A FUNAG publicou os seguintes livros em 2020:

Política externa e guerrilha no Cone Sul: o “Plano Satã” e o sequestro do diplomata brasileiro Aloysio Mares Dias Gomide

Autor: Fabio Rocha Frederico
Ementa: Apresentado originalmente como tese ao Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, este livro narra a história do sequestro de Aloysio Gomide e analisa suas implicações para a diplomacia brasileira.

Proposta curricular para ensino de português nas unidades da rede de ensino do Itamaraty em países de língua oficial espanhola

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A presente proposta objetiva contribuir para o estabelecimento de parâmetros comuns às instituições de ensino de português no exterior. Trata-se de um projeto de alinhamento de cursos e de harmonização curricular para o ensino de Português como língua estrangeira (PLE) no âmbito da rede de ensino do Itamaraty, especificamente em países que têm o espanhol como (uma) língua oficial. Tal proposta foi desenhada, em particular, para os centros culturais brasileiros (CCBs) e núcleos de estudos brasileiros (NEBs), podendo contemplar também, em alguma medida, os leitorados.

Proposta curricular para ensino de português nas unidades da rede de ensino do Itamaraty em países de língua oficial portuguesa

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A proposta em foco tem por base a compreensão do português como língua pluricêntrica. Nessa perspectiva, busca-se, no cerne de sua textualização, discutir o ensino do idioma em unidades da rede de ensino do Itamaraty em países de língua oficial portuguesa e apresentar um referencial curricular que possa estruturar o desenvolvimento do trabalho nesses contextos, com indicação de uma orientação intercultural para a ação pedagógica. Tomando o seu ensino nas unidades da rede como uma experiência de interação com outra(s) variante(s), optou-se por uma denominação dos cursos, que caracterize a atividade educacional pelo seu aspecto mais notório, que é o da interculturalidade.

Proposta curricular para cursos de literatura brasileira nas unidades da rede de ensino do Itamaraty no exterior

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A proposta curricular para cursos de literatura brasileira nas unidades da rede de ensino do Itamaraty no exterior configura-se como um referencial curricular sistematizado que visa oferecer orientações a profissionais que atuam no ensino de português como língua estrangeira (PLE). Embora tenha como destinatários os professores que atuam em atividades de ensino vinculadas à Rede Brasil Cultural do MRE, o alcance da proposta, em nossa compreensão, é bem mais amplo e entendemos que, por sua abrangência, ela pode contribuir para o trabalho pedagógico com a literatura, com forte exploração de suas potencialidades, também em outros contextos de ensino de português língua estrangeira.

Proposta curricular para o ensino de português para praticantes de capoeira

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: A capoeira envolve na sua prática uma comunicação que se dá através do diálogo entre o movimento do corpo com a musicalidade presente na roda, nas letras das cantigas e nos diversos toques dos seus instrumentos. O capoeirista estrangeiro depara-se com a necessidade de aprender também a língua portuguesa. Embora não haja imposição ou obrigatoriedade para a aprendizagem do idioma, o praticante de capoeira percebe que para acessar os segredos dessa arte é importante ter certo conhecimento da língua portuguesa, sobretudo do português brasileiro. A presente proposta curricular, portanto, configura-se como um material de apoio didático para fins específicos, que busca contemplar tanto aqueles que queiram apenas conhecer o vocabulário das cantigas como também os que desejam estabelecer comunicação básica em português, em contextos da capoeira ou em outros.

Proposta curricular para o ensino de português como língua de herança

Autor: Ministério das Relações Exteriores
Ementa: Esta proposta é um documento norteador de escolhas relacionadas a programas de ensino de português como língua de herança a serem feitas por instituições brasileiras (formais e informais) que atuam em vários países com presença de imigrantes brasileiros. Dessa maneira, seu conteúdo poderá ser usado de maneira flexível pelas diversas instituições em relação à sequência e ao ritmo adotado para o processo de ensino-aprendizagem.

