lt;br /&gt;
: Eu me calaria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Calar-me-ei.&lt;br /&gt;
: Calar-me-ia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Fator que obriga a PRÓCLISE, a saber: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Orações que contêm palavra negativa (não, nunca, jamais, ninguém, nada, etc.) sem pausa entre a referida palavra e o verbo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Não lhes dizia eu?&lt;br /&gt;
: Nunca o vi tão sereno e obstinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Orações iniciadas com pronomes ou advérbios interrogativos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Quem me busca a esta hora tardia?&lt;br /&gt;
: Por que te assustas de cada vez?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Orações exclamativas ou que exprimem desejo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Que o vento te leve os meus recados de saudade.&lt;br /&gt;
: Que Deus o abençoe!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações subordinadas desenvolvidas, ainda que a conjunção esteja oculta: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Quando me deitei, à meia-noite, os preços estavam à altura do pescoço.&lt;br /&gt;
: Que é que desejas te mande do Rio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Gerúndio regido da preposição “em”:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Em lhe cheirando a homem chulo é com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Não há ênclise ou próclise com PARTICÍPIOS. Quando o PARTICÍPIO vem desacompanhado de auxiliar, usa-se sempre a forma oblíqua regida de preposição.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Dada a mim a explicação, saiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Com os infinitivos, PRÓCLISE e ÊNCLISE são válidas, embora haja tendência para esta colocação pronominal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Canta-me cantigas para me embalar!&lt;br /&gt;
: Para não fitá-lo, deixei cair os olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ênclise é ainda mais empregada quando o pronome tem a forma “o” (principalmente no feminino “a”) e o infinitivo vem regido pela preposição “a” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Se soubesse, não continuaria a lê-lo.&lt;br /&gt;
: Logo os outros, Camponeses e Operários, começam a imitá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A PRÓCLISE pronominal pode ser também utilizada nos seguintes casos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez) ou expressões ou locuções adverbiais sem pausa que os separe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Até a voz, dentro em pouco, já me parecia a mesma.&lt;br /&gt;
: Só depois se senta no chão a chorar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Orações em ordem inversa iniciada por objeto direto ou predicativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Tiram mais que na ceifa; isso te digo eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Sujeito anteposto ao verbo com o numeral “ambos” ou pronomes indefinidos (todo, tudo, alguém, outro, qualquer, etc.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Alguém lhe bate nas costas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações alternativas (ou / ora) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Das duas uma: ou as faz ela ou as faço eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ADVÉRBIOS E LOCUÇÕES ADVERBIAIS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com relação aos advérbios e locuções adverbiais (item 5, alínea &amp;quot;a&amp;quot;, acima), cumpre ressaltar que só se requer a próclise quendo não há pausa (vírgula, por exemplo) que os separe do verbo pronominal. Em geral, utiliza-se uma pausa após o advérbio ou a locução adverbial, caso em que se requer a ênclise. Por exemplo: : &amp;quot;Desde cedo, notabilizou-se por sua grande inteligência&amp;quot;, mas “Desde cedo se notabilizou por sua grande inteligência”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo distintas gramáticas, os advérbios e locuções adverbiais podem ser classificados como de afirmação, de dúvida, de intensidade, de lugar, de modo, de negação e de tempo. Seguem alguns exemplos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de afirmação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: com certeza; com efeito; certamente; de fato; efetivamente; na verdade; por certo; realmente; sem dúvida, sim; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de dúvida: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: acaso; com certeza; porventura; possivelmente; provavelmente; quem sabe; quiçá; talvez, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de intensidade: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: apenas; assaz; bastante; bem; demais; demasiadamente; de muito; de pouco; de todo; em demasia; em excesso; mais; meio; menos; muito; pouco; quanto; quase; só; somente; tão; tão somente; todo; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de lugar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: abaixo; acima; acolá; adiante; à direita; à esquerda; à frente; aí; além; ali; ao lado; aqui; aquém; atrás; através; de fora; de longe; dentro; de perto; em cima; em volta; fora; longe; para onde; perto; por ali; por aqui; por dentro; por fora; por perto; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de modo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: ao acaso; ao contrário; ao leo; às claras; às ocultas; a sós; às pressas; assim; à toa; à vontade; bem; debalde; depressa; devagar; em silêncio; em vão; frente a frente; lado a lado; mal; melhor; pior; etc., e quase todos os terminados no sufixo -mente (calmamente, alegremente, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de negação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: de forma alguma; de jeito nenhum; de maneira nenhuma; de modo algum; não; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de tempo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: agora; ainda; amanhã; à noite; anteontem; antes; à tarde; às vezes; breve; cedo; de dia; de manhã; de noite; depois; de quando em quando; de repente; de súbito; de vez em quando; em breve; então; já; jamais; hoje; logo; nunca; ontem; outrora; pela manhã; raramente; sempre; tarde; etc.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Com uma locução verbal====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Locuções verbais com verbo principal no INFINITIVO ou no GERÚNDIO permitem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. SEMPRE a ÊNCLISE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O roupeiro veio interromper-me.&lt;br /&gt;
: Ia desenrolando-se a paisagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A PRÓCLISE ao verbo auxiliar ocorre quando há elemento que a justifique, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Palavra negativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Ninguém o havia de dizer.&lt;br /&gt;
: Rita é minha irmã, não me ficaria querendo mal e acabaria rindo também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Pronomes ou advérbios interrogativos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Que é que me podia acontecer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Orações iniciadas por palavras exclamativas ou orações que exprimem desejo (optativas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Deus nos há de proteger!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações subordinadas desenvolvidas, inclusive com conjunção oculta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O sufrágio que me vai dar será para mim uma consagração.&lt;br /&gt;
: Ega subiu ao seu quarto, onde outro criado lhe estava preparando o banho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. A ÊNCLISE ao verbo auxiliar é possível quando não há elemento atrativo de PRÓCLISE: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Ia-me esquecendo dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o verbo principal está no PARTICÍPIO, o pronome átono não pode ser enclítico a ele, portanto, o pronome deverá ser PROCLÍTICO ou ENCLÍTICO ao verbo auxiliar.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Tenho-o trazido sempre, só hoje é que o viste?&lt;br /&gt;
