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Historiador apresenta panorama da produção intelectual brasileira em palestra-debate na FUNAG

A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) e o Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) realizaram em 31 de março, no auditório Paulo Nogueira Batista, a palestra-debate “Nacionalismo Acadêmico Brasileiro e Brasilianismo: produção intelectual”, com a presença do historiador José Carlos Sebe Bom Meihy, professor na Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) e autor de diversas obras sobre o brasilianismo acadêmico. Tomaram parte na mesa, além do palestrante, o Conselheiro Kassius Diniz da Silva Pontes, e o Diretor do IPRI, Ministro Paulo Roberto de Almeida.

Especialista em historiografia, história do envolvimento da América Latina na Guerra Civil Espanhola e história oral, José Meihy explica o brasilianismo como o fenômeno ocorrido na década de 1960, na qual o interesse norte-americano pelo Brasil se traduzia em grandes financiamentos para a pesquisa acadêmica. O investimento em estudos sobre a América Latina teria como motivo o contexto histórico da Revolução Cubana.

Durante a palestra, o historiador e também autor do livro “Introdução ao Nacionalismo Acadêmico – os Brasilianistas (1984)”, comenta sobre a obra que tem o intuito de traçar uma linha unindo os estrangeiros que vieram ao Brasil. Para Meihy, datar o conceito “Brasilianista” distanciando-o do contexto é equivocado. A palestra contribuiu para a avaliação do papel dos estudos brasileiros nos Estados Unidos.

José Meihy

Atualmente, é professor no programa de pós-graduação em Humanidades Cultura e Artes da UNIGRANRIO. Durante 20 anos, foi diretor do ProgramaInteruniversity Study Program/Stanford-USP, na Universidade de São Paulo, onde se aposentou. Atuou, também, como professor e pesquisador visitante em diversas universidades fora do país, como Stanford, Miami, Estados Unidos e África. Pioneiro nos estudos de história oral no Brasil, Meihy foi um dos idealizadores da Associação Brasileira de História Oral (ABHO).

Fotos: Thiago Santos

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