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Mário de Pimentel Brandão

 

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Nascido no Rio de Janeiro, diplomou-se pela Faculdade de Direito da mesma cidade (1911). No ano seguinte, ingressou no Ministério das Relações Exteriores, sendo promovido a segundo-secretário (1913) e a primeiro-secretário no ano seguinte. Designado para Bruxelas, para lá seguiu em setembro de 1917. Permaneceu na Bélgica durante nove anos e depois assumiu o novo posto de encarregado de Negócios brasileiros em Paris. Em 1931, deixou a França, sendo promovido a ministro de segun­da classe. Foi então enviado para a embaixada de Ancara e elevado a ministro de primeira classe (1934). No mesmo ano, ocuparia o cargo de embaixador na Bolívia. Três meses depois, chamado de volta ao Brasil, assumiu interinamente o Ministério das Relações Exteriores, na ausência de José Carlos Macedo Soares. Em 1936, foi de novo ministro interino com a renúncia do chanceler e, no ano seguinte, efetivado. Deixou o Ministério em março de 1938, para ocupar a embaixada em Washington. Após breve permanência nos Estados Unidos retornou à Bélgica (1939) como embaixador, deixan­do aquele país no ano seguinte, devido à invasão das tropas alemãs. Designado para representar o Brasil na Comissão Consultiva para a Defesa Política do Continente, em Montevidéu, ali permaneceu durante dois anos. Em 1944, foi chefiar a embaixada na Espanha e, dois anos, depois seria o primeiro embaixador na União Soviética, após o reatamento das relações diplomáticas. A Guerra Fria iria prejudicar a situação entre os dois países e o Brasil rompeu novamente relações diplomáticas com a URSS (1947). Brandão retornou ao seu antigo posto em Montevidéu. Embaixador na República Federal da Alemanha (1950), em 1953 de novo ocupou interinamente o Ministério das Relações Exteriores, na ausência do chanceler Vicente Rao.

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