: Arrependa-se do que me disse, e tudo lhe será perdoado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, existem três posições possíveis para o pronome em locuções verbais: próclise ao auxiliar, ênclise ao auxiliar (com hífen) e ênclise ao principal (com hífen). Embora a próclise ao verbo principal seja o mais corrente na língua falada no Brasil, a referida construção não é corroborada pela norma culta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exemplos de locuções verbais:&lt;br /&gt;
: “O aluno se deve aplicar” (hipótese de próclise correta), &lt;br /&gt;
: “O aluno deve-se aplicar” (hipótese de ênclise no verbo auxiliar correta), &lt;br /&gt;
: “O aluno deve aplicar-se” (hipótese de ênclise no verbo principal correta), &lt;br /&gt;
: Hipótese errada: “o aluno deve se aplicar” (hipótese de próclise no verbo principal errada)&lt;br /&gt;
: Exemplos adaptados do livro &#039;&#039;Português instrumental&#039;&#039;, de Dileta Silveira Martins e Lúbia Scliar Zilberknop.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Regra: no registro formal, não se deve jamais iniciar uma oração com um pronome oblíquo átono (me, te, se, o, a, lhe, os, as, lhes, nos e vos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exemplos: “Falei-lhe sobre o tema”, “Mostrou-me o livro”, “Desculpe-me o atrevimento”, “Fi-lo porque o quis”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Coloca%C3%A7%C3%A3o_pronominal&amp;diff=540</id>
		<title>Colocação pronominal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Coloca%C3%A7%C3%A3o_pronominal&amp;diff=540"/>
		<updated>2020-05-30T13:21:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Fonte: CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. &#039;&#039;Nova gramática do português contemporâneo&#039;&#039;. 3ª edição, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001; ALMEIDA, Nílson Teixeira de. &#039;&#039;Gramática completa para concursos e vestibulares&#039;&#039;. 2ª edição, São Paulo: Saraiva, 2009; https://www.normaculta.com.br/locucao-adverbial/) &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tipos de colocação pronominal===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao verbo, o pronome átono pode estar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
a) ENCLÍTICO (isto é, depois dele; essa é a regra em língua portuguesa):&lt;br /&gt;
“Calei-me”&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Sendo o pronome átono objeto direto ou indireto do verbo, a sua &#039;&#039;&#039;posição lógica, normal, é a ênclise&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
b) PROCLÍTICO (isto é, antes dele):&lt;br /&gt;
“Eu me calei&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) MESOCLÍTICO (ou seja, no meio dele, colocação que só é possível com formas do futuro do presente ou do futuro do pretérito):&lt;br /&gt;
“Calar-me-ei”&lt;br /&gt;
“Calar-me-ia” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fatores que flexibilizam a regra de ênclise===&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Com um só verbo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando o verbo está no FUTURO DO PRESENTE ou no FUTURO DO PRETÉRITO: somente PRÓCLISE ou MESÓCLISE do pronome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nestes dois casos, o pronome pessoal reto obriga a próclise]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Eu me calarei.&lt;br /&gt;
: Eu me calaria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Calar-me-ei.&lt;br /&gt;
: Calar-me-ia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Fator que obriga a PRÓCLISE, a saber: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Orações que contêm palavra negativa (não, nunca, jamais, ninguém, nada, etc.) sem pausa entre a referida palavra e o verbo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Não lhes dizia eu?&lt;br /&gt;
: Nunca o vi tão sereno e obstinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Orações iniciadas com pronomes ou advérbios interrogativos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Quem me busca a esta hora tardia?&lt;br /&gt;
: Por que te assustas de cada vez?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Orações exclamativas ou que exprimem desejo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Que o vento te leve os meus recados de saudade.&lt;br /&gt;
: Que Deus o abençoe!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações subordinadas desenvolvidas, ainda que a conjunção esteja oculta: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Quando me deitei, à meia-noite, os preços estavam à altura do pescoço.&lt;br /&gt;
: Que é que desejas te mande do Rio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Gerúndio regido da preposição “em”:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Em lhe cheirando a homem chulo é com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Não há ênclise ou próclise com PARTICÍPIOS. Quando o PARTICÍPIO vem desacompanhado de auxiliar, usa-se sempre a forma oblíqua regida de preposição.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Dada a mim a explicação, saiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Com os infinitivos, PRÓCLISE e ÊNCLISE são válidas, embora haja tendência para esta colocação pronominal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Canta-me cantigas para me embalar!&lt;br /&gt;
: Para não fitá-lo, deixei cair os olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ênclise é ainda mais empregada quando o pronome tem a forma “o” (principalmente no feminino “a”) e o infinitivo vem regido pela preposição “a” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Se soubesse, não continuaria a lê-lo.&lt;br /&gt;
: Logo os outros, Camponeses e Operários, começam a imitá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A PRÓCLISE pronominal pode ser também utilizada nos seguintes casos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez) ou expressões ou locuções adverbiais sem pausa que os separe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Até a voz, dentro em pouco, já me parecia a mesma.&lt;br /&gt;
: Só depois se senta no chão a chorar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Orações em ordem inversa iniciada por objeto direto ou predicativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Tiram mais que na ceifa; isso te digo eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Sujeito anteposto ao verbo com o numeral “ambos” ou pronomes indefinidos (todo, tudo, alguém, outro, qualquer, etc.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Alguém lhe bate nas costas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações alternativas (ou / ora) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Das duas uma: ou as faz ela ou as faço eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ADVÉRBIOS E LOCUÇÕES ADVERBIAIS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com relação aos advérbios e locuções adverbiais (item 5, alínea &amp;quot;a&amp;quot;, acima), cumpre ressaltar que só se requer a próclise quendo não há pausa (vírgula, por exemplo) que os separe do verbo pronominal. Em geral, utiliza-se uma pausa após o advérbio ou a locução adverbial, caso em que se requer a ênclise. Por exemplo: : &amp;quot;Desde cedo, notabilizou-se por sua grande inteligência&amp;quot;, mas “Desde cedo se notabilizou por sua grande inteligência”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo distintas gramáticas, os advérbios e locuções adverbiais podem ser classificados como de afirmação, de dúvida, de intensidade, de lugar, de modo, de negação e de tempo. Seguem alguns exemplos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de afirmação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: com certeza; com efeito; certamente; de fato; efetivamente; na