Na diplomacia, o traço todo da vida

Autor: Mario Gibson Barboza
Ementa: Quarta edição das memórias do ex-chanceler Mario Gibson Barboza, Na diplomacia, o traço todo da vida, é a primeira edição publicada pela FUNAG. Há anos esgotada, a obra, que pode ser considerada um clássico da história diplomática brasileira, descreve, com riqueza de detalhes, importantes episódios da prolífica carreira de Gibson Barboza, especialmente durante sua gestão à frente do Itamaraty. Pode-se citar, como exemplos dos temas tratados na obra, a questão do aproveitamento energético da bacia do Prata e a negociação e assinatura, por Gibson Barboza, do Tratado de Itaipu; o complexo processo de transferência do Itamaraty para Brasília; as relações do Brasil com os Estados Unidos e a amizade de Gibson Barboza com importantes figuras como Henry Kissinger; a defesa do mar territorial de duzentas milhas; a posição brasileira em relação ao Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP); a aproximação com os países africanos; as tensões com Portugal sobre suas colônias na África; a tentativa de intermediação no conflito árabe-israelense, no início de 1973; o desafio de lidar com os sequestros de diplomatas pelas guerrilhas no Brasil e no Uruguai; etc. Esta edição conta, ainda, com um novo e expandido caderno de fotografias da época, várias delas inéditas.

Cadernos do CHDD - Ano 18 . Número 35 . segundo semestre de 2019

Autor: CHDD
Ementa: A 35ª edição do Cadernos do CHDD traz correspondências dos primeiros enviados diplomáticos brasileiros aos países vizinhos do rio da Prata e de nossas representações às vésperas da 2ª Guerra Mundial. Na seleção de documentos sobre o Prata, apresentam-se ofícios, despachos e cartas da missão do conselheiro Antonio Manuel Correa da Câmara ao Paraguai, entre 1824 e 1827. Já na série das embaixadas, o Cadernos traz correspondências das representações brasileiras em Tóquio e em Pequim, de 1937 a 1939.

Brasileiros em Portugal: de volta às raízes lusitanas

Autor: Alanni Barbosa, Álvaro Lima
Ementa: Brasileiros em Portugal – De volta às raízes lusitanas traz informações, até então não publicadas, sobre esse importante fenômeno migratório, além da análise de dados produzidos por órgãos oficiais dos dois países e por estudos anteriores.

A emigração brasileira para Portugal tem suas raízes na expansão ultramarina, no longínquo século XV. A chegada da Coroa Portuguesa à Terra de Santa Cruz impulsionou esta importante conexão que ao longo das décadas se estruturou e, continuamente, se “re”estrutura.

A obra apresenta uma análise criteriosa da relação interdependente entre Brasil e Portugal, com suas históricas nuances permeadas pela migração de seus povos. Passando pela migração bilateral durante o Brasil Colônia, Império e no período pós-independência, o livro discorre sobre os diferentes aspectos desses fluxos, que é um dos mais relevantes da emigração brasileira.

A missão Pimenta Bueno (1843-1847) - Volume I fac-similar

Autor: Pedro Freire Ribeiro
Ementa: Pedro Freire Ribeiro narra a missão Pimenta Bueno, que desenrolou-se no contexto de aproximação do Brasil com o Paraguai diante da ascensão de Juan Manuel Rosas em Buenos Aires, quando havia ameaça à livre navegação do Rio da Prata. Pimenta Bueno foi nomeado encarregado de negócios em outubro de 1843, chegando a Assunção em 18 de agosto de 1844, e coube-lhe reconhecer a independência paraguaia no ano de sua chegada no posto. Esse volume trata dos antecedentes e dos objetivos da missão Pimenta Bueno, além das atividades do diplomata em Assunção no ano de 1844.