verdade; por certo; realmente; sem dúvida, sim; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de dúvida: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: acaso; com certeza; porventura; possivelmente; provavelmente; quem sabe; quiçá; talvez, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de intensidade: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: apenas; assaz; bastante; bem; demasiadamente; demais; de muito; de pouco; de todo; em excesso; em demasia; mais; menos; muito; pouco; tão; quase; quanto; demais; meio; todo; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de lugar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: abaixo; acima; acolá; adiante; à direita; à esquerda; à frente; aí; além; ali; ao lado; aqui; aquém; atrás; através; de fora; de longe; dentro; de perto; em cima; em volta; fora; longe; para onde; perto; por ali; por aqui; por dentro; por fora; por perto; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de modo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: ao acaso; ao contrário; ao leo; às claras; às ocultas; a sós; às pressas; assim; à toa; à vontade; bem; debalde; depressa; devagar; em silêncio; em vão; frente a frente; lado a lado; mal; melhor; pior; etc., e quase todos os terminados no sufixo -mente (calmamente, alegremente, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de negação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: de forma alguma; de jeito nenhum; de maneira nenhuma; de modo algum; não; etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advérbios e locuções adverbiais de tempo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: agora; ainda; amanhã; ontem; anteontem; antes; breve; cedo; tarde; depois; hoje; então; nunca; jamais; logo; sempre; outrora; já; raramente; à tarde; à noite; de manhã; de repente; de súbito; em breve; de quando em quando, etc. : pela manhã; de noite; à tarde; de dia; em breve; às vezes; de vez em quando, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Com uma locução verbal====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Locuções verbais com verbo principal no INFINITIVO ou no GERÚNDIO permitem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. SEMPRE a ÊNCLISE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O roupeiro veio interromper-me.&lt;br /&gt;
: Ia desenrolando-se a paisagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A PRÓCLISE ao verbo auxiliar ocorre quando há elemento que a justifique, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Palavra negativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Ninguém o havia de dizer.&lt;br /&gt;
: Rita é minha irmã, não me ficaria querendo mal e acabaria rindo também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Pronomes ou advérbios interrogativos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Que é que me podia acontecer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Orações iniciadas por palavras exclamativas ou orações que exprimem desejo (optativas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Deus nos há de proteger!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Orações subordinadas desenvolvidas, inclusive com conjunção oculta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: O sufrágio que me vai dar será para mim uma consagração.&lt;br /&gt;
: Ega subiu ao seu quarto, onde outro criado lhe estava preparando o banho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. A ÊNCLISE ao verbo auxiliar é possível quando não há elemento atrativo de PRÓCLISE: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Ia-me esquecendo dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o verbo principal está no PARTICÍPIO, o pronome átono não pode ser enclítico a ele, portanto, o pronome deverá ser PROCLÍTICO ou ENCLÍTICO ao verbo auxiliar.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Tenho-o trazido sempre, só hoje é que o viste?&lt;br /&gt;
: Arrependa-se do que me disse, e tudo lhe será perdoado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, existem três posições possíveis para o pronome em locuções verbais: próclise ao auxiliar, ênclise ao auxiliar (com hífen) e ênclise ao principal (com hífen). Embora a próclise ao verbo principal seja o mais corrente na língua falada no Brasil, a referida construção não é corroborada pela norma culta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exemplos de locuções verbais:&lt;br /&gt;
: “O aluno se deve aplicar” (hipótese de próclise correta), &lt;br /&gt;
: “O aluno deve-se aplicar” (hipótese de ênclise no verbo auxiliar correta), &lt;br /&gt;
: “O aluno deve aplicar-se” (hipótese de ênclise no verbo principal correta), &lt;br /&gt;
: Hipótese errada: “o aluno deve se aplicar” (hipótese de próclise no verbo principal errada)&lt;br /&gt;
: Exemplos adaptados do livro &#039;&#039;Português instrumental&#039;&#039;, de Dileta Silveira Martins e Lúbia Scliar Zilberknop.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Regra: no registro formal, não se deve jamais iniciar uma oração com um pronome oblíquo átono (me, te, se, o, a, lhe, os, as, lhes, nos e vos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Exemplos: “Falei-lhe sobre o tema”, “Mostrou-me o livro”, “Desculpe-me o atrevimento”, “Fi-lo porque o quis”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=539</id>
		<title>Manual de revisão da FUNAG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Manual_de_revis%C3%A3o_da_FUNAG&amp;diff=539"/>
		<updated>2020-05-13T22:08:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual tem o objetivo de ser uma ferramenta teórico-referencial para garantir maior clareza e padronizar as revisões de textos publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora elaborado primariamente para servir de referência aos revisores da FUNAG e aos autores que submetam textos para serem publicados pela Fundação, o manual também pode ser útil para o público em geral, pois busca sanar dúvidas comuns do idioma português e consolida recomendações de várias fontes oficiais, listadas no item [[#Referências_e_fontes_de_pesquisa|Referências e fontes de pesquisa]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventuais comentários e sugestões podem ser enviados para o &#039;&#039;e-mail&#039;&#039; manual@funag.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Revisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Orientações gerais aos revisores]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Revisão e preparação de original]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Línguas estrangeiras]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Maiúsculas e minúsculas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Noções básicas de gramática da língua portuguesa]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Colocação pronominal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Concordância verbal]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Pronomes demonstrativos]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Sujeito preposicionado]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Uso do por que/por quê/porque/porquê]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Nomes oficiais de países em inglês, espanhol e francês]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Numerais]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Datas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Horas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Números]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Valores monetários]] =====&lt;br /&gt;
==== [[Pontuação]] ====&lt;br /&gt;
===== [[Aspas]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Hífen]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Meia-risca/Travessão]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Parênteses]] =====&lt;br /&gt;
===== [[Vírgula]] =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Reduções, abreviaturas e siglas]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Topônimos e gentílicos]] ====&lt;br /&gt;
==== [[Uso de itálico]] ==== &lt;br /&gt;
==== [[Vocabulário e dúvidas frequentes]]  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Principais orientações da ABNT]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Citações]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== [[Referências]] ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências e fontes de pesquisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este manual compila recomendações de diversas fontes, com vistas a sanar as dúvidas mais comuns no dia a dia do processo editorial de publicações da FUNAG. Deve ser utilizado em todas as fases, especialmente nas de preparação de originais e revisão de provas, com a finalidade de conferir dados e padronizar termos geográficos, econômicos, legislativos, parlamentares, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para informações mais detalhadas, listam-se, a seguir, as principais fontes de referência utilizadas neste manual: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty, aprovado pela Portaria nº 292, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 12 de maio de 2016, atualizado em 13 de maio de 2020, disponível em https://diplopedia.itamaraty.gov.br/uploads/19-Manual_de_Reda%C3%A7%C3%A3o_Oficial_e_Diplom%C3%A1tica_do_Itamaraty.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de redação da Presidência da República, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, aprovado pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2018, disponível em http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, publicado no DOU de 30 de setembro de 2008, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras (ABL), disponível em http://bit.ly/buscaVOLP; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente as normas NBR 6023 (Informação e documentação - referências - elaboração), 2ª edição, de 14 de novembro de 2018; e NBR 10520 (Informação e documentação - citações em documentos - apresentação), de agosto de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas fontes principais de referência, foram consultadas, para a elaboração deste manual, muitas fontes secundárias, como dicionários da língua portuguesa, gramáticas modernas, além de outros manuais e ferramentas de pesquisa como, por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de comunicação da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal, disponível em https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual de redação da Câmara de Deputados: padronização e documentos administrativos, disponível em http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/32279/manual_redacao_camara.pdf?sequence=7;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manual editorial do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), disponível em https://www.ipea.gov.br/sites/manualeditorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sistema Concórdia do Itamaraty, que contém informações sobre atos internacionais de que o Brasil é parte, disponível em https://concordia.itamaraty.gov.br/; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Biblioteca das Nações Unidas, que contém Informações sobre outros atos internacionais, disponível em http://research.un.org/en/docs/law/treaties.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ajuda==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Cheatsheet-en.png Resumo de formatação]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [[Detalhamento]]&lt;br /&gt;
[[Usuário:FUNAG|FUNAG]] ([[Usuário Discussão:FUNAG|discussão]]) 15h32min de 5 de outubro de 2017 (BRT)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=538</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=538"/>
		<updated>2020-05-07T15:35:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Lìngua Portuguesa; VOLP; Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty; Manual da Secom do Senado Federal; Manual editorial do Ipea)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, primeira-dama, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral; diretor-geral; relator-geral; ouvidor-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) em postos da hierarquia militar: tenente-coronel, capitão-tenente. Atenção: nomes compostos com elemento de ligação preposicionado ficam sem hífen: brigadeiro do ar, general de exército, general de brigada, tenente-brigadeiro do ar; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) em cargos que denotam hierarquia dentro de uma empresa: diretor-presidente, diretor-adjunto, editor-chefe, editor-assistente, sócio-gerente, diretor-executivo (Manual da Secom do Senado).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantém o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, anglo-saxão, anti-humanitário, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanete&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=536</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=536"/>
		<updated>2020-05-07T15:16:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Lìngua Portuguesa; VOLP; Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty; Manual da Secom do Senado Federal; Manual editorial do Ipea)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantém o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, anglo-saxão, anti-humanitário, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanete&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=535</id>
		<title>Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=535"/>
		<updated>2020-05-01T01:19:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras em outras línguas que não o português, quando usadas num texto em português, devem ser visualmente destacadas. A melhor forma de o fazer é por meio do uso de letras em itálico: &lt;br /&gt;
: O governo da Eslováquia anunciou hoje que concedeu &#039;&#039;agrément&#039;&#039; à embaixadora brasileira designada para o país.&lt;br /&gt;
: É bastante óbvio qual dos dois lados se beneficia do &#039;&#039;statu quo&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
: Após a chegada da polícia, o &#039;&#039;shopping&#039;&#039; permaneceu fechado até o fim do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Latinismos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Termos e expressões em latim são tratados como todo outro estrangeirismo – isto é, devem ser destacados sempre que usados em textos em português – por meio de itálico.&lt;br /&gt;
Como regra geral, são mantidas na forma original (destacadas em itálico) as expressões e locuções latinas de uso internacional, das quais são exemplos: &#039;&#039;a contrario sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;ad aeternum&#039;&#039;, &#039;&#039;ad hoc&#039;&#039;, &#039;&#039;ad interim&#039;&#039;, &#039;&#039;ad judicia&#039;&#039;, &#039;&#039;ad referendum&#039;&#039;, &#039;&#039;alma mater&#039;&#039;, &#039;&#039;amicus curiae&#039;&#039;, &#039;&#039;animus contrahendi&#039;&#039;, &#039;&#039;a priori&#039;&#039;, &#039;&#039;a posteriori&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;bona fide&#039;&#039;, &#039;&#039;campus&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;campi&#039;&#039;), &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;causa mortis&#039;&#039;, &#039;&#039;contra legem&#039;&#039;, &#039;&#039;cum grano salis&#039;&#039;, &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;curricula vitae&#039;&#039;), &#039;&#039;data venia&#039;&#039;, &#039;&#039;de facto&#039;&#039;, &#039;&#039;de jure&#039;&#039;, &#039;&#039;erga omnes&#039;&#039; (para todos), &#039;&#039;et alii&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;et al.&#039;&#039;), &#039;&#039;exempli gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;e.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;ex nunc&#039;&#039; (que não retroage), &#039;&#039;ex officio&#039;&#039;, &#039;&#039;ex tunc&#039;&#039; (que retroage), &#039;&#039;grosso modo&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas data&#039;&#039;, &#039;&#039;honoris causa&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;idem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;id.