A missão Pimenta Bueno (1843-1847) - Volume II fac-similar

Autor: Pedro Freire Ribeiro
Ementa: Pedro Freire Ribeiro narra a missão Pimenta Bueno, que desenrolou-se no contexto de aproximação do Brasil com o Paraguai diante da ascensão de Juan Manuel Rosas em Buenos Aires, quando havia ameaça à livre navegação do Rio da Prata. Pimenta Bueno foi nomeado encarregado de negócios em outubro de 1843, chegando a Assunção em 18 de agosto de 1844, e coube-lhe reconhecer a independência paraguaia no ano de sua chegada no posto. Esse volume traz transcrições de documentos como as instruções do então chanceler Paulino José Soares de Souza, futuro visconde do Uruguai; relatos dos ministros dos Negócios Estrangeiros sobre as consultas ao Conselho de Estado referentes a assuntos que afetavam a missão; e a reação do governo brasileiro sobre a atuação de Pimenta Bueno.

Cadernos de Política Exterior - Ano 6 • Número 9 • primeiro semestre de 2020

Autor: Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI)
Ementa: A publicação inicia-se com o artigo sobre o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas Brasil-Estados Unidos e o Centro Espacial de Alcântara, escrito pelo embaixador Alessandro Candeas, diretor do Departamento de Defesa do Itamaraty, e pelo conselheiro Benhur Peruch Viana, chefe da Divisão do Mar, da Antártida e do Espaço, também do Itamaraty. Na sequência, apresenta-se texto dos diplomatas Felipe Ferreira Marques e Philippe Carvalho Raposo, que reflete sobre as hipóteses em que o direito brasileiro poderia obstar o cumprimento de resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O conselheiro Felipe Haddock Lobo Goulart reflete, em seu artigo, sobre a presença empresarial brasileira nos países árabes e em Israel, descrevendo os investimentos, a malha de representações institucionais, as oportunidades e os desafios advindos das singularidades desses agentes econômicos. A nova edição dos Cadernos traz, ainda, texto de Gabriel Mithá Ribeiro, pesquisador pós-doutoral vinculado ao Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa. Mithá Ribeiro trata do dilema moral supremo entre o pensamento da direita e o pensamento da esquerda. O artigo foi baseado em conferência proferida pelo autor em evento promovido pela FUNAG no dia 7 de julho de 2020 e em seu livro Um século de escombros: pensar o futuro com os valores morais da direita. Lucas Souto Ribeiro, mestre em política e relações internacionais pela Universidade Sergio Arboleda (Colômbia), assina artigo sobre os mecanismos de repressão e controle cubanos na Venezuela. Por sua vez, o diplomata Luiz Feldman, que serve na Embaixada do Brasil no México, expõe, em seu artigo, o processo orçamentário das Nações Unidas e discute elementos de uma perspectiva brasileira sobre a matéria. A embaixadora da Venezuela no Brasil, María Teresa Belandria, aborda o processo de transformação da Força Armada Nacional venezuelana em Força Armada Nacional Bolivariana, as mudanças nas estruturas, a criação de novas unidades e suas consequências. O diplomata Pedro Ivo Ferraz da Silva, que serve na Embaixada do Brasil em Nova Delhi, analisa o conceito de “transferência internacional de tecnologia” e discorre sobre suas variadas definições. Por fim, a nona edição traz texto do diplomata Pedro Mariano Martins, que também serve na Embaixada do Brasil em Nova Delhi, sobre os desafios da ascensão da Índia, panorama que traz oportunidades para o Brasil.

Rio Seminar on Autonomous Weapons Systems

Autor: FUNAG
Ementa: The Rio Seminar on Autonomous Weapons Systems, held in Rio de Janeiro at the Naval War College on February 20, 2020, aimed at contributing to the debate on the governance of emerging technologies in LAWS (Lethal Autonomous Weapons Systems) under international law, including IHL (International Humanitarian Law). The Rio Seminar took place in the framework of the GGE- LAWS of the CCW (Group of Governmental Experts of the High Contracting Parties to the Convention on Prohibitions or Restrictions on the Use of Certain Conventional Weapons). Its purpose was to foster discussions among the main participants of the LAWS negotiations—government representatives, international organizations, International Committee of the Red Cross, non-governmental organizations, private sector, and academia—in a multi-stakeholder approach considering its diplomatic, legal, technological, corporate, strategic, and military dimensions. The informal setting enabled a dynamic knowledge sharing, which may help governments and non-governmental delegations in preparing for the GGE activities in 2020, and its recommendations to the next Meeting of the High Contracting Parties, in 2020, and the Sixth Review Conference of the CCW, in 2021.