&#039;&#039;), &#039;&#039;id est&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;i.e.&#039;&#039;), &#039;&#039;in fine&#039;&#039;, &#039;&#039;in loco&#039;&#039;, &#039;&#039;in memoriam&#039;&#039;, &#039;&#039;in natura&#039;&#039;, &#039;&#039;in situ&#039;&#039;, &#039;&#039;inter partes&#039;&#039;, &#039;&#039;in totum&#039;&#039;, &#039;&#039;(in) verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;in vitro&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis litteris&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso facto&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso jure&#039;&#039;, &#039;&#039;jus cogens&#039;&#039;, &#039;&#039;lapsus linguae&#039;&#039;, &#039;&#039;lato sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;locus&#039;&#039; (plural &#039;&#039;loci&#039;&#039;), &#039;&#039;manu militari&#039;&#039;, &#039;&#039;modus operandi&#039;&#039;, &#039;&#039;modus vivendi&#039;&#039;, &#039;&#039;motu proprio&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;opere citato&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;), &#039;&#039;pacta sunt servanda&#039;&#039;, &#039;&#039;pari passu&#039;&#039;, &#039;&#039;per capita&#039;&#039;, &#039;&#039;per se&#039;&#039;, &#039;&#039;persona (non) grata&#039;&#039;, &#039;&#039;post mortem&#039;&#039;, &#039;&#039;post scriptum&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;p.s.&#039;&#039;), &#039;&#039;pro bono&#039;&#039;, &#039;&#039;pro forma&#039;&#039;, &#039;&#039;pro labore&#039;&#039;, &#039;&#039;pro rata&#039;&#039;, &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039;, &#039;&#039;quorum&#039;&#039;, &#039;&#039;ratione personae&#039;&#039;, &#039;&#039;sic&#039;&#039; (usado entre colchetes para indicar que a palavra foi reproduzida fielmente, por mais errada ou estranha que seja), &#039;&#039;sine die&#039;&#039;, &#039;&#039;sine loco&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.l.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando o local de edição não pode ser identificado), &#039;&#039;sine nomine&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.n.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando a editora não pode ser identificada), &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039;, &#039;&#039;statu quo&#039;&#039; (evitar &#039;&#039;status quo&#039;&#039;, deformação inglesa), &#039;&#039;statu quo ante&#039;&#039;, &#039;&#039;stricto sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;sub judice&#039;&#039;, &#039;&#039;sui generis&#039;&#039;, (&#039;&#039;ut&#039;&#039;) &#039;&#039;supra&#039;&#039;, &#039;&#039;tabula rasa&#039;&#039;, &#039;&#039;ultima ratio&#039;&#039;, &#039;&#039;urbi et orbi&#039;&#039;, &#039;&#039;uti possidetis&#039;&#039;, &#039;&#039;verbi gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;v.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;versus&#039;&#039;, &#039;&#039;vide&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também vale para expressões substantivadas, também consagradas na forma original: “um &#039;&#039;mea culpa&#039;&#039;”, “estão analisando o pedido de &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas palavras e expressões em outros idiomas, porém, tendem a ser aportuguesados ou incorporados ao vernáculo (caso em que não devem ser destacados em itálico): currículo (embora também possa ser utilizada a forma latina &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039;, como visto acima), déficit, exequátur, etcécera (e a abreviatura etc.), fac-símile, fórum (plural: fóruns), Internet (usar com inicial maiúscula), memorando (plural: memorandos), O.K. (ou Ok), parêntese, quórum (plural: quóruns), superávit, etc. Note-se que o VOLP não reconhece os aportuguesamentos &amp;quot;déficit&amp;quot; e &amp;quot;superávit&amp;quot;, mas ambas as expressões são consagradas, com acentos (portanto, aportuguesadas) em vários dicionários da língua portuguesa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&#039;&#039;&#039;Outros idiomas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
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Exemplos de expressões de outros idiomas (especialmente inglês e francês) usados em português que devem ser destacados em itálico: &#039;&#039;accountability&#039;&#039;, &#039;&#039;aggiornamento&#039;&#039;, &#039;&#039;agrément&#039;&#039;, &#039;&#039;apartheid&#039;&#039;, &#039;&#039;à vol d&#039;oiseau&#039;&#039;, &#039;&#039;babysitter&#039;&#039;, &#039;&#039;background&#039;&#039;, &#039;&#039;backup&#039;&#039;, &#039;&#039;banner&#039;&#039;, &#039;&#039;benchmarking&#039;&#039;, &#039;&#039;best-seller&#039;&#039;, &#039;&#039;boutade&#039;&#039;, &#039;&#039;browser&#039;&#039;, &#039;&#039;bug&#039;&#039;, &#039;&#039;bullying&#039;&#039;, &#039;&#039;bypass&#039;&#039;, &#039;&#039;caucus&#039;&#039;, &#039;&#039;chassis&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;check-out&#039;&#039;, &#039;&#039;check-up&#039;&#039;, &#039;&#039;commodity&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;commodities&#039;&#039;), &#039;&#039;common law&#039;&#039;, &#039;&#039;copy and paste&#039;&#039; (ou &#039;&#039;cut and paste&#039;&#039;), &#039;&#039;copyright&#039;&#039;, &#039;&#039;crack&#039;&#039;, &#039;&#039;database&#039;&#039;, &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039;, &#039;&#039;détente&#039;&#039;, &#039;&#039;download&#039;&#039;, &#039;&#039;drive-through&#039;&#039; (ou &#039;&#039;drive-thru&#039;&#039;), &#039;&#039;e-book&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;en passant&#039;&#039;, &#039;&#039;esprit de corps&#039;&#039;, &#039;&#039;establishment&#039;&#039;, &#039;&#039;expert&#039;&#039;, &#039;&#039;franchising&#039;&#039;, &#039;&#039;freelancer&#039;&#039;, &#039;&#039;free-shop&#039;&#039;, &#039;&#039;freeway&#039;&#039;, &#039;&#039;gentleman&#039;&#039;, &#039;&#039;glamour&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmand&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmet&#039;&#039;, &#039;&#039;hardware&#039;&#039;, &#039;&#039;holding&#039;&#039;, &#039;&#039;home page&#039;&#039;, &#039;&#039;imbroglio&#039;&#039; (o VOLP reconhece o aportuguesamento imbróglio), &#039;&#039;impeachment&#039;&#039;, &#039;&#039;input&#039;&#039;, &#039;&#039;insight&#039;&#039;, &#039;&#039;kibutz&#039;&#039;, &#039;&#039;know-how&#039;&#039;, &#039;&#039;last but not least&#039;&#039;, &#039;&#039;layout&#039;&#039;, &#039;&#039;leasing&#039;&#039;, &#039;&#039;Leitmotiv&#039;&#039;, &#039;&#039;lobby&#039;&#039;, &#039;&#039;log in&#039;&#039;, &#039;&#039;mainstream&#039;&#039;, &#039;&#039;marketing&#039;&#039;, &#039;&#039;merchandising&#039;&#039;, &#039;&#039;métier&#039;&#039;, &#039;&#039;mise en scène&#039;&#039;, &#039;&#039;mouse&#039;&#039; (de computador), &#039;&#039;nobreak&#039;&#039;, &#039;&#039;non-paper&#039;&#039;, &#039;&#039;nonsense&#039;&#039;, &#039;&#039;office-boy&#039;&#039;, &#039;&#039;ombudsman&#039;&#039;, &#039;&#039;online&#039;&#039; (ou &#039;&#039;on-line&#039;&#039;), &#039;&#039;outdoor&#039;&#039;, &#039;&#039;output&#039;&#039;, &#039;&#039;overbooking&#039;&#039;, &#039;&#039;overnight&#039;&#039;, &#039;&#039;parti pris&#039;&#039;, &#039;&#039;performance&#039;&#039;, &#039;&#039;personal trainer&#039;&#039;, &#039;&#039;podcast&#039;&#039;, &#039;&#039;rationale&#039;&#039;, &#039;&#039;reboot&#039;&#039;, &#039;&#039;recall&#039;&#039;, &#039;&#039;relax&#039;&#039;, &#039;&#039;replay&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;royalty&#039;&#039; (plural &#039;&#039;royalties&#039;&#039;), &#039;&#039;rule of law&#039;&#039;, &#039;&#039;savoir-faire&#039;&#039;, &#039;&#039;scanner&#039;&#039;, &#039;&#039;script&#039;&#039;, &#039;&#039;search&#039;&#039;, &#039;&#039;self-made man&#039;&#039;, &#039;&#039;self-service&#039;&#039;, &#039;&#039;serial killer&#039;&#039;, &#039;&#039;settings&#039;&#039;, &#039;&#039;set-up&#039;&#039;, &#039;&#039;shopping center&#039;&#039;, &#039;&#039;showman&#039;&#039;, &#039;&#039;sign in/out&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;slogan&#039;&#039;, &#039;&#039;soft power&#039;&#039;, &#039;&#039;software&#039;&#039;, &#039;&#039;souvenir&#039;&#039;, &#039;&#039;spray&#039;&#039;, &#039;&#039;spread&#039;&#039; (bancário), &#039;&#039;staff&#039;&#039;, &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;; &#039;&#039;tête-à-tête&#039;&#039;, &#039;&#039;time-sharing&#039;&#039;, &#039;&#039;tout court&#039;&#039;, &#039;&#039;trade-off&#039;&#039;, &#039;&#039;trailer&#039;&#039;, &#039;&#039;underground&#039;&#039;, &#039;&#039;update&#039;&#039;, &#039;&#039;upgrade&#039;&#039;, &#039;&#039;vis-à-vis&#039;&#039;, &#039;&#039;web&#039;&#039;, &#039;&#039;website&#039;&#039;, &#039;&#039;Zeitgeist&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom in&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom out&#039;&#039;, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG no idioma português, quando são feitas citações em outros idiomas, mesmo quando constem de parágrafo separado, com recuo e letra menor, deve-se aplicar a mesma regra de destacar o texto por meio de itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regra somente deixa de ser aplicável nas referências bibliográficas, caso em que os destaques em itálico devem seguir as normas da ABNT. No entanto, mesmo nas referências bibliográficas, deve ser mantido o itálico nas expressões latinas, como &#039;&#039;in&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;idem&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (ou &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;, etc. Ver, a propósito, os verbetes &#039;&#039;&#039;[[Citações]]&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;[[Referências]]&#039;&#039;&#039;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=534</id>
		<title>Aportuguesamentos e uso de estrangeirismos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Aportuguesamentos_e_uso_de_estrangeirismos&amp;diff=534"/>
		<updated>2020-05-01T01:09:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras em outras línguas que não o português, quando usadas num texto em português, devem ser visualmente destacadas. A melhor forma de o fazer é por meio do uso de letras em itálico: &lt;br /&gt;
: O governo da Eslováquia anunciou hoje que concedeu &#039;&#039;agrément&#039;&#039; à embaixadora brasileira designada para o país.&lt;br /&gt;
: É bastante óbvio qual dos dois lados se beneficia do &#039;&#039;statu quo&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
: Após a chegada da polícia, o &#039;&#039;shopping&#039;&#039; permaneceu fechado até o fim do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Latinismos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Termos e expressões em latim são tratados como todo outro estrangeirismo – isto é, devem ser destacados sempre que usados em textos em português – por meio de itálico.&lt;br /&gt;
Como regra geral, são mantidas na forma original (destacadas em itálico) as expressões e locuções latinas de uso internacional, das quais são exemplos: &#039;&#039;a contrario sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;ad aeternum&#039;&#039;, &#039;&#039;ad hoc&#039;&#039;, &#039;&#039;ad interim&#039;&#039;, &#039;&#039;ad judicia&#039;&#039;, &#039;&#039;ad referendum&#039;&#039;, &#039;&#039;alma mater&#039;&#039;, &#039;&#039;amicus curiae&#039;&#039;, &#039;&#039;animus contrahendi&#039;&#039;, &#039;&#039;a priori&#039;&#039;, &#039;&#039;a posteriori&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;bona fide&#039;&#039;, &#039;&#039;campus&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;campi&#039;&#039;), &#039;&#039;caput&#039;&#039;, &#039;&#039;causa mortis&#039;&#039;, &#039;&#039;contra legem&#039;&#039;, &#039;&#039;cum grano salis&#039;&#039;, &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;curricula vitae&#039;&#039;), &#039;&#039;data venia&#039;&#039;, &#039;&#039;de facto&#039;&#039;, &#039;&#039;de jure&#039;&#039;, &#039;&#039;erga omnes&#039;&#039; (para todos), &#039;&#039;et alii&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;et al.&#039;&#039;), &#039;&#039;exempli gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;e.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;ex nunc&#039;&#039; (que não retroage), &#039;&#039;ex officio&#039;&#039;, &#039;&#039;ex tunc&#039;&#039; (que retroage), &#039;&#039;grosso modo&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;, &#039;&#039;habeas data&#039;&#039;, &#039;&#039;honoris causa&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;idem&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;id.&#039;&#039;), &#039;&#039;id est&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;i.e.&#039;&#039;), &#039;&#039;in fine&#039;&#039;, &#039;&#039;in loco&#039;&#039;, &#039;&#039;in memoriam&#039;&#039;, &#039;&#039;in natura&#039;&#039;, &#039;&#039;in situ&#039;&#039;, &#039;&#039;inter partes&#039;&#039;, &#039;&#039;in totum&#039;&#039;, &#039;&#039;(in) verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;in vitro&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis litteris&#039;&#039;, &#039;&#039;ipsis verbis&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso facto&#039;&#039;, &#039;&#039;ipso jure&#039;&#039;, &#039;&#039;jus cogens&#039;&#039;, &#039;&#039;lapsus linguae&#039;&#039;, &#039;&#039;lato sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;locus&#039;&#039; (plural &#039;&#039;loci&#039;&#039;), &#039;&#039;manu militari&#039;&#039;, &#039;&#039;modus operandi&#039;&#039;, &#039;&#039;modus vivendi&#039;&#039;, &#039;&#039;motu proprio&#039;&#039;, &#039;&#039;mutatis mutandis&#039;&#039;, &#039;&#039;opere citato&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;), &#039;&#039;pacta sunt servanda&#039;&#039;, &#039;&#039;pari passu&#039;&#039;, &#039;&#039;per capita&#039;&#039;, &#039;&#039;per se&#039;&#039;, &#039;&#039;persona (non) grata&#039;&#039;, &#039;&#039;post mortem&#039;&#039;, &#039;&#039;post scriptum&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;p.s.&#039;&#039;), &#039;&#039;pro bono&#039;&#039;, &#039;&#039;pro forma&#039;&#039;, &#039;&#039;pro labore&#039;&#039;, &#039;&#039;pro rata&#039;&#039;, &#039;&#039;pro tempore&#039;&#039;, &#039;&#039;quorum&#039;&#039;, &#039;&#039;ratione personae&#039;&#039;, &#039;&#039;sic&#039;&#039; (usado entre colchetes para indicar que a palavra foi reproduzida fielmente, por mais errada ou estranha que seja), &#039;&#039;sine die&#039;&#039;, &#039;&#039;sine loco&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.l.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando o local de edição não pode ser identificado), &#039;&#039;sine nomine&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;s.n.&#039;&#039;, usada entre colchetes em referências bibliográficas quando a editora não pode ser identificada), &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039;, &#039;&#039;statu quo&#039;&#039; (evitar &#039;&#039;status quo&#039;&#039;, deformação inglesa), &#039;&#039;statu quo ante&#039;&#039;, &#039;&#039;stricto sensu&#039;&#039;, &#039;&#039;sub judice&#039;&#039;, &#039;&#039;sui generis&#039;&#039;, (&#039;&#039;ut&#039;&#039;) &#039;&#039;supra&#039;&#039;, &#039;&#039;tabula rasa&#039;&#039;, &#039;&#039;ultima ratio&#039;&#039;, &#039;&#039;urbi et orbi&#039;&#039;, &#039;&#039;uti possidetis&#039;&#039;, &#039;&#039;verbi gratia&#039;&#039; (abreviatura &#039;&#039;v.g.