A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852) - Vol. I Fac-similar

Autor: José Antônio Soares de Souza
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) publica, em edição fac-similar, os três volumes da obra A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852), do historiador José Antônio Soares de Souza. A obra integra a coleção “Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022”, lançada pela FUNAG com o intuito de contribuir para a celebração do ducentésimo aniversário de Independência do Brasil.

Bellegarde (1807-1864) foi nomeado para a missão no Paraguai em novembro de 1948, chegando no posto em abril do ano seguinte e desligando-se da posição em outubro de 1852. Em 1853, tornou-se ministro da Guerra e da Marinha (Gabinete Paraná). Foi membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

O primeiro volume trata das relações entre Brasil e Paraguai de 1822 até 1846. O autor apresenta o quadro de dificuldades das relações internacionais da bacia do Prata nesse período, em especial as tensões entre Buenos Aires, Assunção, Montevidéu e Rio de Janeiro na consolidação de seus respectivos Estados nacionais.

A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852) - Vol. II Fac-similar

Autor: José Antônio Soares de Souza
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) publica, em edição fac-similar, os três volumes da obra A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852), do historiador José Antônio Soares de Souza. A obra integra a coleção “Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022”, lançada pela FUNAG com o intuito de contribuir para a celebração do ducentésimo aniversário de Independência do Brasil.

Bellegarde (1807-1864) foi nomeado para a missão no Paraguai em novembro de 1948, chegando no posto em abril do ano seguinte e desligando-se da posição em outubro de 1852. Em 1853, tornou-se ministro da Guerra e da Marinha (Gabinete Paraná). Foi membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

O segundo volume aborda os antecedentes do envio de Pedro de Alcântara Bellegarde ao Paraguai em 1848, sua missão no país e a atuação do militar na demarcação de limites com o Uruguai, em 1859, com destaque ao Conselho de Estado para a política externa e à forma como insere o Brasil e o Paraguai no conflito que seria travado contra Juan Manuel Rosas e Manuel Oribe pela proeminência política na bacia do Prata.

A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852) - Vol. III Fac-similar

Autor: José Antônio Soares de Souza
Ementa: A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) publica, em edição fac-similar, os três volumes da obra A missão Bellegarde ao Paraguai (1849-1852), do historiador José Antônio Soares de Souza. A obra integra a coleção “Bicentenário Brasil 200 anos – 1822-2022”, lançada pela FUNAG com o intuito de contribuir para a celebração do ducentésimo aniversário de Independência do Brasil.

Bellegarde (1807-1864) foi nomeado para a missão no Paraguai em novembro de 1948, chegando no posto em abril do ano seguinte e desligando-se da posição em outubro de 1852. Em 1853, tornou-se ministro da Guerra e da Marinha (Gabinete Paraná). Foi membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

No terceiro volume, Soares de Souza transcreve sobre as relações entre Brasil e Paraguai de 1848 a 1853, abrangendo a correspondência expedida dos ministros dos Negócios Estrangeiros Pedro Araújo Lima (visconde de Olinda) e Paulino José Soares de Souza (futuro visconde do Uruguai), as cartas recebidas e enviadas ao presidente paraguaio Carlos López, as instruções e os despachos e ofícios da missão.

O Itamaraty e a Força Expedicionária Brasileira (FEB): o legado da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial como ativo de política externa

Autor: Aurimar Jacobino de Barros Nunes
Ementa: A tese O Itamaraty e a Força Expedicionária Brasileira (FEB), originalmente apresentada no Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, aborda a importância da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial e o legado histórico da FEB ao examinar aspectos historiográficos, políticos, diplomáticos e culturais.