&#039;&#039;), &#039;&#039;versus&#039;&#039;, &#039;&#039;vide&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também vale para expressões substantivadas, também consagradas na forma original: “um &#039;&#039;mea culpa&#039;&#039;”, “estão analisando o pedido de &#039;&#039;habeas corpus&#039;&#039;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas palavras e expressões em outros idiomas, porém, tendem a ser aportuguesados ou incorporados ao vernáculo (caso em que não devem ser destacados em itálico): currículo (embora também possa ser utilizada a forma latina &#039;&#039;curriculum vitae&#039;&#039;, como visto acima), déficit, exequátur, etcécera (e a abreviatura etc.), fac-símile, fórum (plural: fóruns), Internet (usar com inicial maiúscula), memorando (plural: memorandos), O.K. (ou Ok), parêntese, quórum (plural: quóruns), superávit, etc. Note-se que o VOLP não reconhece os aportuguesamentos &amp;quot;déficit&amp;quot; e &amp;quot;superávit&amp;quot;, mas ambas as expressões são consagradas, com acentos (portanto, aportuguesadas) em vários dicionários da língua portuguesa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Outros idiomas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos de expressões de outros idiomas (especialmente inglês e francês) usados em português que devem ser destacados em itálico: &#039;&#039;accountability&#039;&#039;, &#039;&#039;aggiornamento&#039;&#039;, &#039;&#039;agrément&#039;&#039;, &#039;&#039;apartheid&#039;&#039;, &#039;&#039;à vol d&#039;oiseau&#039;&#039;, &#039;&#039;babysitter&#039;&#039;, &#039;&#039;background&#039;&#039;, &#039;&#039;backup&#039;&#039;, &#039;&#039;banner&#039;&#039;, &#039;&#039;benchmarking&#039;&#039;, &#039;&#039;best-seller&#039;&#039;, &#039;&#039;boutade&#039;&#039;, &#039;&#039;browser&#039;&#039;, &#039;&#039;bug&#039;&#039;, &#039;&#039;bullying&#039;&#039;, &#039;&#039;bypass&#039;&#039;, &#039;&#039;caucus&#039;&#039;, &#039;&#039;chassis&#039;&#039;, &#039;&#039;check-in&#039;&#039;, &#039;&#039;check-out&#039;&#039;, &#039;&#039;check-up&#039;&#039;, &#039;&#039;commodity&#039;&#039; (plural, &#039;&#039;commodities&#039;&#039;), &#039;&#039;common law&#039;&#039;, &#039;&#039;copy and paste&#039;&#039; (ou &#039;&#039;cut and paste&#039;&#039;), &#039;&#039;copyright&#039;&#039;, &#039;&#039;crack&#039;&#039;, &#039;&#039;database&#039;&#039;, &#039;&#039;déjà-vu&#039;&#039;, &#039;&#039;détente&#039;&#039;, &#039;&#039;download&#039;&#039;, &#039;&#039;drive-through&#039;&#039; (ou &#039;&#039;drive-thru&#039;&#039;), &#039;&#039;e-book&#039;&#039;, &#039;&#039;e-mail&#039;&#039;, &#039;&#039;en passant&#039;&#039;, &#039;&#039;esprit de corps&#039;&#039;, &#039;&#039;establishment&#039;&#039;, &#039;&#039;expert&#039;&#039;, &#039;&#039;franchising&#039;&#039;, &#039;&#039;freelancer&#039;&#039;, &#039;&#039;free-shop&#039;&#039;, &#039;&#039;freeway&#039;&#039;, &#039;&#039;gentleman&#039;&#039;, &#039;&#039;glamour&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmand&#039;&#039;, &#039;&#039;gourmet&#039;&#039;, &#039;&#039;hardware&#039;&#039;, &#039;&#039;holding&#039;&#039;, &#039;&#039;home page&#039;&#039;, &#039;&#039;imbroglio&#039;&#039; (o VOLP reconhece o aportuguesamento imbróglio), &#039;&#039;impeachment&#039;&#039;, &#039;&#039;input&#039;&#039;, &#039;&#039;insight&#039;&#039;, &#039;&#039;kibutz&#039;&#039;, &#039;&#039;know-how&#039;&#039;, &#039;&#039;last but not least&#039;&#039;, &#039;&#039;layout&#039;&#039;, &#039;&#039;leasing&#039;&#039;, &#039;&#039;Leitmotiv&#039;&#039;, &#039;&#039;lobby&#039;&#039;, &#039;&#039;log in&#039;&#039;, &#039;&#039;mainstream&#039;&#039;, &#039;&#039;marketing&#039;&#039;, &#039;&#039;merchandising&#039;&#039;, &#039;&#039;métier&#039;&#039;, &#039;&#039;mise en scène&#039;&#039;, &#039;&#039;mouse&#039;&#039; (de computador), &#039;&#039;nobreak&#039;&#039;, &#039;&#039;non-paper&#039;&#039;, &#039;&#039;nonsense&#039;&#039;, &#039;&#039;office-boy&#039;&#039;, &#039;&#039;ombudsman&#039;&#039;, &#039;&#039;online&#039;&#039; (ou &#039;&#039;on-line&#039;&#039;), &#039;&#039;outdoor&#039;&#039;, &#039;&#039;output&#039;&#039;, &#039;&#039;overbooking&#039;&#039;, &#039;&#039;overnight&#039;&#039;, &#039;&#039;parti pris&#039;&#039;, &#039;&#039;performance&#039;&#039;, &#039;&#039;personal trainer&#039;&#039;, &#039;&#039;podcast&#039;&#039;, &#039;&#039;rationale&#039;&#039;, &#039;&#039;reboot&#039;&#039;, &#039;&#039;recall&#039;&#039;, &#039;&#039;relax&#039;&#039;, &#039;&#039;replay&#039;&#039;, &#039;&#039;réveillon&#039;&#039;, &#039;&#039;royalty&#039;&#039; (plural &#039;&#039;royalties&#039;&#039;), &#039;&#039;rule of law&#039;&#039;, &#039;&#039;savoir-faire&#039;&#039;, &#039;&#039;scanner&#039;&#039;, &#039;&#039;script&#039;&#039;, &#039;&#039;search&#039;&#039;, &#039;&#039;self-made man&#039;&#039;, &#039;&#039;self-service&#039;&#039;, &#039;&#039;serial killer&#039;&#039;, &#039;&#039;settings&#039;&#039;, &#039;&#039;set-up&#039;&#039;, &#039;&#039;shopping center&#039;&#039;, &#039;&#039;showman&#039;&#039;, &#039;&#039;sign in/out&#039;&#039;, &#039;&#039;site&#039;&#039;, &#039;&#039;slogan&#039;&#039;, &#039;&#039;soft power&#039;&#039;, &#039;&#039;software&#039;&#039;, &#039;&#039;souvenir&#039;&#039;, &#039;&#039;spray&#039;&#039;, &#039;&#039;spread&#039;&#039; (bancário), &#039;&#039;staff&#039;&#039;, &#039;&#039;stand-by&#039;&#039;; &#039;&#039;tête-à-tête&#039;&#039;, &#039;&#039;time-sharing&#039;&#039;, &#039;&#039;tout court&#039;&#039;, &#039;&#039;trailer&#039;&#039;, &#039;&#039;underground&#039;&#039;, &#039;&#039;update&#039;&#039;, &#039;&#039;upgrade&#039;&#039;, &#039;&#039;vis-à-vis&#039;&#039;, &#039;&#039;web&#039;&#039;, &#039;&#039;website&#039;&#039;, &#039;&#039;Zeitgeist&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom in&#039;&#039;, &#039;&#039;zoom out&#039;&#039;, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas publicações da FUNAG no idioma português, quando são feitas citações em outros idiomas, mesmo quando constem de parágrafo separado, com recuo e letra menor, deve-se aplicar a mesma regra de destacar o texto por meio de itálico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regra somente deixa de ser aplicável nas referências bibliográficas, caso em que os destaques em itálico devem seguir as normas da ABNT. No entanto, mesmo nas referências bibliográficas, deve ser mantido o itálico nas expressões latinas, como &#039;&#039;in&#039;&#039;, &#039;&#039;apud&#039;&#039;, &#039;&#039;idem&#039;&#039;, &#039;&#039;ibidem&#039;&#039; (ou &#039;&#039;ibid.&#039;&#039;), &#039;&#039;op. cit.&#039;&#039;, etc. Ver, a propósito, os verbetes &#039;&#039;&#039;[[Citações]]&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;[[Referências]]&#039;&#039;&#039;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=520</id>
		<title>Hífen</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://funag.gov.br/manual/index.php?title=H%C3%ADfen&amp;diff=520"/>
		<updated>2020-04-26T14:06:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Roberto.goidanich: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(Acordo Ortogràfico da Lìngua Portuguesa; VOLP; Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty; Manual editorial do Ipea)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sucessivas reformas ortográficas e, sobretudo, o uso da língua portuguesa tem evidenciado uma tendência contínua à diminuição do emprego do hífen, com seu uso se restringindo a compostos eventuais (“encontrei-os”, “ser-me-á”, “Acordo MERCOSUL-União Europeia”, “eixo Brasília-Lisboa”, “anti-ISIS”, etc.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, obrigatório no Brasil desde 1º de janeiro de 2016, determina que, “nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Não usar hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devem ser usados hífens, por exemplo, nos nomes (por extenso) dos números (seiscentos e vinte e um mil, oitocentos e vinte e dois; décimo terceiro; tricentésimo vigésimo primeiro; um quarto; dois quintos; um e meio). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco devem levar hifens, entre outras, as seguintes expressões ou locuções: acordo de livre comércio, aeroespacial, afrodescendente, agroindústria, agropecuária, ajudante de ordens, almirante de esquadra, alto comissariado, alto representante, anglofalante, anglomania, ano novo, anteontem, antiaéreo, antimíssil, antirreligioso, antissocial, à parte (locução adverbial, que se distingue do substantivo aparte), assembleia geral (exceção à regra das expressões com &amp;quot;geral&amp;quot;, que levam hífen), à toa, autoestrada, autorregulação, à vontade, boa sorte, bom dia, bom senso, boa tarde, boa noite, bom senso, bons ofícios, brigadeiro do ar, caixa eletrônico, caixa postal, capitão de fragata, capitão de mar e guerra, carta credencial, carta revogatória, carta rogatória, cidade sede, circular telegráfica, coautor, coerdeiro, cogestão, conta corrente, contracheque, contraindicação, contraofensiva, contrassenha, coobrigação, cooperação, coordenar, copatrocinar, copatrocínio, correio eletrônico, despacho telegráfico, dia a dia, dona de casa, encarregado de negócios, Estado membro, Estados membros, Estado parte, Estados partes, estadunidense (preferível a &amp;quot;estado-unidense&amp;quot;, forma também admitida pelo VOLP), eurocentrismo, eurodeputado, extraoficial, extraoficialmente, extrarregional, extrema direita, extrema esquerda, febre amarela, fim de século, fim de semana, general de brigada, general de divisão, general de exército, greve geral, homem bomba, hora extra, horas extras, infantojuvenil, infraestrutura, intrarregional (mas inter-regional), intranacional, limpeza geral, livre comércio, livre mercado, lua de mel, lusofonia, malgrado, malvisto, mandachuva, mandato tampão, meia(s) palavra(s), membros não permanentes, microempresa, mão de obra, multissetorial, não agressão, não alinhado, não beligerante, não combatente, não discriminação, não fumante, não governamental, não ingerência, não intervenção, não permanente, não proliferação, não violência, neoidealismo, neoimprerialismo, neoliberalismo, neorrealismo, organização não governamental, papel ofício, paraquedas, paraquedismo, paraquedista, passatempo, plurianual, plurissetorial, ponto de interrogação, ponto de vista, ponto e vírgula, pôr do sol, preestabelecer, presidente eleito, proativo, quase delito, quase equilíbrio, radiouvinte, reelaborar, residência funcional, residência oficial, reunião geral, sala de jantar, salário mínimo, semiárido, sequestro relâmpago, sinologia, sobreaquecer, sobreaquecimento, socioeconômico, subaquático, subchefe, subchefia, superaquecer, superaquecimento, tão só, tão somente, traje passeio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de padronização, também as formas compostas por letras e números deverão ser escritas sem hífen: G20 (não G-20, nem G 20), assim como A380, A4, CMP11, COP22, 3D, E190, G4, G7, G8, G20, G77, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos termos do AOLP, “emprega-se o hífen nos topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo”, como “Grã-Bretanha”, “Passa-Quatro”, “Baía de Todos-os-Santos”, “Trás-os-Montes”, enquanto “os outros topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen”, como América do Sul, Belo Horizonte, Cabo VerdeN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevem-se em português sem hífen os países: “a Bósnia e Herzegovina”, “o Congo Brazzaville”, “o Congo Kinshasa”, “a Guiné Conakry”, “a Guiné Equatorial”, “a Papua Nova Guiné”, “Trinidad e Tobago”, etc. As únicas exceções, consagradas, são &amp;quot;Guiné-Bissau&amp;quot;, &amp;quot;República Centro-Africana&amp;quot; e &amp;quot;Timor-Leste&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os nomes de cidades dispensam o hífen: “Andorra la Vella”; “Adis Abeba”; “Dar es Salaam”; “Hong Kong”; “Kuala Lumpur”; “Jerusalém Leste”, “Jerusalém Oeste”, “Nova Delhi”; “Nova York”; “Phnom Penh”; “Porto Príncipe”; “Saint George&#039;s” (capital de Granada); “Saint John&#039;s” (capital de Antígua e Barbuda); “Tel Aviv”; etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Uso de hífen&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras de uso do hífen em vigor mantêm a obrigatoriedade nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em compostos iniciados por numeral ordinal - primeiro-ministro; segunda-secretária; terceiros-secretários; primeira-secretaria, etc.; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em gentílicos - centro-africano; latino-americano; norte-americano; norte-coreano; sul-americano, sul-africano, sul-coreano, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, etc.;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
c) nos nomes de instituições e cargos compostos pelo adjetivo “geral” - Procuradoria-Geral; secretário-geral; subsecretário-geral; consulado-geral; cônsul-geral; coordenação-geral; coordenadora-geral, etc. (mas, como apontado acima, a expressão assembleia geral não leva hífen); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) nos compostos com “ex-” ou “vice-” - ex-primeira-ministra; ex-vice-presidente; vice-cônsules; vice-consulado, etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue lista exemplificativa de expressões que mantém o hífen, segundo o VOLP: &lt;br /&gt;
abaixo-assinado, afro-asiático, afro-brasileiro, afro-luso-brasileiro, além-fronteiras, além-mar, anglo-saxão, anti-humanitário, anti-imperialista, bem-sucedido, bem-vindo, boa-fé, carro-bomba, centro-americano, cidade-estado, cidade-irmã, consulado-geral, cônsul-geral, conta-corrente, contra-almirante, decreto-lei, euro-asiático, estado-maior, estado-tampão, ex-primeiro-ministro, ex-vice-presidente, geo-história, indo-europeu, inter-hemisférico, inter-racial, inter-regional (mas intrarregional), inter-relação, latino-americano, livre-câmbio, livre-docência, livre-docente, livre-iniciativa, luso-brasileiro, má-fé, major-brigadeiro, mal-entendido, mal-estar, mal-humorado, mandato-tampão, matéria-prima, mesa-redonda, neo-ortodoxo, norte-americano, país-membro (pl. países-membros), pan-americano, pan-árabe, pan-hispânico, papel-moeda, para-brisa(s), porta-aviões, pós-graduação, pré-contrato, pré-escolar, pré-requisito, primeiro-ministro, primeiro-mundismo, primeiro-mundista, pró-americano, professor-assistente, recém-nascido, recém-nomeado, salário-família, salário-hora, secretaria-geral, secretário-geral, segundo-secretário, sem-número, sobre-humano, sub-humano, sub-reitor, subsecretário-geral, sul-africano, sul-coreano, tenente-brigadeiro, tenente-coronel, terceiro-mundista, terceiro-mundo, vice-almirante, vice-cônsul, vice-consulado, vice-presidente, vice-reitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty também recomenda a manutenção do hífen nas expressões &amp;quot;acordo-quadro&amp;quot; e &amp;quot;ministro-conselheiro&amp;quot;. Embora o Manual do Itamaraty considere aceitável a expressão &amp;quot;não-permanete&amp;quot;, com hífen, recomenda-se evitar, nas publicações da FUNAG, o hífen em todas as expressões nas quais o &amp;quot;não&amp;quot; funciona quase como um prefixo (ver os exemplos de expressões sem hífen, neste verbete).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nomes em francês não aportuguesados são escritos com hífen uma vez que, naquela língua, o hífen em geral é obrigatório: “Porto-Novo” (capital do Benin); “Port-au-Prince” (nome francês de Porto Príncipe, capital do Haiti); “Saint-Georges-de-l&#039;Oyapock”, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utiliza-se hífen para indicar a ligação de tempo entre dois termos:&lt;br /&gt;
: O período junho-julho de 2004 não assistiu a um sucesso econômico tão surpreendente quanto o semestre anterior daquele ano.&lt;br /&gt;
: Os resultados totalmente disponíveis do biênio 2003-2004 permitem aos cidadãos uma avaliação inicial consistente dos governos eleitos em 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se utiliza hífen para indicar ligação de espaço entre dois termos; bem como para acordo, relação.&lt;br /&gt;
: O acordo MERCOSUL-União Europeia.&lt;br /&gt;
: O desenvolvimento econômico brasileiro se deu no sentido sul-norte.&lt;br /&gt;
: A delicada situação mundial quanto ao processo de enriquecimento de urânio no Irã abala ainda mais as relações ocidentais-orientais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Roberto.goidanich</name></author>
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